Blog do Conrado

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Ah…as pessoas

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Pessoas…

Alguns gostam de uísque, outros de jogos. Alguns não passam sem uma boa festa outros tantos não suportam viver sem cigarros. Se tenho um vício, esse são as pessoas.

Sim. Pessoas. Gente. Seres humanos.

Não estou me referindo à humanidade, à instituição “ser humano”. Estou falando de cada pessoa em particular. Um homem aqui, uma mulher acolá.

A beleza contida dentro do universo particular de cada um é de tirar o fôlego. Entender uma pessoa é como olhar um céu cheio de estrelas e tentar entender o mistério do Universo.

Ah…as pessoas. Aprendo todos os dias da minha vida com elas. Conhecer pessoas é um exercício de humildade. Quando você acha que sabe o suficiente sobre algo, alguém lhe dá um jato não solicitado de sabedoria e o coloca no seu lugar devido.

Foi em uma dessas conversas que aprendi algo que me sinto na obrigação de repartir com vocês – anônimos leitores.

Para mim uma lição que não me esquecerei jamais.

“Eu tenho por hábito não deixar que o que acontece comigo afete minha vida no sentido de dar poder aos outros em controlar os meus sentimentos e reações. Prefiro estar sempre sintonizada no padrão de pensamento que envolve os valores em que acredito e que regem a minha vida”

Obrigado minha amiga por essa lição de sabedoria.

Miopia em Marketing de Buscas

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Tenho ouvido muito sobre marketing de buscas ultimamente. Eu mesmo sou um profissional dessa área e tenho uma agência especializada nesse serviço, porém, o que tenho notado é que muitas empresas têm se concentrado no “coloco o seu site no primeiro lugar do Google”, entretanto estão se esquecendo do porque é importante estar no primeiro lugar do Google.

O Google hoje é um dos sites mais visitados no Brasil e no mundo. O tráfego gerado para qualquer página que seja agraciada por uma boa classificação nos seus resultados da busca deixa qualquer estádio lotado parecer um deserto insosso.

A pergunta, porém, a se fazer é: “Porque é bom para um site gerar tanto tráfego?”

A resposta parece óbvia – para que o site venda mais. Exposição é tudo no mundo atual. O ponto, contudo, é que visibilidade sem qualidade pode ser um tiro no pé.

Imagine a seguinte situação: você acaba de lançar um produto. Uma inovação porém, mais dá problemas do que soluções. Ainda está em fase acabamento. Porém, precocemente sai uma notícia sobre seu produto no Fantástico ou no Jornal Nacional e agora o Brasil inteiro o quer comprar. Há centenas de pedidos por hora e você não tem como entregar. Para completar os que você conseguiu entregar começar a dar problemas e as reclamações não param de chegar. O seu suporte fica congestionado e os processos no Procom começam a pipocar. Sendo curto e grosso - a sua empresa já era.

Nada agradável, não é mesmo?

O mesmo acontece com muitos sites que colocam a encontrabilidade como o objetivo final. Ledo engano.
Ser encontrado é só uma variável dessa equação. E a usabilidade do site? E o design voltado para o público-alvo? E o texto coerente com o produto ou serviço? E a taxa de conversão? E o tempo de retenção? E o marketing de relacionamento online? E a logística?

São perguntas difíceis demais para serem respondidas por profissionais que só se preocupam com o primeiro lugar do Google. São perguntas que exigem um questionamento de marketing, experiência em negócios e uma abordagem sistêmica. Muito complicado para empresas que só vendem o “primeiro lugar no Google”.

Isso me lembra os tempos de bolha. Internet irresponsável.

Nunca devemos nos esquecer de que o objetivo ainda é o lucro, vender e satisfazer nossos clientes. Estar no primeiro lugar do Google ajuda bastante a fazer com que nosso produto chegue até seu público-alvo, mas não é o objetivo, é só uma ferramenta.

Da próxima vez que for contratar uma agência ou um profissional para colocar você no primeiro lugar do Google, pergunte a si mesmo se é isso mesmo que você quer e precisa, porque você pode conseguir.

Twitter

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Pessoal,

Consegui abrir um tempinho para abrir um canal no Twitter. www.twitter.com/conradoadolpho

Quem quiser, “follow me”.

Call to action gerando leadings qualificados

A Publiweb – uma das empresas da qual sou diretor – é uma agência interativa que trabalha prioritariamente com divulgação de marcas através de ferramentas de web 2.0 como YouTube, Google, Podcasts dentre outras.

O carro-chefe da Publiweb é o marketing de busca, a partir do qual geramos para os sites de nossos clientes um grande afluxo de visitantes. Mas de que adiantaria um grande volume de visitação mensal se não fossem gerados negócios? Lembremos todos de que um dos objetivos de qualquer ação de marketing é a satisfação do cliente através de relações de troca entre estes e a própria empresa. Não é ficar na primeira posição do Google, mas sim, vender.

Mesmo que você não seja cliente da Publiweb e não tenha uma estratégia de marketing de busca, se tiver um site, tem visitação, por menor que seja.

