PontoCON - Blog do Conrado

Contar história e construir relacionamentos: a essência da web das próximas décadas

Marketing de relacionamento por meio da web? Conteúdo direcionado para nichos? Utilizar mecanismos de busca para aumentar tráfego? Posicionar marcas por meio da web? Comunicação viral? Mashups? Blogs corporativos? Web 2.0? Permitir que o consumidor direcione o desenvolvimento de seus produtos?

Não. Não é nada disso que acontece hoje em dia no universo publicitário. Empresas tentam em vão fisgar um consumidor a todo custo com anúncios e chamadas que lembram grosseiras adaptações de práticas cinqüentenárias, que cada vez dão menos resultados. Repetir na internet as formas tradicionais de publicidade é um retrocesso cômodo, porém, perigoso para anunciantes e marcas que ainda confiam cegamente nos resultados do passado.

A época atual é do relacionamento. A palavra de ordem é personalizar a comunicação, os produtos, os serviços e criar um laço emocional com consumidores de modo que estes escolham sua empresa pelo coração, não pelo produto ou pelo preço. Os conhecidos 4 P’s (Preço, Praça, Produto, Promoção) mudaram de forma substancial. Fazer publicidade hoje é contar histórias, é envolver e emocionar. Na questão de envolvimento, a web leva uma grande vantagem.

Como diria Ajaz Akmed, da AKQA, “A melhor publicidade é a não publicidade”. Concordo em gênero, número e grau. Relacionamento não é publicidade, é envolvimento.

Em vez de costurar uma relação vitalícia com seu usuário, empresas tentam impingir uma série de produtos e serviços não-direcionados e de maneira pouco discreta (exceção honrosa feita a algumas empresas como a Natura e algumas outras, que estão fazendo um excelente trabalho de marketing de relacionamento, tanto pela internet quanto fora dela).

O chamado “marketing de imitação” faz com que todos os sites se pareçam. Se mudarmos o logotipo do canto superior esquerdo, podemos utilizar o site de uma imobiliária e substituí-lo por um de uma fabricante de autopeças. Parece que todos foram feitos pela mesma produtora web. Não há diferenciação nenhuma entre a comunicação de cada um deles com seu público - apesar de a comunicação com cada público ser completamente diferente.

Como uma empresa pode esperar ser inovadora ou gerar uma vantagem competitiva se sua principal entrada para o mercado é uma mera cópia de seus concorrentes?

Não é de admirar que muitas empresas que tiveram gênese em cubículos de repúblicas de faculdades transformem-se em negócios multimilionários. Apenas chegaram ao mercado com a inovação peculiar dos jovens, com seu DNA interativo e os anseios que o mercado já tinha. Anseios a que diretores de marketing, gerentes de comunicação e criativos de grandes agências não estavam prestando atenção, verdadeiramente: mudanças pelas quais passa seu mercado ou dificuldade de entender o que enxergam. Como disse um executivo de meia-idade amigo meu - parece que eu estava adormecido e acordei no meio desse mundo completamente diferente.

Entendo que na correria dos prazos e tarefas nem sempre dá tempo para entender esse novo mundo, mas vale a pena tentar. A pena de não prestar atenção nos movimentos do mercado - e não aprender com eles - é ver seus clientes esvaírem-se para outras empresas que saibam o que fazer com todas essas novas ferramentas interativas.

Empresas de todos os portes perdem uma grande quantia de capital ao considerar que internet é sinônimo de site e que site é sinônimo de cartão de visitas. Perdem lucratividade quando consideram que um “sobrinho” que aprendeu HTML ou Flash em um curso de uma escola de informática está apto a gerir uma estratégia de marketing digital. Utilizar as diversas ferramentas para chegar ao público-alvo para entreter seu consumidor e criar um relacionamento que culminará em credibilidade e fidelidade, e em outras palavras, lucro, é um desafio.

O que esse sobrinho pode saber sobre “contar histórias”?

A internet é um meio que oferece em primeira instância comunicação, informação, entretenimento e interatividade. Gastamos 77% de nosso tempo com essas atividades. O resto é consequência desses quatro. As empresas precisam oferecer exatamente isso para o usuário visando o relacionamento de longo prazo.

Enxergar nem sempre é ver. É preciso ter conceitos consolidados para interpretar mudanças que podem estar ocorrendo sob seu próprio nariz.

