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Archive for the Marketing de Busca category

Palestra Google Marketing - Blumenau - 30/07

Pessoal,

Para quem quer baixar a palestra que eu ministrei na quinta-feira, dia 30/07, em Blumenau, segue o link do meu diretório de arquivos no site da Publiweb, minha agência.

http://www.publiweb.com.br/arquivos

Abaixo, o embed do SlideShare

Sapatadas mundo à fora…

posted by Conrado Adolpho in Marketing Digital, Marketing de Busca

Vejam essa notícia publicada no Jornal Opção, de Goiânia (http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=PontoPartida&subsecao=Politica&idjornal=324) . Imperdível.

No dia 16 de de­zem­bro, o pre­si­den­te dos Es­ta­dos Uni­dos fa­zia uma vi­si­ta sur­pre­sa ao Ira­que — mais uma ce­na inú­til em sua des­pe­di­da me­lan­có­li­ca do po­der. Na co­le­ti­va pa­ra a im­pren­sa, em Bag­dá, Ge­or­ge W. Bush foi inu­si­ta­da­men­te ata­ca­do por um dos jor­na­lis­tas ira­qui­a­nos. Fu­ri­o­so, Mun­ta­dar al-Zai­di ar­re­mes­sou seus dois sa­pa­tos con­tra o ho­mem mais po­de­ro­so do mun­do e ain­da o xin­gou de ca­chor­ro — du­as das pi­o­res ofen­sas na­que­le pa­ís (ser al­vo de sa­pa­ta­das e ser cha­ma­do de cão, um ani­mal con­si­de­ra­do im­pu­ro por eles). Apa­ren­te­men­te, co­mo di­ria o pre­si­den­te Lu­la, o jor­na­lis­ta ’si­fu’ (es­tá pre­so e com vá­rios os­sos que­bra­dos), mas mui­ta gen­te pas­sou a ga­nhar di­nhei­ro com a pia­da.

Um pe­que­no in­dus­tri­al e co­mer­cian­te da Tur­quia. Ra­ma­zan Baydan ime­di­a­ta­men­te re­pro­gra­mou o seu si­te na in­ter­net di­zen­do ser o le­gí­ti­mo fa­bri­can­te dos sa­pa­tos ati­ra­dos no pre­si­den­te ame­ri­ca­no. Não se sa­be co­mo foi pos­sí­vel re­co­nhe­cer o pro­du­to, mas Baydan ga­ran­te na in­ter­net que era um mo­de­lo Du­ca­ti 271, pro­du­zi­do em sua fá­bri­ca, em Is­tam­bul, há mais de dez anos.

Baydan se des­ta­cou, sen­do en­tre­vis­ta­do por ve­í­cu­los do mun­do in­tei­ro, in­clu­si­ve pe­lo ‘New York Ti­mes’. Qual foi o seu se­gre­do? Pri­mei­ro, a lu­ci­dez e, em se­gui­da, a ve­lo­ci­da­de. Ele re­ba­ti­zou o mo­de­lo Du­ca­ti 271, que pas­sou a se cha­mar, ob­via­men­te, ’sa­pa­to do Bush’ e pas­sou a ofe­re­cê-lo no seu ca­tá­lo­go (com ver­sões em ára­be e in­glês) aces­sí­vel pe­la in­ter­net. E o mais im­por­tan­te: re­pro­gra­mou as me­ta-tags do si­te (tex­tos ocul­tos, que fa­ci­li­tam e di­re­cio­nam o re­co­nhe­ci­men­to fei­to pe­los me­ca­nis­mos de bus­cas, co­mo o Go­o­gle) com pa­la­vras-cha­ves ma­ta­do­ras pa­ra quem es­ta­va pro­cu­ran­do se in­for­mar so­bre o as­sun­to na­que­les di­as se­guin­tes ao ata­que. Ou se­ja, ajun­tou as três pa­la­vras má­gi­cas das bus­cas na­que­le mo­men­to: ‘Bush’, ’sa­pa­to’ e, ló­gi­co, ‘com­prar’.

