Slides da palestra de 25/ago na BSP

Amigos da BSP, abaixo coloco os slides da palestra ministrada no dia 25 de agosto.

Aproveito para lembrar-lhes do Treinamento Google Marketing que acontecerá nos dias 30 e 31 de outubro em São Paulo. Estamos na 11ª turma (acho que é isso, sempre perco a conta). As vagas são limitadas.

Espero vocês lá. Quem quiser mais informações, entre em contato.

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Slides da palestra Google Marketing – 24/ago – Vitória/ES

Amigos,

Como prometido, aqui estão os slides da palestra de ontem e Vitória.

Obrigado pelos twitts e pela acalorada plateia. Parabéns a todos por ficarem até o final das 6 horas de conteúdo denso sobre marketing digital.

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Estratégias em redes sociais (?)

Outro dia li um e-mail de um amigo que dizia finalmente ter conseguido implantar na empresa dele uma estratégia de redes sociais: criou perfis em mais de 20 redes sociais diferentes, como Twitter, Orkut, YouTube e Facebook.

Uma boa iniciativa, porem, com alguns pontos a serem discutidos.

O primeiro ponto é que não devemos confundir mídias sociais com redes sociais. O Twitter é uma mídia social, o YouTube é uma mídia social. O Orkut e o Facebook são redes sociais.

É uma confusão frequente dado a terminologia que é muito nova ainda. Estamos criando teoria sobre a questão, mas é bom estar atento.

O segundo ponto de conflito na frase de meu amigo é com relação à quantidade de perfis criados. Você já visitou o perfil da Tecnisa no MeAdiciona? Percebeu que a Tecnisa, uma das maiores construtoras do pais, com ação na bolsa de valores etc. só tem perfis criados em pouco mais de meia dúzia de mídias sociais?

Quando for criar perfis em redes sociais, prefira aquelas que em sintonia com seu público-alvo. De nada adiante você vender bolsas femininas e ter um perfil na www.kigol.com.br. A rede voltada para amantes do futebol não tem aderência ao seu mercado. Porém, ter um perfil bem trabalhado na ByMK faz todo o sentido.

Outro ponto é que as pessoas ainda jogam segundo as regras da velha economia. O nome do jogo atualmente não é mais “vendas”, é “relacionamento”.

A sua empresa deve criar uma linha de relacionamento com seu mercado – quanto mais longa essa linha, ou seja, quanto mais longevo for o relacionamento, mais a empresa ganha. É o que o marketing 1-to-1 ou os preceitos de CRM pregavam na década passada e que ganharam um anabolizante virtual com o advento da rede.

Mais do que o ciclo de vida de produto, passe a considerar o ciclo de vida do cliente.

Criar relacionamento não é ter perfis abandonados em dezenas de redes sociais, é interagir com cada post, com cada resposta de um usuário, é se tornar presente na vida do consumidor, não na rede social.

A rede é só uma ferramenta, o objetivo é ganhar seguidores, fãs, membros ou “amigos” para geração de negócios. Não preciso dizer que para gerar negócios, não adianta abandonar o consumidor depois que você deixa o seu cartão com ele. É preciso relacionamento com ele.

O terceiro ponto que gostaria de ressaltar é confundir estratégia com tática e tática com operação.

Estratégia é o caminho que está tomando. Pode ser, por exemplo, “vender para grandes clientes para que tenhamos uma marca forte para o mercado internacional”ou então, “ser líder em custos no nosso segmento”, ou ainda, “ter a maior rede de contatos dentre todos os nossos concorrentes”.

Essas são estratégias. Elas direcionam o seu negocio.

A tática são oportunidades ou ameaças momentâneas que provocam manobras rápidas para, por exemplo, ocupar um espaço deixado por seu concorrente ou para blindar um mercado ameaçado por um novo entrante.

A tática não é a estratégia. É preciso diferenciar uma da outra para que você possa saber qual o período de duração médio de cada ação de sua empresa.

A operação é o “quem”, “quando”, “onde” etc. É o famoso “colocar a mão na massa”.

Criar perfis em 20 redes sociais não é estratégia, é operação, no máximo, tática.