Fonte: iMasters

Para ter sucesso em 2010, estude 2009

Imagine-se na seguinte situação: você precisa que alguém leve você até o aeroporto para pegar um vôo hoje à meia-noite. A má notícia é que o aeroporto fica há 50 km de sua casa. Você tem duas pessoas para pedir tal favor, sua sogra, para a qual você negou o mesmo favor meses atrás, e seu irmão, que já marcou de sair com a namorada hoje à noite.

Elimine a possibilidade pegar um táxi ou um ônibus, para que o início desse artigo faça algum sentido.

Tenho certeza de que se disso dependesse uma promoção em sua carreira, iria pensar muito bem em quais argumentos iria usar com cada um. É claro que usar a mesma conversa com cada um deles não seria a melhor estratégia, uma vez que cada um tem motivações diferentes.

É exatamente assim que temos que agir com nosso público-alvo, agir de forma diferente com cada um. Personalizar a comunicação para grupo de pessoas que entra em contato com você. Para o segmento de sogras, a comunicação é uma, para o segmento de irmãos, é outra.

Antes de falar qualquer coisa que seja, é preciso primeiro analisar qual “idioma” seu interlocutor entende. É muito diferente comunicar, por exemplo, uma mudança de cidade para um executivo de 50 anos do mesmo modo que para a filha dele de 12 anos.

As motivações, os valores, a experiência de vida e tudo o mais são muito diferentes de pessoa para pessoa.

Se em um simples processo comunicativo é preciso escutar primeiro antes de falar, imagine em um processo complexo, como é a comunicação pela internet. De nada adianta ter um site se você não sabe nada sobre quem vai acessá-lo.

Você corre o risco de tentar vender bichinhos de pelúcia para aquele executivo de 50 anos e ações da Petrobrás para a filha dele. Antes de pensar em projetar ou planejar um site, é preciso conhecer seu consumidor digital.

Quanto mais você conhece seu usuário, mais consegue vender para ele. Por exemplo: se você descobre que boa parte das buscas por um determinado produto que você vende está no nordeste e seu negócio fica em São Paulo, isso faz com que, a partir dos dados vindos da web, você pense em estratégias diferentes para sua empresa.

Vale a pena prospectar tal mercado? Será que há uma oportunidade de mais negócios por lá? O valor pelo qual eu venderia meu produto no nordeste cobriria os custos de deslocamento?

O consumidor no Brasil vem mudando dia a dia e, mais importante do que aprender tudo sobre ele, é aprender a aprender sobre ele continuamente.

Você sabia, por exemplo, que apenas 25% dos internautas brasileiros possuem renda acima de cinco salários mínimos, segundo estudo da agência Avenida Brasil – agência especializada em consumo de baixa renda? De que forma isso define a criação de produtos em sua empresa?

Com relação ao comércio eletrônico, estima-se que 70% do potencial de expansão do segmento de comércio eletrônico venha das classes C, D e E.

Outro dado interessante para empresários de comércio eletrônico, é que, segundo Febraban, em 2007, mais de 25 milhões de pessoas físicas usaram a internet para transações bancárias – bem mais do que tivemos em 2009, em termos de compradores on-line. Ou seja, temos um número enorme de pessoas já lidando com dinheiro on-line, mas que ainda não estão comprando on-line.

Quando esse mercado, que já usa o internet banking, tiver credibilidade suficiente para comprar on-line, teremos um salto nas compras on-line. O público da internet é o mesmo público-alvo do dito “mundo off-line”. A separação entre “online” e “offline” é apenas para fins didáticos, afinal o consumidor é um só. É importante, contudo, que não perca o off-line de vista, pois é ele que modificará o público on-line de amanhã.

Comportamentos que não vemos no mundo off-line, devido as suas peculiaridades de distância e temporalidade, mostram-se cada vez mais consolidados no mundo on-line, em que o tempo e a distância têm conotações muito diferentes da “vida real”: a “first life”. Podemos citar a maior exigência e a busca mais criteriosa pelos melhores produtos e informações a respeito de um assunto.

Se formos analisar mais profundamente as diferenças de comportamento no mundo off-line e no mundo on-line, o consumidor on-line apenas externaliza aquilo que ele faria no mundo off-line, se tivesse condições.

Por exemplo, muitos consumidores pesquisariam preços de um determinado serviço em 30 ou 40 empresas antes de se decidir pela contratação em uma delas, porém, no mundo off-line isso se torna praticamente impossível. No mundo on-line, é fácil.

Eu diria que a internet é como álcool, ela potencializa o que já está latente dentro de cada um de nós. Vamos tratar comportamento on-line e off-line de modos diferentes apenas para exemplificar suas diferenças.