E qual foi o re­sul­ta­do? O cál­cu­lo é sim­ples. An­tes das cé­le­bres sa­pa­ta­das, Baydan ven­dia uma mé­dia de 15 mil pa­res do Du­ca­ti 271 por ano. De­pois de co­lo­car em prá­ti­ca a sua es­tra­té­gia glo­ba­li­za­da, o sa­pa­tei­ro tur­co ob­te­ve um up­gra­de fan­tás­ti­co nas ven­das. Ago­ra, com a de­vi­da al­cu­nha de ‘bush shoes’, os sa­pa­tos fei­tos com so­la de po­li­u­re­ta­no (300 gra­mas de pe­so) se tor­na­ram um dos pre­sen­tes mais co­bi­ça­dos do fi­nal do ano. Na­da me­nos que 370 mil pa­res fo­ram en­co­men­da­dos (até o dia 23 de de­zem­bro) ao pre­ço de 27 dó­la­res cada par, sen­do mais de 20 mil so­men­te pa­ra os Es­ta­dos Uni­dos. Com um pro­du­to glo­bal na mão e a ex­pec­ta­ti­va de 10 mi­lhões de dó­la­res de fa­tu­ra­men­to, Baydan pre­ci­sou con­tra­tar 100 no­vos em­pre­ga­dos. No­va­men­te, agiu rá­pi­do. Se não pro­du­zir tu­do ago­ra, a on­da pas­sa e ele per­de a opor­tu­ni­da­de de fi­car mi­li­o­ná­rio.

Miopia em Marketing de Buscas

posted by Conrado Adolpho in Marketing Digital, Marketing de Busca

Tenho ouvido muito sobre marketing de buscas ultimamente. Eu mesmo sou um profissional dessa área e tenho uma agência especializada nesse serviço, porém, o que tenho notado é que muitas empresas têm se concentrado no “coloco o seu site no primeiro lugar do Google”, entretanto estão se esquecendo do porque é importante estar no primeiro lugar do Google.

O Google hoje é um dos sites mais visitados no Brasil e no mundo. O tráfego gerado para qualquer página que seja agraciada por uma boa classificação nos seus resultados da busca deixa qualquer estádio lotado parecer um deserto insosso.

A pergunta, porém, a se fazer é: “Porque é bom para um site gerar tanto tráfego?”

A resposta parece óbvia – para que o site venda mais. Exposição é tudo no mundo atual. O ponto, contudo, é que visibilidade sem qualidade pode ser um tiro no pé.

Imagine a seguinte situação: você acaba de lançar um produto. Uma inovação porém, mais dá problemas do que soluções. Ainda está em fase acabamento. Porém, precocemente sai uma notícia sobre seu produto no Fantástico ou no Jornal Nacional e agora o Brasil inteiro o quer comprar. Há centenas de pedidos por hora e você não tem como entregar. Para completar os que você conseguiu entregar começar a dar problemas e as reclamações não param de chegar. O seu suporte fica congestionado e os processos no Procom começam a pipocar. Sendo curto e grosso - a sua empresa já era.

Nada agradável, não é mesmo?

O mesmo acontece com muitos sites que colocam a encontrabilidade como o objetivo final. Ledo engano.
Ser encontrado é só uma variável dessa equação. E a usabilidade do site? E o design voltado para o público-alvo? E o texto coerente com o produto ou serviço? E a taxa de conversão? E o tempo de retenção? E o marketing de relacionamento online? E a logística?

São perguntas difíceis demais para serem respondidas por profissionais que só se preocupam com o primeiro lugar do Google. São perguntas que exigem um questionamento de marketing, experiência em negócios e uma abordagem sistêmica. Muito complicado para empresas que só vendem o “primeiro lugar no Google”.

Isso me lembra os tempos de bolha. Internet irresponsável.

Nunca devemos nos esquecer de que o objetivo ainda é o lucro, vender e satisfazer nossos clientes. Estar no primeiro lugar do Google ajuda bastante a fazer com que nosso produto chegue até seu público-alvo, mas não é o objetivo, é só uma ferramenta.

Da próxima vez que for contratar uma agência ou um profissional para colocar você no primeiro lugar do Google, pergunte a si mesmo se é isso mesmo que você quer e precisa, porque você pode conseguir.

Por que os hotéis utilizam tão mal a Internet?

É impressionante como a humanidade produz enigmas indecifráveis a cada momento. É o mistério das pirâmides do Egito, o Triângulo das Bermudas e o péssimo marketing de relacionamento que os hotéis fazem com seus hóspedes.

A situação não é nova. Em minha última palestra preenchi a mesma ficha que preencho pelo menos uma vez por semana nos hotéis que me hospedo nas minhas viagens dando palestras pelo Brasil. Nessa ficha eles me perguntam tudo - meu nome, meu e-mail, se a minha viagem foi a negócios ou a lazer, meu endereço, meu telefone, de onde vim e mais uma série de perguntas que respondo automaticamente. Já pensei até em imprimir várias cópias de uma ficha dessas, já preenchida, e só entregar no hotel - ou levar os dados em um pen-drive.

