Categoria: Internet

O maior dia da mentira do mundo

Agora que você chegou até aqui, entenda a brincadeira.

A proposta é criar o maior dia da mentira do mundo.

Hoje, dia 1º de abril – usualmente chamado de Dia da Mentira, nós criaremos uma notícia fake apontando para esse post. Quando a pessoa chegar aqui, ela vai entender que a notícia era fake e que a brincadeira é ela criar a sua própria notícia fake e espalhar pelo twitter com a hashtag #0104.

Portanto, agora que você chegou até aqui, crie a sua notícia fake e espalhe pela internet com a hastag #0104.

Com todo mundo apontando para o mesmo post, vamos poder mensurar quantas pessoas participaram da brincadeira, retweetaram etc.

Resumindo:

- Crie uma notícia Fake

- Envie o Tweet com o encurtador de URL http://conra.do/fJrLib

- Ponha a hashtag #0104

Isso possibilitará que mensuremos o resultado que o tweet deu e o quão longe ele chegou. Para acompanhar o resultado basta acessar o link http://conra.do/fJrLib+

Abraços e Feliz Dia da Mentira :)

Dica de livro de SEO

Dica de livro: A arte SEO.

Livro bem completo escrito por 4 profissionais de SEO e com bastante conteúdo. Mais um excelente livro de uma excelente editora: O’Reilly/Novatec.

Dicas de Marketing Digital gratuitas – uma empresa por dia

Pessoal,

A partir do dia 01/11, 08/11 (devido à falta de tempo) durante 10 dias, vou escolher uma empresa por dia para dar dicas de marketing digital. Quem quiser participar ponha suas empresas nos comentários desse post. Quanto mais empresas participarem, mais empresas vão conhecer as empresas participantes :)

Espalhem!

Abraços e sucesso.

“Comer, rezar, amar” e as tendências no comportamento do consumidor

Fui ver “comer, rezar, amar”. Filme bom. Não tinha como dar errado. Alia elementos de livros de auto-ajuda com viés espiritualista e romance temperado com climax de rompimento. A verdadeira “jornada do herói”, de Campbell, muito bem elaborada e filmada. Um sucesso certo de literatura e bilheteria.

Apesar de todos os homens serem notadamente o “sexo frágil”(exceto alguns figurantes) e um Javier Bardem brasileiro falando português de Portugal e que beija o filho na boca (!), as paisagens a mítica da transformação e as mensagens nas entrelinhas fazem valer o filme, como bem dito pelo blog Imediatices.

Todos que eu conheço que viram o filme, gostaram, inclusive os homens. Eu, que não confio nas unanimidades, digo, ainda assim, o filme é bom.

Aliás, o filme vem bem em uma época em que as pessoas estão procurando “equilíbrio”, que é uma palavra importante no filme. A busca da personagem vivida por Julia Roberts pelo seu próprio centro.

A cena clássica de curtir a si mesmo lendo um bom livro em um simpático bistrô em uma arborizada rua da antiga Paris povoa as mentes de pessoas no mundo inteiro (inclusive na glamourosa Paris) como um “encontrei o equilíbrio de não precisar de mais nada para ser feliz”.

Muitas pessoas não conseguem ficar acompanhadas de si mesmas. Procuramos sempre o barulho e fugimos do silêncio…que pode ser muito incômodo ao nos colocar sozinhos conosco mesmos.

Procuramos ser os nossos próprios heróis ao passo que buscamos nossa essência.

O filme vai muito ao encontro do que percebemos nas mudanças no comportamento do consumidor em direção a uma descoberta de si mesmo. A busca pela sua identidade em um mundo tão caótico. Javier Bardem já tinha feito um outro filme que tem uma temática parecida em “Vicky, Cristina, Barcelona”.

Russell Crowe em “Um bom ano” também enveredou pelo tema da auto descoberta. Filmes que narram a saga interior de transformação do ser humano recebem uma resposta muito favorável em uma época em que é exatamente isso que as pessoas estão querendo: se descobrir.

