Tem coisas que só escutando para explicar. A beleza de uma bela melodia, por exemplo. Ainda não inventaram as palavras para descrever alguns sentimentos. Coltrane em mais um de seus momentos inspirados. Afrouxe um pouco a gravata e se permita curtir uma das muitas coisas que essa vida nos traz de mágico.
Se vocês sabem como gosto de música devem imaginar o prazer que senti ao me deparar com um documentário sobre VinÃcius de Moraes no Google VÃdeo. Abaixo vocês terão de sentir o mesmo prazer que senti.
A música, sempre está comigo. Para quem lê o meu blog (ou está escutando minha rádio online) sabe disso.
Acabo de adquirir um livro que recomendo a todos. Na onda das 1000 isso, 1000 aquilo, agora temos o “1001 discos para se ouvir antes de morrer”. Dois pontos me chamaram atenção nesse livro.
Brincadeiras a parte, a música brasileira sempre foi bem reverenciada lá fora. Ei! Mas cadê “João Bosco 100ª apresentação”? Cadê “Catavento e Girassol” (Guinga e Leila Pinheiro)? Onde foi parar “Elis & Tom”? “Os afro-sambas de Baden e VinÃcius” nem pensar….e cadê “Tim Maia Racional”? Não dá para querer tudo, afinal. Já está muito bom ter tantas obras brazucas sendo agraciadas no livro.
Alguns vão falar - PeraÃ, e a trilha sonora de “Xuxa contra o baixo-astral”?
Apesar de não ter todos os 1.001 discos globais e os 100 discos (digo, CD…) nacionais que você certamente elege como os melhores para você, vale a pena comprar os dois livros para passear um pouco pelas tendências musicais e ler as histórias impagáveis de várias das obras mecionadas.
É engraçado, mas poucos que me conhecem sabem que sou afccionado por jazz. Sou capaz de escutar por hora a fio suas linhas melódicas e, recentemente descobri que escutar jazz enquanto estou trabalhando aumenta meu rendimento em pelo menos 200%. Principalmente Bebop.
As improvisões sobre o tema, comuns no jazz, levam muito - inclusive a mim - ao delÃrio. A música leva-nos a um estado alterado de consciência em que naquele breve momento do acorde o mundo sucumbe à melodia. Um momento mágico.
De vez em quando vou deixar uns posts de artes em geral, que por sinal, gosto muito. Pintura - com destaque para a arte impressionista e barroca - dança - com destaque para flamenco e tango - escultura e muita música.
Entre 1955 e 1957, Miles Davis imortalizou o que se chamou de Miles Davis Quintet. Em 1959, Miles volta a reunir alguns elementos do quinteto e grava Kind of Blue.
Abaixo, deixo um presente para vocês. Um vÃdeo da gravação de So What, primeira faixa do Kind of Blue. Vale à pena cada nota. Gravação de 1958 com Miles e Coltrane.