A grande questão não é o preenchimento, mas o que o hotel faz com esses dados depois. Em termos de relacionamento com o cliente, absolutamente nada. No máximo um programa de fidelidade do tipo cartão de plástico para colcocar na carteira. Tenho tantos cartões desses que um dia vou carregar uma carteira só para eles. É cartão da Saraiva, da Fnac, do Grupo Accor e alguns outros que nem me lembro.

Se fui a uma cidade, existe uma boa chance e voltar lá, principalmente se for a trabalho. Nunca recebi um e-mail sequer dos muitos hotéis que já fiquei. Um e-mail com promoção para um feriadão, ou com dicas turísticas da cidade ou qualquer outra informação que me faça voltar na cidade.

O mais engraçado é que eles têm todos os meus dados e poderiam fazer um ótimo marketing de relacionamento online comigo, mas desperdiçam o meu tempo de preenchimento daquela fichinha padrão, provavelmente, dentro de uma gaveta.

Um outro ponto que percebo na indústria hoteleira é a má utilização dos mecanismos de busca. Uma boa parte dos hotéis confunde site com folder. Colocam no ar aquelas páginas em flash com música, animação e várias outras parafernalhas tecnológicas que, sinceramente, não me interessam na hora de escolher um hotel para fazer a reserva ou mesmo escolher a cidade para a qual vou viajar.

Antes de fazer o seu site, se você for o proprietário de um hotel, estude bem o seu público-alvo (resgate aquelas pilhas de finhinhas da gaveta e analise-as separado-as por segmentos). Não adianta mandar dicas turísticas se a sua cidade é praticamente uma cidade dormitório em que não nada além de uma estrada importante cortando ela. Cada cidade, cada hotel, cada estrutura tem o seu próprio ponto forte que deve ser explorado - esse é o início do tal planejamento estratégico.

Os bancos já descobriram que a Internet é uma tremenda ferramenta para se trabalhar, os hotéis, ainda não. E como pode isso? Geralmente as pessoas que estão procurando hotéis não estão na cidade do próprio hotel, logo, não só o hotel tem que se tornar visível por meio de um mecanismo de busca para que as pessoas o encontrem, como também tem que aproveitar quem já se hospedou por lá e gostou.

Sobreviver só de novos hóspedes é perder o imenso potencial de gente que simplesmente mandou um e-mail pedindo um orçamento. Aproveitar só esses contatos que já foram feitos é desperdiçar o imenso potencial do Google - o segundo site mais visitado do país.

Nem vou falar da qualidade do site, mas o início do processo de aumento de taxa de ocupação de hotéis é fazer um bom trabalho junto a mecanismos de buscas, fazendo o seu site aprecer nas primeiras posições do Google em palavras pertinentes à sua cidade (como “hotel curitiba”, “hotel fazenda minas” e outras) e então aproveitar todos esses visitantes com um eficiente marketing de relacionamento online.

Abraços.

Palestra de marketing digital em Goiania

A palestra em Goiania me trouxe três grandes felicidades:

- Encontrei um amigo meu que não via há mais de 12 anos - Grande abraço Jamil.

- Conheci uma cidade que me surpreendeu pela qualidade de vida e educação da população. Parabpens goianos :)

- Um público interessado e seleto em busca de informação sobre o novo mundo digital.

A palestra durou pouco mais de uma hora. Mostro abaixo os slides da palestra para quem quiser visualizá-los.

Call to action gerando leadings qualificados

A Publiweb – uma das empresas da qual sou diretor – é uma agência interativa que trabalha prioritariamente com divulgação de marcas através de ferramentas de web 2.0 como YouTube, Google, Podcasts dentre outras.

O carro-chefe da Publiweb é o marketing de busca, a partir do qual geramos para os sites de nossos clientes um grande afluxo de visitantes. Mas de que adiantaria um grande volume de visitação mensal se não fossem gerados negócios? Lembremos todos de que um dos objetivos de qualquer ação de marketing é a satisfação do cliente através de relações de troca entre estes e a própria empresa. Não é ficar na primeira posição do Google, mas sim, vender.

Mesmo que você não seja cliente da Publiweb e não tenha uma estratégia de marketing de busca, se tiver um site, tem visitação, por menor que seja.

Se você já analisou as estatísticas do seu site e já percebeu que, por maior que seja o número de visitantes no seu site, ele não tem gerado vendas, você deve ter se perguntado como aproveitar o tráfego na sua home-page e transformá-lo em negócios.

A maior parte das empresas acha que o seu próprio site é na realidade é um cartão de visitas em formato digital. Poucos cartões de visitas têm a capacidade de gerar negócios para todos que o vêem.

