Entrevista na TV Cultura de Goiânia
Me senti no Roda-Viva
As outras partes da entrevista estão no meu canal no YouTube.
É mais fácil ir até o meu canal conradocarioca no YouTube e ver uma a uma, caso queira.
Abraços

Me senti no Roda-Viva
As outras partes da entrevista estão no meu canal no YouTube.
É mais fácil ir até o meu canal conradocarioca no YouTube e ver uma a uma, caso queira.
Abraços

O maior karaokê do mundo
Via @camiseteria

Já explorei em outro texto a idéia de que, com a Internet e um universo de amadores podendo desenvolver suas criações com tecnologia fácil, barata e acessÃvel, o talento vem à tona como única forma de diferenciação.
Tecnologia, antes diferencial entre tantos Davis e poucos Golias, já não é mais o que gera realmente a assimetria.
Para provar esse ponto de vista a Publiweb realizou um vÃdeo para um dos seus clientes - a Goóc - com recursos totalmente retirados da web em um processo de criação e produção 2.0.
O vÃdeo foi produzido com Gimp e outros softwares livres. As fotos foram retiradas do Flickr (com licença Creative Commons), a trilha sonora saiu de um site que tem milhares de trilhas gratuitas, o texto foi escrito na própria Publiweb, a veiculação no YouTube e a divulgação na própria Internet.
O resultado você pode ver a seguir.
Pergunta estranha e muito bombástica? Confesso que sigo o modelo AIDA, em que a minha preocupação inicial é chamar a atenção para um determinado conteúdo. Porém, acompanhe a minha linha de raciocÃnio e veja se não há um bom fundo de razão nas minhas considerações posteriores.
Lendo minha dose cavalar de notÃcias diárias desse louco mundo digital, me deparei com o seguinte parágrafo:
“De 14 de abril a 15 de maio, quem comprar o álbum do Gloria na rede de lojas Fnac ganhará o direito de assistir ao show de lançamento do disco no Hangar 110, em São Paulo. É só guardar a nota fiscal do CD para ter direito a assistir o show no dia 4 de junho”.
Algo que há anos já faz parte do mundo business parece estar aos poucos se revelando no mundo do “show business” - o produto aliado ao serviço.
Hà muito se diz que, dada a popularização da tecnologia, as empresas só ganharão competitividade na prestação de serviços. Quanto mais os concorrentes “talibãs” tiverem tecnologia barata e acessÃvel, e isso parece ser um caminho sem volta, cada vez mais quem fará a diferença no equilÃbrio do mercado serão as pessoas.
A Banda Gloria e sua gravadora estão apostando nisso aliando o produto - o CD fÃsico - ao serviço: o show de lançamento do disco. Porém, estamos um mundo dito off-line (se é que existe essa distinção). E no mundo online, em que músicas são copiadas com a mesma facilidade do que uma criança de 1 ano diz “gugu” (ou “google” para os pais mais interneteiros)?
Ainda vale a lei de aliar produtos a serviços? Minha resposta a essa indagação é um categórico “sim”.
Estratégias são muitas para tal, porém, é preciso que gravadoras, e outras empresas ligadas a venda de conteúdo, mudem suas cabeças analógicas para as cabecinhas digitais da nova geração.
Só a tÃtulo de algumas idéias soltas: as gravadoras poderiam lançar portais em que os fãs de determinado músico ou banda iriam interagir com seus Ãdolos de forma exclusiva, mediante login e senha obtido na compra de um mp3 no site da própria gravadora. A interação poderia se dar por meio de chat, fotos exclusivas, wall-papers, produtos licenciados exclusivos, etc.
As gravadoras também podiam se tornar promotoras de shows e turnês. Com isso, abriria-se um novo modelo em que poderiam distribuir livremente músicas pela Internet para “esquentar” o público-alvo e acostumá-los com as novas músicas, ao invés de depender das rádios para isso.