Antes de tomar decisões dessa natureza, é bom fazer algumas perguntas para a sua agência ou direção da empresa: Quais os movimentos pelos quais passam os nossos consumidores? O que provocou isso?  Quem são nossos consumidores? Em que mídias sociais eles se encontram? Dentre várias outras.

Não se deve criar um perfil em uma rede só porque o concorrente tem um lá. O planejamento de marketing digital deve ser feito de modo a incluir a criação de perfis em uma estratégia maior em que todas as ações conversem entre si.

Ações isoladas, seja em redes sociais, seja em e-mail marketing ou em SEO não surtem os efeitos que as empresas desejam. Integração e correto entendimento do que está sendo feito são fundamentais para o sucesso da sua estratégia.

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Afinal, jornalista precisa ou não de diploma para exercer a profissão?

Tive uma excelente conversa hoje com um dos administradores de um dos maiores grupos editoriais da Europa. Pessoa inteligente e culta.

A discussão girou durante boa parte do tempo sobre o papel do jornal, do jornalista e da mídia impressa em um mundo dominado pela informação digital.

Dentre várias reflexões, é engraçado perceber como que os jornais ainda acham que estão no negócio de vender anúncios em papel impresso (apesar de dizerem que não).

É fácil verificar em qual negócio de fato estão: basta perguntar como são medidos os bônus e salário variável de seus executivos. Boa parte do prêmio no fim do ano vem do resultado financeiro em venda de anúncios impressos, não em assinatura de serviços de informação em multiformatos (mesmo porque a maioria nem tem isso) ou o número de leitores fidelizados na web, ou ainda, qual o aumento do tempo e profundidade de navegação  no site.

Muitas vezes tendemos a achar que tal discrepância é algo que só existe no Brasil, não é verdade. É global.

A indústria jornalística ainda não se encontrou e isso não só no nosso país. É um fenômeno que reflete a diferença entre a velocidade com que os consumidores adotam inovações e a velocidade com que as empresas as implementam e passam a se pautar por elas.

É preciso a conscientizarmos de que o jornal (o livro, a revista etc.) é apenas o meio. O que antes da era digital era “fim” – o motivo de toda a empresa existir – hoje é somente o “meio”, o caminho pelo qual as pessoas consomem informação desejada.

A informação pode ser consumida no iPhone, no Kindle, no notebook, no iPad, na revista, no jornal, no rádio e em outros vários meios. O que importa é a informação em si, não o meio pelo qual ela veio.

Eu mesmo me lembro de um fato que me chamou atenção no mês passado, mas não consigo lembrar onde eu o ouvi. Acho que que foi em um tweet lido por meio do meu celular em meio a alguns minutos parado no trânsito de São Paulo, mas não tenho certeza. Não importa. O que interessa é o que foi lido.

O jornalista, protagonista imparcial da busca pela informação fresca, passa a ser um caçador ávido e ativo de notícias relevantes e um divulgador delas seja em que formato for. A mudança é drástica. Ele não é mais um profissional de jornal ou revista, com a internet, ele se torna veículo.

Percebe como que isso muda a profissão e a formação desse profissional?

Agora o jornalista tem que entender de multimeios e multiformatos. Não é só entender de redação, mas também como que o consumidor interaje com ela no celular e na web. São leituras diferentes da leitura do papel.

O jornalista tem que entender como o Google acha a sua notícia, para que o seu jornal online seja lido. Ele tem que ter um blog, e por isso tem que entender que a linguagem, a frequencia de atualização e o diálogo com o leitor é bem diferente em um meio digital.

A formação do jornalista agora é plural e tecnológica, além de comunicativa. O tempo em que as ferramentas do jornalista eram o papel, a caneta, a máquina fotográfica e a máquina de escrever acabou.

A profissão de jornalista está mais em evidência (e complexa) do que nunca.

E em meio a tudo isso vem a velha discussão da necessidade do diploma ou não. O pressuposto está errado. A discussão não deveria ser se precisa de diploma ou não, deveria ser, “como eu me torno um jornalista melhor em um mundo multimeios em mudança?”, ou ainda, como diria o Estadão, “qual o meu papel em gerar conhecimento em um mundo em que a informação é de graça?”. Se formos mais longe, “O que eu preciso fazer, além de escrever bem, para ser um bom jornalista?” (porque, convenhamos, os jornalistas estão escrevendo cada vez pior).