Um site vendedor – que gere negócios para uma empresa - não pode se contentar em exibir a clássica ordem “home, empresa, produtos, clientes, contato” em seu menu. É preciso mais, muito mais.

O consumidor do século XXI está cada vez mais exigente com relação ao tratamento que as empresas dão para ele. Para fazer negócio com ele é necessário primeiro se relacionar com ele e a porta de entrada para iniciar esse relacionamento é pegar o e-mail dele.

Imagine se você conseguisse pegar os e-mails de todos os visitantes do seu site. Você poderia facilmente enviar promoções de seus produtos, e-mails informando concursos e tantas outras ações de marketing direto. E-mails válidos e opt-in são como dinheiro na mão.

O segredo para transformar visitas em e-mails é ter uma boa estratégia de “call-to-action”, ou seja, ter incentivos que façam com que os visitantes deixem seus nomes e e-mails em um dos formulários que você disponibilizará no seu site.

Durante todo o site deve haver várias “iscas” para captação de e-mails como por exemplo, uma área restrita, um e-book em pdf para ser baixado gratuitamente, um formulário de indicação para um amigo, a assinatura de uma newsletter, etc. Cada negócio tem suas ferramentas específicas e mais eficazes para captação de e-mails.

Para criar tais ações “call-to-action” é preciso antes de tudo saber o que seu público-alvo considera como relevante para ele e tendo valor superior. A idéia é fazer com que seu visitante considere o “custo” de escrever seu nome e e-mail menor do que o valor das informações que receberá.

Lembre-se de que, apesar de ainda não estar “vendendo” nada para ele, fazer com que o visitante deixe o seu e-mail é ter êxito em uma relação de troca, assim como é a venda. A única diferença é que a troca não envolverá moeda, mas algo até mais valioso – um contato direto com aquele consumidor, a partir do qual a sua empresa poderá iniciar um relacionamento vitalício e muito lucrativo com ele.

Vamos ver um exemplo: veja o site www.samra.com.br, de um nossos clientes, a Samra Trading – uma empresa cuja especialidade é ministrar cursos para ensinar as pessoas a investir na bolsa com segurança. No site da Samra temos áreas restritas, chat mediante cadastro, análises exclusivas mediante cadastro e outras ferramentas de grande relevância para o público-alvo (investidores via home-broker na bolsa de valores).

Essas ações fazem com que uma grande parte dos visitantes se transforme em e-mails. Quanto melhor a estratégia de search marketing da empresa, maior é a visitação do site desta empresa e maior a quantidade de pedidos de orçamento e de compra recebidos por ela. Quanto melhor a estratégia de “call-to-action”, maior é a taxa de conversão de visitas em vendas.

A dica é: estude o seu público-alvo e descubra alguns tipos de informação que ele considera como relevante e de grande valia para ele. Ofereça estas informações mediante cadastro. Não adianta oferecer aquilo que todo mundo já oferece - newsletters, por exemplo - deve ser algo inédito e relevante (essa é a principal “palavra-chave”).

Qualquer dúvida, entre em contato comigo e terei o maior prazer em ajudá-lo.

minha palestra sobre marketing digital

Pessoal, já está no ar a minha palestra ministrada na Endeavor, sobre marketing digital. (Quer acessar a palestra com os slides?). Comentem para eu saber o que vocês acharam.

 

Resenha livro Google Marketing

Amigos,

O blog efetividade.net fez uma bela resenha do meu livro e, confesso, fiquei envaidecido. Agradeço os elogios :)

Se quiserem, podem ler também a matéria que saiu no Mundo do Marketing comigo.

Abraços a todos.

Palestra de marketing digital em Manaus - 26abr08

Olá, Amigos,

Abaixo disponibilizo para vocês a palestra que ministrei em Manaus no dia 26 de abril. A palestra foi sobre marketing digital e marketing de buscas. Quem tiver interesse em fazer o download da apresentação, mande um e-mail para mim (conrado@publiweb.com.br) com o seu nome, cidade e estado.

Vou colocar, em breve, alguns screencasts para que vocês possam assisitir e ouvir a palestra que dei. Grande abraço a todos. 

 

Palestra na Endeavor

Olá, Amigos,

Para quem quiser assistir a minha palestra no Instituo Endeavor, acesse o link http://endeavor.isat.com.br/linksespeciais/?palestra=319

Clique em “Assistir”

Instruções para assistir somente a minha palestra:
1) Clique em “índice”
2) Clique em “Início” logo abaixo da frase “Google Marketing - Conrado Adolpho”
3) Clique em “Slide Show”

Como indicado na figura abaixo:

instruções para assistir minha palestra da Endeavor

Comentem o que acharam da palestra.
Abraços.

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