No caso das bandas, poderiam fazer como Radiohead e arriscar medir a sua popularidade junto aos fãs distribuindo suas músicas para que o público fá pagasse quanto quisessem. Vivemos na era da transparência. É preciso entender o que isso siginifica, de fato.
As bandas também poderiam dar shows pela própria internet via streamming. Shows exclusivos para quem tivesse um código de compra do mp3 (lógico, que não poderia haver dois códigos assisitindo ao show ao mesmo tempo). Digo “compra do mp3″ porque o modelo de venda de CDs já caducou há muito tempo e só algumas gravadoras, perdidas no novo mundo, ainda não perceberam.
Na mesma linha de raciocÃnio, temos as editoras, também bem preocupadas com a pirataria de seus livros. Aliar produtos e serviços parece ser a solução para este caso também.
As editoras deveriam fazer como a O´Reilly, que cada vez mais alia livros (produto) a eventos (serviços) e cria uma comunidade em torno da sua marca (pessoas), trabalhando canais online como YouTube, Twitter, Facebook e outros.
As editoras precisam se libertar do modelo de negócios antigo em que a receita era gerada por meio da venda de livros - o produto - para aliar esse produto à uma verdadeira gama de serviços interativos com seu público. O serviço deve ser como uma complementação natural do livro.
Quando falo “interativos” não digo só sobre serviços via internet. Interação é uma comunicação bilateral e em tempo real, isso pode acontecer na forma online ou na offline.
A idéia polêmica que quero difundir é “Deixe que pirateiem”, mas faça do serviço exclusivo a quem comprou o livro uma extenção natural do produto. Prepare-se para tal antes de começar a escrever ou vender o livro.
Com a internet, criou-se um novo cenário e novas regras. O jogo mudou, logo, o comportamento e o modelo também tem que mudar. É preciso reaprender a ler e a escrever e não tiro a razão dos que acham que isso é dolorido demais. Muitos preferem esperar o mundo acabar do que terem aquele sofrimento do aprendizado pelo qual passaram na infância. Aprender dói. reaprender, mais ainda.
Imagine um livro que tenha em seus ensinamentos uma complementação natural em web-palestras ou “softwares as service” para quem comprou o livro.
Um livro que ofereça desconto (um desconto maior do que o preço pago pelo livro, lógico) em um workshop ou palestra com o autor.
Um livro que forneça acesso gratuito a uma enorme biblioteca, constantemente atualizada, sobre os conceitos que o livro traz. Afinal as pessoas compram livros para aprender algo, para mudar a sua visão a respeito de algo ou para se divertir.
Dado que o leitor brasileiro, na sua maioria compra livros para aprender sobre algo e ascender profissionalmente, segundo pesquisa “Raio X do leitor brasileiro“, a complementação do conhecimento na web parece ser uma ótima ferramenta para minimizar o problema da cópia gratuita pirateada.
São só algumas maneiras de fazer com que o produto tenha uma complementação natural no serviço. Para o caso do livro (se for técnico, melhor ainda) é mais fácil do que o caso do mp3, porque envolve um conteúdo não muito palatável para a maioria dos leitores.
O livro, que é o objeto tangÃvel de compra devido a seus custos de produção, passa a ser o veÃculo de publicidade dos serviços. O livro é vendido, os serviços, oferecidos gratuitamente para os compradores, porém, só para quem comprou o livro.
Em resumo - o objetivo final é fazer com que as pessoas usufruam dos serviços, o livro é um veÃculo. É de onde vem a renda, mas não é o que é vendido. Complexo? Pense no caso do Google, ele obtém sua receita por meio de cliques em links patrocinados, mas o que ele “vende gratuitamente” são os resultados na busca natural (lado esquerdo da busca).
A mesma estratégia pode ser utilizada com relação a livros eletrônicos. No caso do e-book, o livro pode ser vendido na web (bem mais barato que os livros fÃsicos), porém, dará acesso aos serviços via web.
Em resumo, é preciso cada dia mais aliar serviços - impossÃveis de serem pirateados porque envolve sua utilização a pessoas e experiência de compra em tempo real - aos produtos, facilmente pirateáveis e sem personalização.