Nessa mudança de era ainda se confunde o papel do jornal com jornal de papel. O jornal é um conceito, uma instituição, não um conjunto de folhas que transmitem informação apenas como desculpa para vender espaços publicitários.

O mundo mudou. Se tornou digital. Reproduzir o modelo de assinatura no site do jornal online é um erro tão grande quanto achar que a internet é só mais um veículo ou só mais uma mídia (Exigir que o leitor se cadastre para ler a notícia é uma espécie de cobrança de “assinatura”, ok?)

O modelo mudou e as regras são outras. É preciso que a indústria jornalística se reposicione e enxergue as milhares de novas possibilidades de se obter receita na web. A assinatura é o caminho óbvio. Nem sempre o que é óbvio é o melhor caminho.

Cobrar pelo serviço de gerar conteúdo em multiplataforma, cobrar pelo serviço de fornecer informação personalizada, cobrar pelo serviço de gerar análises mais apuradas em mercados específicos e outras maneiras de agregar serviço ao produto informação é apenas uma das maneiras de gerar receita nesse novo mundo tecnológico. Há muitas outras, mas dá trabalho pensar e implementar.

A má notícia é: se você, jornal ou jornalista, não pensar em novos formatos, alguém vai pensar e vai colocar no ar. O Google, por exemplo.

O jornalista é um dos profissionais mais importantes desse novo mundo, porém, enquanto acharem que o nome “jornalista” significa “aquele que trabalha no jornal”, a discussão se é necessário ou não diploma para exercer a profissão continuará a desviar o foco da verdadeira questão. Enquanto isso, aqueles que não têm diploma seguem produzindo conteúdo multiformato e moldando o mundo que os diplomados vão ter que trabalhar.

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Orkut x Facebook: um case de posicionamento de marca ou interesse global?

O que mais ouvi nas últimas semanas foi  ”O Orkut está virando o Facebook”, “Não migrei para o novo layout do Orkut”, “Vou fazer meu orkuticídio” e por aí vai. Por algum motivo, o Orkut, que sempre foi uma febre no Brasil, está começando a perder a sua força por conta das ondas geradas por um invasor: o Facebook. Será um problema do Orkut de falta de posicionamento de marca junto ao Brasil?

Tenho algumas reflexões a respeito disso.

Todo mundo se lembra quando a AOL veio para o Brasil. A maior do mundo vinha ameaçar o reinado do UOL. Sabemos o que aconteceu durante alguns meses. Uma batalha inglória que o UOL saiu mais do que fortalecido.

A grande diferença entre os dois era: o UOL conhece muito bem os hábitos do brasileiro, simplesmente porque tinha grandes e tradicionais grupos de mídia e jornalismo por detrás de toda a sua operação. Conhecia o brasileiro a fundo e há muito tempo.

Não podemos dizer que o Google, com toda a sua máquina de gerar respostas a todo o segundo, conhece de fato os meandros culturais de um país complexo como o Brasil.

Segundo li em uma pesquisa há alguns anos – do e-marketeer -, o brasileiro dá muita importância para o número de amigos. Sendo o Brasil um país culturalmente gregário, é natural que o Orkut tenha crescido de forma exponencial aqui (e também na India).

O Orkut valoriza o grupo, as comunidades, o número de amigos (informação facilmente visível na página de perfil), o número de fãs etc. Lembra-se de quando o Orkut mostrava o número de amigos ao lado do nome da pessoa? Era uma espécie de ranking. Esse era o grande ponto de aderência com o povo brasileiro.

O Orkut sempre foi um medidor de popularidade: os corações, estrelas de fãs e carinhas legais eram uma espécia de medalhas – como os badges utilizados hoje pelo Foursquare.

Lembro de uma comunidade chamada “Meu Orkut não sabe contar”, ou algo do gênero, em que pessoas se revoltavam pelo fato de ter 150 amigos e o Orkut só mostrar 90. Era motivo de indignação. “Lutei tanto para conseguir 150 amigos e o Orkut não reconhece”(!)