Estudar o comportamento de seu público consumidor é crucial para a criação de sua estratégia de negócios. Individualmente, tomamos decisões muito peculiares e imprevisíveis, porém, como grupo, somos muito previsíveis. É analisando essa previsibilidade que você deve trabalhar sua estratégia.

Para construir suas estratégias de marketing digital para 2010, comece estudando profundamente o que ocorreu em 2009 e descubra o que puder sobre seu público-alvo. Só assim fará 2010 ser mais lucrativo do que 2009.

Fonte: Aberje

Gerando credibilidade para sua marca por meio do conteúdo

posted by Conrado Adolpho in Artigo, Dicas, Internet, Marketing, Marketing Digital

Vender é se relacionar, e um meio de maximizar o efeito do site com o relacionamento na web é promover artigos e matérias em outros sites que tratem do assunto abordado nos textos.

A internet é basicamente um meio de informação, comunicação e entretenimento. Os portais, que sobrevivem graças à publicidade, precisam gerar tráfego que justifique o investimento de propaganda e, para tal, necessitam de muitos textos veiculados diariamente.

Uma das maneiras de aumentar o número de acessos a um site é gerando palavras-chave inseridas em um conteúdo que tenha relevância e, portanto, valor para o consumidor. Isso você já deve saber, porém, muitos dos portais não dispõem de jornalistas para escrever tais textos, então necessitam de colaboradores para gerar conteúdo. Pessoas, como você e eu, que entendem de um determinado assunto e se interessam em escrever sobre ele.

Lembrando-se de que todo texto produzido deve mencionar o autor, com um simples e-mail para o site que for publicá-lo pode-se solicitar a inclusão de um link para o site de sua empresa.

Experimente digitar “conrado adolpho” (entre “aspas” para só achar realmente o meu nome) no Google e veja o resultado de um trabalho de relacionamento na web feito a partir de 2004. Na minha última verificação havia mais de 30.000 ocorrências.

Como já mencionei, trata-se de um trabalho que traz inúmeras vantagens:

1. A mais imediata: gera links para o seu site, melhorando substancialmente minha posição nos buscadores.

2. Faz com que, mesmo pessoas que não teriam encontrado o seu site a partir de buscadores, acessem seu site devido a um artigo veiculado em outro site.

3. Cria uma imagem de credibilidade, uma vez que veicula a imagem da sua empresa em diversos sites diferentes que falam sobre o mesmo assunto.

4. Gera repetição do seu nome ou imagem, fixando-o na mente do seu público-alvo.

5. Apresenta você ou sua empresa para um público segmentado, que se interessa pelo assunto abordado e acessa os sites que veiculam informações sobre o mesmo.

Publicar conteúdo “off-site”, ou seja, em outros sites que não o seu, é uma das principais tarefas que sua empresa deve se dedicar em um planejamento de marketing digital.

O mercado de hoje mudou e uma das características desse novo mercado é que as pessoas acreditam cada vez mais nas opiniões de outros consumidores comuns do que em propagandas de sua empresa falando bem de você mesmo.

À medida que você publica conteúdo off-site, seja em diretórios, fóruns de discussão, comentários em blogs, artigos escritos sobre assuntos relativos a seu negócio, postagem de vídeos no YouTube, podcasts e várias outras maneiras, sua marca vai ficando evidente para seu mercado-alvo, criando valor para sua marca. Você cria uma presença on-line marcante.

A grande vantagem é que, atualmente, ainda está relativamente fácil de fixar sua marca e criar presença intensa na web devido ao fato que poucas empresas fazem isso de maneira profissional e eficiente.

A publicação de conteúdo off-site é uma ótima maneira de aumentar sua visibilidade e encontrabilidade, e isso não é só ação de empresa pequena.

Um exemplo veio recentemente da terceira maior rede varejista de eletroeletrônicos do país – o Magazine Luiza. Em dezembro de 2007, o Magazine Luiza fechou uma parceria com o YouTube para veicular vídeos explicativos sobre os produtos vendidos na rede. O Magazine Luiza investiu R$ 1,5 milhão nessa ação e pretende aumentar o investimento em mídia on-line cada vez mais.

Só o burburinho que tal iniciativa causou já lhe deu tantos links e referências que já fez valer o investimento.

Não é só o Magazine Luiza que utiliza o maior site de vídeos do mundo, incluem-se na lista a Nokia, a BMW e muitas outras empresas que reconhecem o potencial desse veículo para gerar recall para sua marca.