Nesse modelo de negócios, ao estimular a pirataria, o seu produto poderá chegar à s mãos de muito mais gente do que no modelo antigo, comprará quem for de fato o seu mercado-alvo, genuinamente interessado no conteúdo e seus desdobramentos. Quem não for de seu mercado-alvo e só se preocupar em disseminar o conteúdo pela internet atuará, na realidade, como um veÃculo de divulgação gratuita e poderosa.
Ainda é um modelo novo de receitas a ser exaustivamente testado, porém, existem boas perspectivas que o mundo caminhe em sua direção no que tange à venda de conteúdo. Novas regras exigem novos modelos.

Deus ajuda quem cedo madruga. Quem cedo madruga é porque dorme à tarde e quem dorme à tarde, não dorme à noite.
Quem não dorme à noite é porque sai na balada.
Logo: Deus ajuda quem sai na balada!
Deus é amor. O amor é cego. Steve Wonder é cego.
Logo, Steve Wonder é Deus.
Disseram-me que eu sou ninguém e se ninguém é perfeito, logo, eu sou perfeito.
Mas só Deus é perfeito. Portanto, eu sou Deus. Mas se Steve Wonder é Deus, eu sou Steve Wonder!
Logo, meu Deus, eu sou cego!!!
Agora imagine um pedaço de queijo suÃço, daqueles bem cheios de buracos. Quanto mais queijo, mais buracos.
Cada buraco ocupa o lugar em que haveria queijo, ou seja, quanto mais buracos, menos queijo.
Se quanto mais queijos temos mais buracos, e quanto mais buracos, menos queijo, logo, quanto mais queijo, menos queijo.
Toda regra tem exceção. Isto é uma regra e logo, deveria ter exceção.
Portanto, nem toda regra tem exceção.
Existem biscoitos feitos de água e sal. O mar é feito de água e sal.
Logo, o mar é um biscoitão.
Quando bebemos, ficamos bêbados e quando estamos bêbados, dormimos.
Quando dormimos, não cometemos pecados e quando não cometemos pecados, vamos para o Céu.
Então, vamos beber para ir pro Céu!
Hoje em dia, os trabalhadores não têm tempo pra nada. Já os vagabundos, têm todo o tempo do mundo.
Se tempo é dinheiro, logo, os vagabundos tem mais dinheiro do que os trabalhadores.
http://digerindoblog.wordpress.com/2009/04/18/logicas-do-dia-a-dia/

Alguém sabe me dizer qual é o melhor integrador de Wordpress com Twitter?

Não se fala em outra coisa – crise!
Palavras como “Subprimeâ€, “Pacote de US$ 800 bi†e “recuperação da economia†nunca foram tão citadas e já nos são praticamente Ãntimas. Uma busca no Google pela palavra “subprime†nos remete mais de 11 milhões de resultados, e eu nunca tinha nem ouvido falar nessa palavra.
Em meio a tantas tormentas e mudanças, é lógico que a primeira preocupação é o “meu empregoâ€. A crise já cortou cabeças e que, pelo jeito, continuará cortando.
O problema não são as cabeças cortadas, mas aquelas que não sairão do cesto tão cedo. Da diretoria ao chão de fábrica, muita gente vai ter que apertar os cintos e colocar o seu “plano B†em ação (você tem um “plano Bâ€, certo?).
Muita já se falou sobre o fim do emprego clássico – aquele com carteira assinada, para fazer carreira e com aposentadoria no final do arco-Ãris. A crise parece apenas acelerar esse processo.
O medo da perda do emprego parece ter sua gênese no papel que o trabalho tem na sociedade. Perder o emprego se aproxima da própria morte. A sensação de vazio é talvez ainda pior. O executivo moderno teme pelo seu emprego porque tem no seu trabalho um pano de fundo para sua própria existência.
