Categoria: 8 pês do Marketing Digital

Próximas turmas do curso para consultores de marketing digital

Amigos,

As próximas turmas para o curso de certificação de consultores de marketing digital 8Ps acontecerão nas seguintes datas e cidades:

12 e 13 de novembro
Curso de Certificação de Consultores de Marketing Digital – turma 9
Fortaleza – CE

 

19 e 20 de novembro
Curso de Certificação de Consultores de Marketing Digital – turma 10
Belo Horizonte – MG

 

09 e 10 de dezembro
Curso de Certificação de Consultores de Marketing Digital – turma 11
São Paulo – SP

Uma nova profissão: seja um consultor de marketing digital

Quando aprendemos uma nova matéria tendemos ao reducionismo, ou seja, olhar a matéria sem todas as suas nuances, diferenciações internas e outras particularidades. Por exemplo, quando aprendemos química, a tratamos como algo uniforme, homogêneo. Quanto mais estudamos, porém, descobrimos que existem áreas bem distintas como físico-química, química orgânica, áreas que se confundem com a física e com a biologia dentre várias outras nuances da matéria. Cada uma delas gerando teses de mestrado ou doutorado complicadíssimas.

Acontece o mesmo quando aprendemos qualquer outra matéria. O reducionismo para conseguirmos absorver o conhecimento generalizado aos poucos – até que nos tornemos aptos a nos aprofundarmos naquele conhecimento – é um processo normal de aprendizado de qualquer conteúdo.

Não é diferente com o que hoje denominamos marketing digital. Para muitos, marketing digital é criar sites – reducionismo puro. Para outros, é um site otimizado para o Google. Para outros, é um site otimizado com uma boa estratégia de mídias sociais. Se seguirmos por esse raciocínio, chegaremos a especializações cada vez maior do marketing digital. Para entendermos esse ponto, basta analisar a indústria de “search engine marketing” aqui no Brasil e nos Estados Unidos.

Nem falei ainda da indústria de e-mail marketing, da de conversão, venda de leads, e-commerce etc. Quanto mais maduro um mercado, maior é a micro especialização. A metodologia dos 8Ps do Marketing Digital divide bem tais competências e mostra que o universo do marketing digital não é nada simples nem fácil. É algo extenso que exige uma porção de conhecimentos.

Um tipo de matéria que, assim como gestão ou finanças, necessita de alguém que tenha a visão do todo e saiba como direcionar uma empresa para o caminho certo. Normalmente, esse profissional é chamado de “consultor”, no caso, “consultor de marketing digital”.

Quanto maior a quantidade de competências em uma área de conhecimento, mais necessária é a presença de alguém que tenha a visão do todo e que não seja um especialista em uma coisa ou outra. Há hoje os profissionais que só entendem de SEO, os que só entendem de métricas, os que só entendem de redes sociais e assim sucessivamente. No Brasil, falta o papel de alguém que tenha a visão geral de como integrar todas as competências de maneira sinérgica para potencializar o resultado da empresa.

Fazendo uma busca pela palavra “digital marketing consultant” no Google.com  - só nos Estados Unidos – obtemos mais de 1,7 milhões de resultados. Fazendo a mesma busca para “digital marketing consultant”, o Google.com nos traz mais de 16 milhões de resultados. “online marketing consultant” temos mais 880 mil resultados. Quase 20 milhões de resultados se formos somá-los.

Vamos comparar esse números com as mesmas buscas, traduzidas, no Brasil. Fazendo a pesquisa por “consultor de marketing digital” no Google.com.br, temos apenas 166 mil resultados. Para “consultor marketing na internet”, temos mais 30 mil e “consultor de marketing online”obtemos mais 118 mil.

Esses números nos mostram claramente a distância entre os dois mercados e mostram claramente quanto esse mercado no Brasil tem para crescer.