Outra grande vantagem de publicar conteúdo off-site vem de uma pergunta incessante de muitos empresários que acreditam que se conseguissem aparecer em uma entrevista na Oprah, na CNN ou em uma revista especializada, estariam ricos. Despendem enormes esforços de marketing para tal, mas o resultado é pífio.

Posso lhe garantir que a produção da Oprah recebe uma enorme quantidade de e-mails promovendo os mais diversos tipos de produtos e praticamente nenhum deles vai efetivamente ao ar.

Em vez de enviar releases para a produção de programas de grande audiência, sua estratégia de marketing digital deve ser diferente – você deve provocar uma matéria publicando conteúdo relevante e original sobre seu negócio.

Preste atenção, eu disse sobre seu negócio, não sobre seu produto ou sua empresa. Se você trabalha com fabricação de móveis fale sobre fabricação de móveis, decoração, tendências, novas tecnologias e não sobre como é o processo de fabricação de móveis na sua fábrica ou quais os prêmios que sua empresa ganhou no último ano. Lembre-se da relevância – regra básica no seu mercado.

Publicar conteúdo off-site pode significar para uma imobiliária publicar posts em fóruns sobre imóveis, quais as vantagem e desvantagens de se comprar ou alugar um imóvel com as atuais taxas de juros de aplicações e valor dos aluguéis.

Para uma clínica de cirurgia plástica pode significar publicar uma série de artigos sobre quando é importante fazer uma cirurgia plástica e quando não fazer. Essa série de artigos pode ser veiculada em centenas de sites e blogs.

Para uma agência de viagens pode ser interessante publicar vasto conteúdo sobre dicas de diversos países para os quais vende pacotes e que têm maior apelo por parte do público-alvo.

Até aí o que estou falando é sobre publicação de conteúdo. Li certa vez que “você é o que você publica” – e é verdade.

O que você publica fala sobre sua experiência, sobre sua boa vontade de veicular material de qualidade para ajudar outras pessoas que tem um problema que você pode resolver e principalmente, fala que você é confiável, tem um nome a zelar, afinal, ninguém se daria ao trabalho de construir um nome na rede para depois “queimá-lo”. Quanto maior sua presença na rede, mais confiável você parecerá.

Produção de conteúdo original é um fator muito importante para que você e sua empresa aumentem sua visibilidade na rede e formem uma imagem sólida e perene ao longo do tempo.

Tenha em mente que conteúdo é uma das únicas coisas que realmente são relevantes para um usuário interessado em comprar um produto ou serviço.

A internet já se fixou para seus usuários como uma excelente ferramenta de pesquisa, principalmente de comparações entre produtos e de pesquisa de opinião a respeito de produtos diversos por pessoas isentas e descompromissadas com instituições.

Use isso a seu favor.

Fonte: iMasters

Slides do Treinamento Google Marketing - 17 de outubro - SP

Olá, amigos,

O Treinamento Google Marketing do dia 17 de outubro foi excelente.

Parabéns a todos vocês que ficaram por 8 horas no sábado aprendendo sobre marketing digital. Os slides já estão disponíveis para download no site da Publiweb (http://www.publiweb.com.br/arquivos) e no Slide Share (http://www.slideshare.net/Conradoadolpho/treinamento-google-marketing-17out09)

Deixem seus comentários e contatos para que promovamos uma boa rede de relacionamentos entre os empresários e participantes do curso.

Abraços a todos.

Promoção Twitter Google Marketing

posted by Conrado Adolpho in Internet

Cada código representa um desconto que será concedido apenas para o primeiro que o twittar, por isso, escolha bem. Os repetidos serão eliminados. Os descontos não são cumulativos. A promoção começa hoje, 29/09 às 10:30h e termina amanhã, 30/09 às 10:30h, ou assim que todos os descontos forem escolhidos.

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Marketing Digital

70%

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Redes Sociais

50%

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80%

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Web 2.0

50%

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40%

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Otimização

25%

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15%

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Projeto

10%

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Produção

50%

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Publicação

1%

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Promoção

10%

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Personalização

50%

ganhador: @camisetashow

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32,23%

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Conrado Adolpho

60%

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Prospectar

30%

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Conversão

10%

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Tráfego

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Twitter

30%

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Google Buzz

10%

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Links Patrocinados

5%

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SEO

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Publiweb

20%

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30%

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Mecanismos de Busca

50%

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Raphael Feliz

60%

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Aproveitando-se da atividade do consumidor

posted by Conrado Adolpho in Marketing Digital

Usuário comprando na internet

Olá, Amigos,

Estou desenvolvendo uma idéia bem interessante, que foi inicialmente desenvolvida pelo meu amigo e funcionário Raphael Feliz: como as empresas podem se aproveitar do comportamento ativo do consumidor do novo século para investir menos em propaganda e obter um resultado mais significativo.