Li certa vez em uma entrevista do Luli Radfahrer,
“O lÃder corpo¬rativo tÃpico é um escravo conveniente. Como é carente, faz de tudo para não perder o poder e regalias que, na realidade, não lhe pertencem. Do carro da firma à s relações de respeito e bajulação, tudo desaparece quando se é demitido. Em outras palavras, é um vÃcio que cor¬rom¬pe, pouco importa seu back-groundâ€,
Compartilho dessa opinião, em certo grau, sei que tal estilo de vida acaba sendo uma troca entre o que você almeja em termos de status e o que a sua empresa precisa para alcançar suas metas surreais de valorização de suas ações.
Existem pessoas, contudo, que trabalham no que gostam, não passam pelo medo da perda do emprego, têm melhor qualidade de vida, passam mais tempo com a famÃlia e ainda ganham mais do que ganhariam em uma multinacional. O negócio que esses “felizardos†estão se chama Comércio Eletrônico.
Essa notÃcia pode ser um grande alÃvio para muitos executivos que hoje não suportam mais ouvir palavras como “validaçãoâ€, “reunião de consistência†ou “desempenhoâ€.
O fim do emprego clássico e a dificuldade de encontrar espaço no mercado de trabalho são hoje uma das maiores preocupações do ser humano em nÃvel global, não importa a nacionalidade.
O “plano B†de muita gente é montar um negócio, seguindo a grande aptidão nacional para o empreendedorismo. Para quem está pensando em montar um negócio próprio afirmo que montar um negócio de Comércio Eletrônico é a melhor opção, tanto em questão de qualidade de vida quanto em possibilidades de ganhos.
Vamos entender porque:
O tÃquete médio do brasileiro em 2008 foi de R$328,00 sendo que, no perÃodo natalino, o tÃquete médio chegou a R$346 reais por consumidor (o movimento somente no Natal foi de R$1,25 bilhão). Pense em quantos produtos não poderia vender por R$328,00 na média.
O valor de R$328,00 é uma média do setor e mostra que o comprador online tem um bolso mais generoso do que o offline para comprar o que deseja. Para se ter uma idéia dessa diferença, no Magazine LuÃza, as vendas pelo site têm tÃquete médio de R$ 600, nas lojas fÃsicas, cerca de R$300,00.
Falar um pouco dos números do Magazine LuÃza na Internet é exemplar, uma vez que a rede de lojas tinha seu foco estritamente no meio offline e foi uma das pioneiras em incluir o digital em sua estratégia tratando esse canal com muita competência. Em 2007, o Magazine vendeu R$336 milhões pela internet, o equivalente a 12% de seu faturamento anual de R$ 2,8 bilhões. O site do Magazine LuÃza é a maior regional de vendas da empresa.
O crescimento do Magazine LuÃza em 2007 foi espantoso, 33%, mas o crescimento das vendas virtuais foi de 52%.
Esse crescimento tem motivos bem claros: um trabalho bem feito e a dupla vantagem do meio virtual se comprado ao meio fÃsico. Além do maior tÃquete médio do meio digital, ainda há a margem maior devido a menores investimentos em infra-estrutura fÃsica, comissão de vendedores etc.
O maior crescimento das vendas virtuais frente ao crescimento das vendas fÃsicas ainda continuará por muitos anos. Estamos apenas no inÃcio dessa onda.
Não só a quantidade de compradores online está aumentando de forma significativa como também o número de pessoas que estão inclinadas a comprar online. Dois terços dos internautas brasileiros acessaram sites de compras em julho de 2008, segundo a ComScore.
Categorias mais populares em julho/2008:
- “Eletrônicos de Consumoâ€, com 8,5 milhões de visitantes
- “Livrosâ€, com 3,1 milhões
- “Brinquedosâ€, com 1,5 milhão
- “Esportes/lazerâ€, com 1,5 milhão
Produtos mais vendidos no primeiro semestre de 2008:
- Livros (17%)
- Produtos de informática (12%)
- Saúde e beleza (10%)
- Eletrônicos (7%)
É sempre bom compararmos o mercado brasileiro como mercado americano, embora sejam mercado bem diferentes sob muitos aspectos, guardam algumas semelhanças e a comparação é válida principalmente porque o mercado americano é um mercado maduro e pode representar de certa forma o que o mercado online brasileiro pode chegar daqui a alguns anos.