Se você já analisou as estatísticas do seu site e já percebeu que, por maior que seja o número de visitantes no seu site, ele não tem gerado vendas, você deve ter se perguntado como aproveitar o tráfego na sua home-page e transformá-lo em negócios.

A maior parte das empresas acha que o seu próprio site é na realidade é um cartão de visitas em formato digital. Poucos cartões de visitas têm a capacidade de gerar negócios para todos que o vêem.

Um site vendedor – que gere negócios para uma empresa - não pode se contentar em exibir a clássica ordem “home, empresa, produtos, clientes, contato” em seu menu. É preciso mais, muito mais.

O consumidor do século XXI está cada vez mais exigente com relação ao tratamento que as empresas dão para ele. Para fazer negócio com ele é necessário primeiro se relacionar com ele e a porta de entrada para iniciar esse relacionamento é pegar o e-mail dele.

Imagine se você conseguisse pegar os e-mails de todos os visitantes do seu site. Você poderia facilmente enviar promoções de seus produtos, e-mails informando concursos e tantas outras ações de marketing direto. E-mails válidos e opt-in são como dinheiro na mão.

O segredo para transformar visitas em e-mails é ter uma boa estratégia de “call-to-action”, ou seja, ter incentivos que façam com que os visitantes deixem seus nomes e e-mails em um dos formulários que você disponibilizará no seu site.

Durante todo o site deve haver várias “iscas” para captação de e-mails como por exemplo, uma área restrita, um e-book em pdf para ser baixado gratuitamente, um formulário de indicação para um amigo, a assinatura de uma newsletter, etc. Cada negócio tem suas ferramentas específicas e mais eficazes para captação de e-mails.

Para criar tais ações “call-to-action” é preciso antes de tudo saber o que seu público-alvo considera como relevante para ele e tendo valor superior. A idéia é fazer com que seu visitante considere o “custo” de escrever seu nome e e-mail menor do que o valor das informações que receberá.

Lembre-se de que, apesar de ainda não estar “vendendo” nada para ele, fazer com que o visitante deixe o seu e-mail é ter êxito em uma relação de troca, assim como é a venda. A única diferença é que a troca não envolverá moeda, mas algo até mais valioso – um contato direto com aquele consumidor, a partir do qual a sua empresa poderá iniciar um relacionamento vitalício e muito lucrativo com ele.

Vamos ver um exemplo: veja o site www.samra.com.br, de um nossos clientes, a Samra Trading – uma empresa cuja especialidade é ministrar cursos para ensinar as pessoas a investir na bolsa com segurança. No site da Samra temos áreas restritas, chat mediante cadastro, análises exclusivas mediante cadastro e outras ferramentas de grande relevância para o público-alvo (investidores via home-broker na bolsa de valores).

Essas ações fazem com que uma grande parte dos visitantes se transforme em e-mails. Quanto melhor a estratégia de search marketing da empresa, maior é a visitação do site desta empresa e maior a quantidade de pedidos de orçamento e de compra recebidos por ela. Quanto melhor a estratégia de “call-to-action”, maior é a taxa de conversão de visitas em vendas.

A dica é: estude o seu público-alvo e descubra alguns tipos de informação que ele considera como relevante e de grande valia para ele. Ofereça estas informações mediante cadastro. Não adianta oferecer aquilo que todo mundo já oferece - newsletters, por exemplo - deve ser algo inédito e relevante (essa é a principal “palavra-chave”).

Qualquer dúvida, entre em contato comigo e terei o maior prazer em ajudá-lo.

Leiam 2 vezes…ou melhor, leiam 20 vezes.

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DETALHES PODEM DECIDIR O SUCESSO OU O FRACASSO DE UM SITE
Consultores de web design listam os erros e pontos mais importantes a serem considerados na criação de uma página

Do New York Times

A idéia de que se você construir eles virão pode ter funcionado para Kevin Costner no filme “Campo dos Sonhos”, mas certamente não funciona para websites. Construa um site de aparência ruim, cheio de texto mal escrito, e seus potenciais clientes vão embora sem dó. Construa um que é atraente, convincente e inteligente, e erros crucias de design ainda farão com que poucas pessoas saibam que seu site existe.

Seu website é como um cartão de visitas digital, dizem os designers. É a primeira olhada on-line em sua empresa que o cliente tem. Com sorte, não será a última.

Um site precisa ter conteúdo viciante, diz Vincent Flanders, um consultor de web design na região de Seattle, EUA, que criou o webpagesthatsuck.com, um site que analisa por que algumas páginas não funcionam. “As pessoas precisam estar dispostas a se esgueirar por um cano de esgoto para isso.”

Não são apenas pequenas empresas que cometem erros em seus sites. Grandes companhias podem ser tão ruins quanto em grandes erros de design.

Uma companhia global diz em sua página de abertura que “Ferramentas de gerenciamento de carreira comprovadas e nativas associadas a uma série abrangente de iniciativas integradas evoluíram para garantir que os empregados continuem a sustentar uma cultura de alto desempenho, e o recrutamento e a seleção são baseados nas competências necessárias.”