A necessidade desse profissional é percebida quando empresas contratam agências ou fornecedores web e não sabem exatamente o que fazer ou porque uma campanha não deu certo. Essa falta de um consultor é percebida também quando os empresários não conseguem definir a prioridade em termos de serviço na web – se contrata um fornecedor de redes sociais, de SEO ou muda o site. Como cada fornecedor tenta convencer o cliente de que ele é a melhor opção naquele momento, o empresário fica sem ter como avaliar a partir de uma opinião neutra.

Um outro problema que é causado pela falta desse profissional, o consultor de marketing digital, é quando a empresa não sabe o que fazer em termos de internet, não sabe nem ao menos que tipo de empresa entrar em contato para fazer um orçamento. Isso não é nada incomum.

Dada essa semana crescente, um consultor de marketing digital pode ter rendimentos mensais bem elevados em pouco tempo. O valor da hora de consultoria varia entre R$100,00 e R$400,00 para um consultor em início de carreira. Para consultores mais experientes, tal valor pode chegar a R$2.000 por hora (conheço um consultor, amigo meu, que tem um contrato mensal de R$9.000 para 4 horas mensais de consultoria).

Muitos consultores acabam sendo contratados por empresas, como já há vários casos de consultores que eu formei que virarão gerentes de marketing digital.

Com a cada vez maior quantidade de empresas entrando na internet de maneira séria e percebendo que internet é algo vital para sua sobrevivência, o papel do consultor se tornará cada vez mais crítico no sucesso da empreitada digital de qualquer negócio.

Se você quiser se tornar um consultor de marketing digital certificado, entre em contato comigo.

Material para palestra Abradif

Amigos da Abradif,

O material que vocês tiveram na palestra, podem ser baixados nos links a seguir.

1) Aula online sobre o Mind Map que receberam, inclusive a explicação do método dos 8Ps do Marketing Digital.
Imagem de Amostra do You Tube

Essa aula faz parte do curso de formação e certificação de consultores e gerentes de marketing digital segundo a metodologia 8Ps.

2) Faça o download também da tabela com as Palavras-chave no Google com a palavra FORD . Já fiz o download e tratei os dados no Excel. Perceba como que uma boa parte das buscas tem a ver com o nome dos distribuidores e com relação a busca de distribuidores em cada cidade.

Essas serão as palavras que cada distribuidor deverá trabalhar em seu site utilizando as estratégias de SEO.

3) Aula online sobre SEO. Essa aula que ministrei em um curso online sobre marketing digital.

Com esse material, tenho certeza de que conteúdo discutido na palestra será muito melhor aproveitado e implementado nos negócios de vocês :)

Slides da Palestra para o Sebrae PB – Marketing digital para a indústria moveleira

Amigos de João Pessoa,

Seguem os slides da palestra de ontem. Não se esqueçam de assistir a aula sobre integração digital - a aula que une todas as competências de marketing digital em um só cenário – e a aula sobre SEO – otimização de sites para o Google.

 

Redes sociais + mídias sociais como ferramenta de divulgação da sua marca

Uma maneira de divulgar sua marca que divulgo muito é por meio de conteúdo relevante. Falo bastante isso porque o que as pessoas disseminam é conteúdo, seja ele um vídeo engraçado, um infográfico ou uma música em mp3. Quando você cria conteúdo e o divulga na internet, ele é mais facilmente compartilhado pessoa a pessoa do que fazer uma propaganda da sua marca.

Muito mais consumidores enviariam para um amigo um vídeo que mostre como o um cão arteiro cria maneiras de roubar o sanduíche da mão do dono do que um vídeo institucional que mostre as dependências de um pet shop. Se o vídeo do cão tiver uma assinatura “se o seu cão é um artista, traga ele no nosso pet shop. Nossa tratamento fará ele se sentir uma celebridade”, tanto um vídeo quanto outro terão mesmo objetivo – divulgar o pet shop, porém, o primeiro será muito mais eficiente.

Pensar em diversas maneiras de criar tal conteúdo é uma tarefa divertida, basta entender as motivações do consumidor em passar para frente uma determinada informação. Um consumidor geralmente passa para seus mitos algo que tenha gerado valor para ele e que ele saiba que vai gerar valor para o amigo. Tal valor pode vir na forma de algo que seja útil, de algo que seja engraçado ou de algo que seja inédito ou surpreendente além de mais duas ou três outras características.