Pensem comigo: eu sempre digo que a Internet não foi uma revolução, na realidade, ela foi uma resposta a tudo o que o usuário já estava pedindo, implorando, suplicando para as empresas - participar do processo de produção, influenciar no valor de suas marcas, participar das discussões de maneira ativa e mais ações na linha do “fazer” e não só do “assistir”.

Em face disso, o que tem acontecido é que o consumidor cada vez tem ido atrás de seus desejos, tem rejeitado o que não quer e procurado o que de fato quer. Muitas empresas gastam fortunas anunciando para consumidores que não estão interessados em seus produtos ou serviços. Antes essa técnica dava certo porque, como não havia discussão em mão-dupla, mas sim um monólogo em que as empresas mostravam e convenciam o mercado a comprar delas, o consumidor recebia a informação e a aceitava ou não. Como não havia muitas escolhas, acabava por ter que escolher uma delas.

O mercado mudou. Agora o consumidor, em uma atitude cada vez mais ativa, vai atrás de seus objetos de desejo. Procura no Google, no Buscapé, em blogs até encontrar aquilo que se encaixa perfeitamente em seus desejos, seu bolso, seus anseios e necessidades.

Uma nova estratégia surge desse comportamento. Ao invés de gastar fortunas tentando convencer os consumidores a comprar os seus produtos, o que as empresa precisam é se fazer visíveis e bem posicionadas quanto a seus produtos para que os consumidores que procurarem por eles, acharem-na.

É uma mudança completa no paradigma da comunicação. É se utilizar da atitude (dinheiro gasto em forma de tempo, banda de Internet, etc.) do próprio consumidor para economizar sua propria verba de marketing. A atitude custa dinheiro e, antes, se os anunciantes gastavam rios de dinheiro para serem os ativos dessa história, hoje, boa parte dessa atividade está no consumidor, fazendo com que os anunciantes, de forma inteligente se aproveitem dessa atividade para se tornarem mais passivos e com isso gastarem menos em divulgação ativa.

Se o produto da soma “atividade + passividade” é constante, então, quanto mais ativo o consumidor, mais passiva pode ser a empresa para obter um mesmo resultado.

Esse tema merece mais alguns dias de reflexão. Pode ser o início de uma teoria que pode representar uma grande mudança no mercado. Comentem e colaborem para que possamos criar algo mais consistente a partir daí.

Abraços a todos.

Palestra de marketing digital em Goiania

A palestra em Goiania me trouxe três grandes felicidades:

- Encontrei um amigo meu que não via há mais de 12 anos - Grande abraço Jamil.

- Conheci uma cidade que me surpreendeu pela qualidade de vida e educação da população. Parabpens goianos :)

- Um público interessado e seleto em busca de informação sobre o novo mundo digital.

A palestra durou pouco mais de uma hora. Mostro abaixo os slides da palestra para quem quiser visualizá-los.

Livro Google Marketing: baixe os 3 primeiros capítulos grátis!

posted by Conrado Adolpho in Livro Google Marketing

Amigos,

Depois de enviarmos o primeiro capítulo impresso para uma lista de blogueiros selecionados, agora, vamos disponibilizar os 3 primeiros capítulos em PDF aos interessados em conhecer o conteúdo do livro Google Marketing. Para baixá-lo, basta acessar este link.

Se quiser saber um pouco mais sobre o livro acesse a aba LIVRO Google Marketing, ou clique aqui.

Um abraço,

Leandro

minha palestra sobre marketing digital

Pessoal, já está no ar a minha palestra ministrada na Endeavor, sobre marketing digital. (Quer acessar a palestra com os slides?). Comentem para eu saber o que vocês acharam.

 

Treinamento na Petrobras sobre comunicação empresarial na Internet - 07mai08

 Olá, amigos,

Para quem participou do treinamento na Petrobras um grande abraço a todos e parabéns pela participação. Para quem quiser entrar em contato comigo, envie um e-mail para conrado@publiweb.com.br. Gostaria que comentassem o que acharam da palestra.

Abraços a todos. 

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