Isso é “só jargão”, diz Flanders. “As palavras não são compreensíveis por seres humanos.”

Segundo Jakob Nielsen, um consultor de web sites e autor do livro “Priorizando a Usabilidade da Web”, é essencial que uma página envie a mensagem da companhia rapidamente, porque os visitantes são fugidios. A maioria não vai além do que está na sua cara.

Estudos feitos pela empresa de Nielsen, a firma de design de internet Nielsen Norman Group, em Fremont, Califórnia, mostram que apenas 50% dos visitantes da web “descem” por uma página para ver o que há além da parte visível em seu monitor de PC.

“Os usuários gastam 30 segundos avaliando a home page”, diz Nielsen. “Uma empresa precisa explicar o que faz em muito poucas palavas.”

Com descobertas como essas, não é surpresa que as páginas tenham de atingir em cheio o visitante, em termos visuais. Se um site não responde às perguntas do usuário sobre uma empresa, a concorrência acaba de somar um ponto. Por exemplo, a primeira coisa que os consumidores querem quando visitam o site de um restaurante é quando está aberto. Mas muitas vezes essa informação só é encontrada após uma navegação por muitas outras páginas. Como resultado, “o site fracassa”, diz Nielsen.

“É questão de destacar o básico”, diz Baris Cetinok, diretor de gerenciamento de produto do Office Live, da Microsoft, um site que oferece hospedagem gratuita na web e ferramentas de design para pequenas empresas.

Os visitantes precisam imediatamente saber “quem você é, o que você faz e como as pessoas podem chegar até você”, diz Cetinok.

Além de boa gramática, Nielsen sugere que as companhias listem um endereço físico, incluam uma foto do prédio e não peçam a potenciais clientes que preencham formulários para simplesmente fazer uma pergunta. “Isso imediatamente comunica perigo”, diz.

Fazer um site ficar bonito é complicado pelo fato de que não necessariamente dois monitores mostraram a página do mesmo jeito. Os usuários podem configurar o tamanho padrão de suas fontes para que fiquem maiores ou menores, de forma que é impossível saber exatamente como o texto irá aparecer para cada um.

E o quanto da página de abertura de um site pode ser vista pelos usuários varia, dependendo da resolução da tela.

Os problemas são complicados por designers que estão em Los Angeles ou Nova York, e não, digamos, Texas, pois “eles pensam que todo mundo tem um monitor grande e uma conexão rápida”, diz Neil Hettinger, co-proprietário da Lead Pencil Ad Design, uma companhia de design e marketing em Manhattan Beach, Califórnia. Ele sugere a mistura de texto e gráficos num website, com texto escuro contra um fundo claro para facilitar a leitura.

Se você está vendendo um produto, use imagens em miniatura (thumbnail) que podem ser ampliadas ao serem clicadas, diz Nielsen, não um gráfico que pode ser girado em todas as direções. Caso contrário, “você verá produtos em ângulos esquisitos”.

“A regra mais importante em design de web é eliminar design desnecessário”, diz Flanders. Ele recomenda não adicionar gráficos grandes e giratórios que levam um longo tempo para carregar.
Ele também aconselha donos de empresa a não adicionar imagens introdutórias espalhafatosas que forçam o usuário a ver um vídeo ou uma animação.

“Páginas “splash” são necessárias apenas para pornografia, cassinos e sites de multinacionais que precisam direcionar os usuários para a página de um país em particular”, diz Flanders.

Gráficos também não fazem nada para ajudar um site a ser descoberto por mecanismos de busca como Google ou Yahoo. Esses sites vasculham a internet por palavras-chave, assim como a freqüência e qualidade de um site que se liga a outro.

Texto dentro de imagens, como o nome de uma loja numa fotografia, não pode ser visto por mecanismos de busca. E a velha prática de incluir palavras-chave em letra branca com fundo branco não aumentará o ranking de um site; na verdade fará o oposto.

“A primeira vez que uma palavra é usada num site é significante”, diz Matt Cutts, um engenheiro de software da Google. “Se aquela palavra é usada 50 vezes, há um retorno diminuído.”

“Se você coloca palavras escondidas no seu site, você é um idiota completo”, diz Flanders. “Você será pego pelos mecanismos de busca, ou outros vão te entregar.”

Se a sua empresa atual localmente, faça com que a área geográfica inteira que você atende seja mencionada em texto no seu site. Para aumentar o número de sites que se ligam ao seu, liste seu negócio em diretórios on-line, e mencione-o em vários blogs.

A Google oferece ferramentas gratuitas de webmaster que automaticamente analisam um site para determinar se ele está sendo otimizado por mecanismos de busca.

No final, arrumar um lugar proeminente num mecanismo de busca é o único modo de garantir que o seu site será visto pelos que podem aumentar seu negócio.

“Se o seu site não estiver listado na primeira página de resultados de busca, você pode muito bem não existir”, diz Nielsen.

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