Útil, engraçado, inédito ou surpreendente são adjetivos, ou seja baseado em percepções pessoais. O que é útil para mim pode não ser para você. Isso nos leva ao primeiro movimento que temos que dar em uma ação digital: conhecer muito bem o público-alvo da ação. Descobrir suas necessidades e desejos é essencial para uma ação de sucesso.

Uma vez que você descubra o que gera valor para o seu público-alvo, você deve produzir o conteúdo e promovê-lo. Se você já leu o livro Os 8Ps do Marketing Digital, sabe que vai veiculá-lo nas mídias sociais de conteúdo. Se você tiver fazendo um vídeo, a opção óbvia é o YouTube. Se for uma apresentação de slides, SlideShare e assim por diante.

Veicular não significa distribuir. Na economia puramente de átomos, tínhamos empresas que se concentravam somente em veiculação, outras que tinham como objetivo a distribuição e várias outras que perfaziam a indústria da comunicação. Hoje, tal indústria cabe em um notebook. Você pode produzir um vídeo no celular, fazer o upload para veiculá-lo no YouTube e distribuí-lo nas redes sociais. Será nelas que a distribuição ocorrerá de forma mais intensa de pessoa para pessoa.

O Google também será uma peça importante nessa distribuição caso se concentre na otimização desse conteúdo. Porém, se associar Google com Facebook (atualmente o maior Player em compartilhamento de informação devido à facilidade que ele permite tal compartilhamento por parte do consumidor) seu resultado será potencializado. Pessoas encontram o seu conteúdo no Google em um link na busca natural apontando para uma mídia social de conteúdo e com artilham esse conteúdo no Facebook.

Pense sempre em conteúdo relevante. Vejamos alguns exemplos:
- vídeos engraçados no YouTube de cachorros fazendo arte para divulgar um pet shop
- vídeos úteis no YouTube ensinando como montar um móvel para marcas de ferramentas
- fotos úteis no Flickr com infográfico sobre como fazer um currículo para uma empresa de recolocação
- apresentação com dados surpreendentes de slides no SlideShare sobre as ruas de São Paulo com mais furtos de automóveis para uma empresa que venda seguros de automotivos

Com tal estratégia você conseguirá divulgação gratuita da sua marca a partir dos próprios consumidores nas redes sociais. Sem dúvida uma maneira de você diminuir muito o seu custo de conversão e aumentar o seu tráfego a partir das redes sociais.

Curso de Marketing Digital – aula gratuita do curso 8Ps

Olá, amigos,

Como todos sabem estou ministrando um curso de Formação e Certificação de Consultores de Marketing Digital segundo a metodologia 8Ps do Marketing digital. O curso tem duração de 30 horas (16 horas presenciais e 14 horas online). As aulas dos módulos online tem entre 2 e 3 horas de duração. Uma das aulas eu resolvi divulgar aqui gratuitamente para que vocês vejam como que o curso se desenvolve.

Resolvi divulgar a aula 4, que é sobre a integração de várias competências do marketing em ambiente interativo. Essa aula ensinará bastante a micro, pequenos e médios empresários de como utilizar a internet de um modo sinérgico.

A explicação detalhada de cada um dos pontos pode ser aprendida no curso de certificação e no meu livro “Os 8Ps do Marketing Digital“.

Espero que gostem da aula :)

Slides das palestras de Juiz de Fora (29/ago) e de Vitória (30/ago)

Amigos,

Os slides das palestras que dei em Juiz de Fora e Vitória já estão no meu perfil do Slide Share para download. A foto a seguir é da palestra de Vitória, com mais de 300 pessoas. Participação total.

 

Em breve teremos o curso de formação e certificação de consultores de marketing digital em Juiz de Fora e Vitória. Acompanhem o blog e o meu Facebook para saberem das datas (elas serão definidas em breve).