Nos EUA, uma pesquisa da empresa ShopLocal com o comércio varejista norte-americano mostra que 21% dos consumidores compram online, embora muitos usuários façam pesquisas online antes de comprar em lojas perto de casa. O número médio de páginas visitadas nos sites de comércio foi de 12,3 em junho de 2008. As categorias mais procuradas foram comida e medicamentos, com crescimento de 47% em relação a 2007. A categoria menos procurada foi a de casa e jardim. (WebProNews, 22.7.2008).
O comércio eletrônico no Brasil, atualmente, é uma das grandes vedetes desconhecidas da maior parte dos empresários do paÃs e, por isso mesmo, uma ótima oportunidade de negócios para quem souber trabalhar nesse segmento de maneira profissional, responsável e ativa.
Ao contrário do comércio tradicional – offline – o comércio eletrônico ainda não alcançou nÃveis significativos de concorrência (o principal fator para a esmagamento da margem de lucro) e, dos poucos concorrentes por setor, a maioria só faz o básico do que deveria, e ainda por cima mal feito.
Com isso quero dizer que, além da relativamente baixa concorrência, ainda existe uma grande oportunidade de diferenciação e ganho de mercado.
Outra informação pertinente é que estamos em um mercado crescente, que dia a dia ganha novos compradores. Em mercados crescentes sua empresa não tem que lutar para tirar clientes de ninguém, que é sempre mais difÃcil, mas sim, ganhar os novos que ainda não se decidiram por nenhum player – o que é sempre mais fácil.
O Brasil fechou 2008, com cerca de 13 milhões de compradores online — 35% a mais do que em 2007.
Um ponto importante com relação a esses dados é que uma boa parte desses compradores são marinheiros de primeira viagem, ou melhor, de primeira compra. Porém, a quantidade de compradores que já fizeram mais de 4 compras nos últimos seis meses está aumentando rapidamente, o que mostra uma experiência positiva por parte deles. Quem compra pela Internet uma vez e vê que a experiência foi positiva, passa a comprar mais.
Esse comportamento mostra não só que há uma demanda crescente de novos compradores como também de compradores que já estão fidelizados pelo meio.
O crescimento no faturamento foi cerca de 30% em relação a 2007, deve estar bem claro para você que tal crescimento percentual está longe da realidade de qualquer outro segmento de mercado.
A possibilidade de parcelar compras em até 12 vezes e de pesquisar rapidamente os preços faz com que o e-commerce sinta menos os efeitos da crise financeira do que o varejo fÃsico.
Com os dados acima, percebemos o potencial do segmento de comércio eletrônico, porém, o que muitos me perguntam é “e-commerce no Brasil dá dinheiro mesmo?â€
Quanto a essa pergunta, posso lhe dizer uma coisa – se até o professor Pasquale ganha dinheiro, e fazendo algo que ninguém gosta – dando aulas de português -, posso garantir que dá dinheiro, sim. Mas tem que ser bem feito, senão, nem poço de petróleo dá dinheiro.
Vamos primeiramente esclarecer de uma vez por todas uma coisa: ficar rico não é uma questão de dinheiro, é uma questão de atitude.
Muitas vezes acreditamos que as pessoas que ganham centenas de milhares de reais por mês não trabalham e, na realidade, vivem viajando e curtinho a vida. Pode acreditar – isso só é verdade para uma minoria que provavelmente já nasceu milionária (e que se continuar com tal comportamento, logo, logo irá fazer parte do time dos endividados).
Enriquecer é uma questão de dar prioridade à s coisas certas, ter dedicação e foco, ser flexÃvel e aprender com os erros, estudar e obter conhecimento sobre o seu mercado e, sobretudo, ter muita força de vontade.