O Facebook, apesar de ter se modificado ao longo do tempo, ele, tendo nascido em um país muito mais individualista, valoriza a pessoa, o indivíduo, não o grupo. Não é tão fácil quanto no Orkut encontrar o número de amigos. Fãs, só para as páginas de empresas (que agora é simplesmente página, e não mais “fan pages”). Quem tem fã no Facebook é marca, artista ou empresa, não pessoas comuns. Simples mortais. No Orkut todo mundo é uma estrela – todos têm fãs.

O Facebook valoriza os aplicativos que a pessoa tem, o jogo que a pessoa joga e, é lógico que vem mudando ao longo do tempo mas claramente valoriza a pessoa e suas atualizações, não a quantidade de fãs que ela tem. Não pegou no Brasil (pelo menos não, inicialmente). É apenas uma redes social, não um “popularômetro” tipicamente adaptado ä cultura brasileira.

Porém, há alguns meses, o jogo se inverteu. A marca Facebook é muito forte e, independente de não valorizar amigos ou fãs, a sua simples menção já causa frisson. Natural, assim como a AOL causou ao chegar no país. Assim como a Fiat causou amargando um prejuízo durante anos só para estar presente no país. Assim como o desafiante sempre causa quando chega dizendo que vai fazer e acontecer. Isso é normal.

No caso da AOL, apesar de outras variáveis externas, o UOL só fez fortalecer seu posicionamento para ficar mais integrado ainda com a cultura que o criou.

Com o duelo Facebook x Orkut, o que aconteceu foi o contrário. O Orkut se assustou e quis virar o Facebook. O Orkut quer jogar um jogo que foi o Facebook que inventou. As chance de ganho são pequenas, mesmo para um Google.

Lembre-se de que a Microsoft, que sempre reinou no universo da tecnologia não foi capaz de vencer um estreante Google no campo das buscas e da interatividade. É questão de DNA e interesse.

A questão, porém, é maior do que ganhar o jogo no Brasil. A questão é: “O Brasil, como uma peça única em um jogo global, interessa ao Google, uma empresa global?”

Os fatos estão mostrando que, apesar do Brasil ser uma peça importante pelo tamanho do seu mercado, tempo de navegação, adoção à redes sociais e todas as outras métricas que estamos carecas de saber, isso pode não representar muito em um jogo que envolve todos os outros países do mundo, principalmente, os de maior poder aquisitivo.

Como em um “Monopólio”, (você se lembra do jogo Monopólio?) o Google quer ganhar grupos de nações, não países isolados. “Se é do modelo Facebook que eles (o mundo) gostam mais, daremos Facebook – mude a interface, mude as funcionalidades, coloque os joguinhos famosos no Facebook e vamos partir para a inovação baseada em cópia e na compra”.

“O Brasil não está migrando para o novo Orkut? Não tem problema, estamos preparando uma nova ofensiva que será a grande rede social do Google”

Me parece a Guerra das Colas ou a Batalha dos Browsers se repetindo em outros campos. Os jogadores e as peças mudaram,  mas o espírito da batalha continua o mesmo – o da velha economia.

O problema é que a Guerra hoje se vence com armas diferentes. Armas que têm muito a ver com preferências individuais do que quem tem mais arqueiros ou cavalaria. É a nuvem disforme de consumidores que pendem os pratos dessa enorme balança com uma fluidez muitas vezes não compreendida antes da balança virar. É no micro-target que se vence a guerra.

Será um jogo interessante que, ao contrário do que muitos dizem, não acho que será o consumidor a sair ganhando dessa guerra. O próprio Facebook não é lá essas coisas em termos de funcionalidades, mas é a festa mais cheia. Independente da cerveja estar quente, é lá que todos querem estar.

O que vejo é que a batalha das redes sociais está começando e ainda trará muitas surpresas e desavenças. Vamos esperar para entender melhor como que a velha economia continua influenciando na nova economia.

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Participe da próxima edição do Google Marketing

Meus amigos,

Estou com um projeto bem bacana para quem quiser participar da próxima edição do livro Google Marketing. Quem tiver interesse em participar, deixe um comentário com seu nome e e-mail dizendo que quer participar da 4ª edição do Google Marketing.

Quem não quiser colocar o seu e-mail aqui, pode entrar em contato com googlemarketing@publiweb.com.br

Aliás, passeando pelo YouTube, vejam o que achei. Um vídeo-depoimento sobre o livro “Google Marketing” do Trader Tranquilo. Agradeço pelo depoimento.