Obrigado à calorosa recepção de todos os mais de 600 participantes de Juiz de Fora e Vitória. Duas cidades que adoro. Obrigado, mesmo ;)

Abraços a todos!

FInalmente, Social Commerce

Na segunda edição do Google Marketing, em 2008, falei de uma tendência que prometia muito, o comércio social, ou s-commerce. Naquela época ainda não havia uma rede social flexível para possibilitar tal ação por parte das lojas.

O programa de filiados é uma espécie de s-commerce, porém, bem low profile. Faltava tecnologia e um grande player para apoiar a tendência e transformá-la em realidade. Eu disse “faltava”. Em algumas palestras e em um post, já havia falado na relação entre o comércio por catálogo e pela internet.

Após um projeto de um ano, o Magazine Luiza lança sua plataforma social de venda C2C – consumidores vendendo para consumidores produtos do Magazine por meio de redes sociais. Como eu diria: poético :)

Esse movimento, certamente, vai mexer com o mercado e muitos outros players o seguirão. Aparecerão empresas para criar estratégias de s-commerce para e-commerces. Entraremos em uma nova era de micro-segmentação em que o comércio irá se integrar ao social. Para quem leu o livro 8Ps, em que o mercado econômico irá se integrar melhor ao mercado social. Talvez essa ação seja o elo perdido para tal integração.

É claro, saiba que você ganhará amigos vendedores, o que, dependendo do amigo não vai lhe agradar muito, porém, o amigo invasivo você perdoa, a marca, não.

 

Gamificação: um mundo em jogo

Se você tem trinta e poucos anos, você deve se lembrar de Enduro, Pitffal, Pac Man e, principalmente, Decathlon – o destruidor de joysticks. Os tempos em que um Atari e um grupo de amigos para contarmos e disputarmos nossos pontos eram o suficiente. As dicas de jogos que se espalhavam pela comunidade – a rede social offline.

Foi uma época que marcou a muitos de nós em todo o mundo. A época do Atari passou, mas a época dos jogos, não. A indústria de games já fatura mais do que a indústria de cinema, já há um bom tempo. O público-alvo dos games elevou sua faixa etária ao longo dos últimos anos. Adultos e pós-adolescentes povoam os compradores de jogos, seja online – como os famosos MMORPG (Massively multiplayer online role-playing game) – ou os jogos de consoles como Nintendo Wii ou Play Station 3.

O que mostrei nos parágrafos anteriores pode até ser novidade para alguns leitores, porém, existe um desdobramento dessa tendência que devemos ficar muito atentos, pois vai mudar a nossa maneira de fazer negócios.

Acompanhe meu raciocínio. Se você se lembra bem da sua época de gamer, o que mais escutava era “esse menino é viciado nesse jogo” ou a sua mãe gritando algo do tipo “Carlos Alberto, eu já falei para você largar esse joguinho e vir logo jantar”. Chamar o nome todo é uma técnica utilizada por mães do mundo todo e sempre deu certo para dar o tom de seriedade quando somos crianças.

Esse estado imerso na realidade do jogo em que o mundo real se torna irrelevante é chamado “estado de fluxo”. Eu chamaria por um outro nome – engajamento.

“Peraí, você falou engajamento?”, você deve estar pensando. Essa não é uma das palavras mais cobiçadas de um mundo em que as marcas enfrentam cada vez mais concorrência? É ela mesma.
Parece que os jogos já resolveram há muito tempo a questão de engajamento do consumidor, tanto que os advergames já são realidade há muito tempo. Ou então, marcas anunciando dentro de jogos, como Fifa.

Se os jogos geram engajamento, ao invés de levarmos nossas marcas do mundo real para dentro dos jogos, por que não trazer o jogo para o mundo real em que estão nossas marcas? Essa é a pergunta que muitos norte-americanos estão se fazendo em alimentando uma tendência chamada “gamificação”. Um dos poucos nomes referência nesse assunto é Gabe Zichermann.