Para obter sucesso em seu negócio, seja eletrônico ou não, é preciso que tenha comprometimento com o seu futuro e com você mesmo. De nada adianta querer enriquecer se não está disposto a pagar o preço para tal.
Falando assim, parece que a sua vida vai girar em torno disso, e tenho que ser sincero com você – na maioria dos casos é isso que vai acontecer mesmo. Estou excluindo aquelas pessoas que têm uma idéia genial que se vende sozinha e que um mÃnimo esforço se traduz em grandes quantias monetárias.
A maioria dos mortais vai ter que enfrentar a concorrência, o mau-humor do mercado e a fuga de clientes.
Para lidar com tudo isso, muitas vezes o negócio vai representar uma boa parcela da sua vida – e, algumas vezes, a da sua famÃlia também.
Para suportar por tanto tempo quanto for preciso uma vida de dedicação à sua causa, só existe uma maneira: é preciso gostar do que faz e acreditar que tudo dará certo no final. Sem isso o fantasma da dúvida o assolará dia a dia até tornar o seu trabalho insuportável.
Esse é o lado ruim da história, porém, o lado bom é que, caso tenha tais atitudes, os prêmios serão muitos e virão em quantidades cada vez maiores.
Quer alguns exemplos de e-commerces?
- BitCão (www.bitcao.com.br) – PetShop – Faturamento anual: R$1,2 milhões
- CCFácil (www.ccfacil.com.br) – Consulta de crédito – Faturamento anual: R$10 milhões
- Eletrônica Santana (www.eletronicasantana.com.br) – Eletroeletrônicos – Faturamento anual: R$8 milhões
- Virid (www.virid.com.br) – Campanhas de e-mail marketing – Faturamento anual: R$3 milhões
- Donatti 4×4 (http://www.jet.com.br/donatti4×4/) – equipamentos para jipes – Faturamento anual: R$2 milhões.
Quando digo a palavra prêmio, não estou falando só de dinheiro. Estou falando de reconhecimento, crescimento pessoal e outros.
O dinheiro é na realidade somente um indicador de desempenho. Ele só mede se você está tomando atitudes mais certas do que os outros. Não pense nele como um fim, mas sim como um meio para que você perceba se está no caminho certo ou não.
Comércio Eletrônico é um negócio como qualquer outro, apenas com maior Ãndice de crescimento do que os demais além de ser bem mais promissor do que a maioria, mas, é preciso se dedicar e fazer o negócio do jeito certo.
Vejo esse segmento como uma grande saÃda para a crise e um plano B para o fim do emprego clássico em que as inseguranças aumentam a cada dia. Posso ser suspeito para dizer isso, mas pode acreditar que essa é a grande onda do momento, só é preciso surfá-la para não se afogar.

Testando o plugin do Firefox, Scribefire…

Olá, amigos,
O comércio eletrônico cresce em número de lojas e em número de novos compradores de forma assombrosa. O fato, porém, é que muitos e-mpresários estão montando suas lojas sem o mÃnimo conhecimento de como fazer esse negócio dar certo. Resultado: a taxa de mortalidade das empresas digitais é de 45% antes de completar um ano de atividade.
Com base nesse cenário resolvi ministrar um curso que ensinasse tais emrpesários a fazerem seus negócios darem certo. Deêm uma olhada no site www.comovendernainternet.com.br
O curso acontecerá no dia 30 de maio no Maksoud Plaza em São Paulo, das 9h às 18h.
Para quem quiser aprender diretamente comigo as técnicas para se construir um e-commerce de sucesso, venha assistir o curso.
Você gosta de métricas, de analisar pilhas de dados e descobrir padrões? Eu adoro. E por isso mesmo adorei o livro “Click” (não tem nada em comum com o filme, ok?)
Fala de como a Internet tem mostrado em tempo real o comportamento do consumidor e como a análise desses dados pode revelar muitos detalhes a respeito do consumidor.
Vale muito a pena ![]()