Imagem de Amostra do You Tube

Abraços a todos.

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O que a Sears e o seu comércio eletrônico tem em comum?

Sempre digo nas minhas palestras que vivemos em uma economia baseada em informação. Para concluir isso de maneira mais contundente, basta pensar no seguinte: quando você faz uma compra em um e-commerce, você não está comprando um produto, está, na verdade, comprando as informações sobre aquele produto. Já pensou nisso?

Quando você vai a um supermercado, você pega o produto para comprar, você está levando de uma só vez o “conjunto de átomos” – o produto em si – mas também está levando todas as informações relacionadas àquele produto: cor, peso, tamanho, número de botões, para que serve, preço etc.

Em um e-commerce, essas informações estão separadas do produto em si. O produto está em um galpão de distribuição e as informações sobre ele estão expostas no seu monitor. Essa separação começou quando a Sears resolveu lançar o seu famoso catálogo da Sears, o “Wish Book”.

Nesse catálogo, havia cerca de 200mil itens e suas variações, todos eles com descrições e cerca de 6 mil ilustrações davam ao consumidor a possibilidade de conhecer mais sobre os produtos.
Esse tipo de compra postal barateava o produto em mais de 50%, levando em consideração os custos de expedição.

“Nesse catálogo, havia cerca de 200mil itens e suas variações, todos eles com descrições e cerca de 6 mil ilustrações davam ao consumidor a possibilidade de conhecer mais sobre os produtos. Esse tipo de compra postal barateava o produto em mais de 50%, levando em consideração os custos de expedição.” (fonte)

A partir desse momento, a Sears passa a separar a economia dos objetos da economia das informações. Foi o início da economia que vivemos hoje, baseada em conhecimento e informações.

Alguém comprava pelo catálogo da Sears, alguém que compra pelo catálogo da Avon e alguém que compra por e-commerce estão comprando a informação sobre o produto, não o produto. Este, chega na sua casa de maneira assíncrona dias depois.

A diferença entre uma compra e outra é basicamente o meio: catálogo ou tela de computador. O processo é o mesmo.

Uma vez que entendemos que a compra é protagonizada pela informação e não pelo produto propriamente dito, chegamos também à conclusão que essa informação é o fator crítico de sucesso para uma compra acontecer ou não. Quanto mais “vendedora” é a informação que colocamos no site – boa foto, boa descrição, várias fotos de diversos ângulos, depoimentos de clientes sobre o serviço ou produto, certificados e prêmios, chat para tirar dúvidas online, índice de satisfação do mercado etc etc – melhor a informação será vendida e mais produtos serão entregues.

Investir muito na informação que é vendida é tão importante quanto escolher o mix de produtos ou escolher o fornecedor de logística.

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Gráfico “Boom das mídias sociais”

É meio antigo, mas vale a pena:

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Campanha #PrateleiraMarketingDigital começa a surtir efeito

Lembram da minha campanha para colocarem uma prateleira de marketing digital nas livrarias? A #PrateleiraMarketingDigital, que lancei no Twitter. Tive uma resposta, da Cultura:

“Prezado Conrado, Muito obrigado pelo contato e pela sugestão. Realmente, a área de Marketing Digital tem sido cada vez mais estudada e explorada pelos autores e editoras. Em algumas de nossas lojas, já existe uma divisão desses livros, mas vamos passar sua sugestão para todas. Novamente, obrigado por nos contatar.

Cordialmente,

LIVRARIA CULTURA Rodrigo Nunes de Oliveira Cardoso / Depto de Compras rnocardoso@livrariacultura.com.br (11) 3868-5100″

Parabéns à Cultura por ser a primeira (e única) a me responder :)

Vamos continuar a campanha para ganharmos a nossa prateleira

(Imagem tirada daqui)

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Slides do Treinamento Google Marketing – 17 e 18/jul – SP

Pessoal,

Finalmente, parei em frente ao computador para subir os slides do Treinamento Google Marketing que aconteceu em 17 e 18 de julho, em São Paulo. Turma sensacional. Estão todos de parabéns.

Os slides estão disponíveis no SlideShare para download.

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