Segundo uma palestra ministrada por ele no TedX em Bruxelas, “70% das aplicações das 2.000 maiores empresas do mundo serão gamificadas até 2.015″. A Gartner prevê que 50% dos seus processos de inovação serão também eles gamificados.

A palavra me foi apresentada em uma agradável conversa com o amigo Israel Nacaxe – gamificação. O que é um processo gamificado, afinal? Levar para rotinas comuns do dia a dia os conceitos de games, como recompensas por ações, diversos níveis a serem explorados (tome como exemplo os badges do Foursquare), colaboração, ranking board e muitos outros.

Por outro lado, adesão a games é algo muito fácil à natureza humana uma vez que eles permitem várias chances de vencer em um mundo em que tudo é possível e, principalmente, começar de novo. Algo que não é possível, mas desejado, na “first life”. Os games atuam no cerne da teoria de Maslow. As duas grandes molas que movem o ser humano são o medo e o prazer. A punição por não ter feito, prática comum em empresas de todos os tipos, trabalha no campo da punição. A recompensa por ter feito, no universo gamificado.

A gamificação não atua no “fun” puro e simples, mas no aumento de prazer e engajamento em tarefas cotidianas, aquelas tarefas naturalmente chatas e de difícil adoção. O universo dos games baseados em puramente em diversão é apenas o início de tudo isso. A gamificação irá invadir o mundo inclusive de quem diz coisas do tipo “não tenho paciência para jogos. Isso é coisa de criança ou de quem não tem o que fazer”. Não se engane, você também será gamificado em pouco tempo.

O fato de termos uma geração que cresceu em meio à explosão de games entre as décadas de 70 e 80, a geração XY – o maior grupo etário do país, entre 20 e 40 anos hoje – altera de maneira significativa a estratégia das empresas que necessitam gerar engajamento de seu público-alvo. O processo de gamificação atua em um universo de prazer aprendido pelos jogos ao longo de décadas.

Professores têm usado processo gamificados de aprendizado em sala de aula para aumentar a atenção dos alunos – lembre-se que vivemos em uma época de crise de atenção gerando menor recall de marca devido à quantidade abissal de estímulos. Uma prefeitura têm utilizado técnicas de games em radares – carros que passam abaixo da velocidade limite em radares passam a participar de uma loteria custeada pelas multas dos carros que passam no radar acima da velocidade permitida.

Os antigos programas de fidelidade nada mais são do que uma gamificação prosaica, porém, não planejado como game e sem vários elementos que perfazem tal processo de maneira formal. É lógico que definir gamificação é algo razoavelmente complexo uma vez que ainda é uma nuvem intangível com alguns poucos resultados práticos – muito positivos, contudo. No Brasil é assunto de alguns poucos blogs, mas já mostra sua força em iniciativas pelo mundo.

Agora que entendemos o conceito macro do que é a gamificação, imagine trabalhar tal tema com o que vivemos hoje nas redes sociais. Juntarmos pontos em radares e mostrarmos nosso ranking no Facebook ou ganharmos um badge de “chef” porque compramos três vezes no mês um molho de tomate. Um mundo em que o MMORPG será a nossa própria vida em rede. Micropagamentos, assim como alguém que compra uma vaquinha roxa no Colheita Feliz, transformarão o que é mercado social – luta pela reputação pelo ranking em um processo gamificado juntando pontos e dinheiro (como um ranking de um anúncio de Adwords) – em mercado econômico, dinheiro vivo no caixa das empresas gerando uma experiência positiva e engajada do público-alvo.

Tenho certeza de que abri uma porta para você, leitor, pensar e repensar em suas estratégias acrescentando um viés de “game based marketing” – leia o livro com o título entre as aspas – em seus negócios. Lembre-se de sua época de gamer e imagine se sua empresa se chamasse Enduro.

Preste atenção nesse assunto que ainda vai gerar muitas mudanças no mercado. Gamifique-se.

Minha entrevista na CBN

Amigos,

Compartilho com vocês a seguir o vídeo da entrevista que fiz na CBN.

Imagem de Amostra do You Tube


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