Outro filme que explorou o tema foi “Sob o sol de Toscana“, com Diane Lane. Bem ao estilo de “Comer, Rezar, Amar”. Mulher procurando a si mesma viaja para Itália, resolve ficar em Toscana e se descobre em uma nova vida. Tanto em um filme quanto em outro, a maior viagem é ao interior de si mesmo.

Talvez um dos filmes mais clássicos de transformação e viagem ao próprio interior tenha sido “A lista de Schindler“.

O engraçado e sintomático é que os filmes citados se passam na Europa. Uma Europa de vida tranquila e que valoriza o ser humano (Retire a Lista de Schindler dessa última frase). Valoriza a amizade e os problemas de cada um como um universo a parte.

O encontro de universos que se dá no encontro de dois seres humanos, tão bem explorado pelos filmes citados se torna um personagem a parte. Como “Um homem, uma mulher, uma noite” em que a relação é um terceiro personagem, “Comer, Rezar, Amar” explora relações, amizades e diálogos de tempos distintos e dragões interiores. O contraste entre a moderna Nova Iorque e as ruínas de uma antiga Roma parece retratar o mesmo conflito contemporâneo diante da dificuldade de se construir sua própria identidade em meio ao caos.

O velho mundo que, com sua sabedoria, já descobriu que mais importante do que o trabalho e o lucro é o “dolce far niente” acompanhado de um bom vinho e uma ótima companhia.

Interessante essa visão romântica que o lado de cá – Américas – tem do continente europeu. A ideário da sabedoria em viver.

Assim como o oriente veio até o ocidente com toda a força na forma de inúmeros restaurantes japoneses, massagens tailandesas e novos adeptos ao budismo, a europa agora está tendo a sua vez.

Prestem atenção nesse movimento. Uma tendência que trará bistrôs, pubs, hotéis menores e aconchegantes, restaurantes pequenos e com boa comida, locais para se sentar observando a natureza e lendo um bom livro e tudo o que a europa naturalmente já tem.

Se há alguns séculos imitávamos a Europa em seu glamour e requinte, agora, o mundo volta a se “europizar” procurando aquilo que o velho continente nos ensina. Fundimos ocidente e oriente em uma busca pelo equilíbrio que só o centro nos dá. O caminho do meio budista ou ainda o meio termo entre os prazeres mudos da comida na agitada e falastrona Itália, a quietude meditativa da caótica e barulhenta India e, por último, os segredos de liquidificador de um amor intenso.

O equilíbrio só pode ser encontrado no desequilíbrio. Para se encontrar, às vezes, é preciso se perder.

Um bom filme que mostra que não vendeu tanto a toa. Vale a pena assistir com olhos das tendências que virão e do mundo em que vivemos.

Marketing é vida. Saia um pouco da frente do computador e vá comer, rezar e amar um pouco.

Quantas pessoas retwittam um post sem nem ao menos lê-lo?

Olá, Amigos,

Terminamos com a pesquisa. Vou postar os resultados em breve com minha análise.

Os resultados foram:
534 cliques
54 Retweets
57 comentários (excluindo os meus 5 comentários)

Abraços a todos

Para quem quiser saber sobre o que foi essa pesquisa, leia o restante do post.

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Orkut x Facebook: um case de posicionamento de marca ou interesse global?

O que mais ouvi nas últimas semanas foi  ”O Orkut está virando o Facebook”, “Não migrei para o novo layout do Orkut”, “Vou fazer meu orkuticídio” e por aí vai. Por algum motivo, o Orkut, que sempre foi uma febre no Brasil, está começando a perder a sua força por conta das ondas geradas por um invasor: o Facebook. Será um problema do Orkut de falta de posicionamento de marca junto ao Brasil?

Tenho algumas reflexões a respeito disso.

Todo mundo se lembra quando a AOL veio para o Brasil. A maior do mundo vinha ameaçar o reinado do UOL. Sabemos o que aconteceu durante alguns meses. Uma batalha inglória que o UOL saiu mais do que fortalecido.

A grande diferença entre os dois era: o UOL conhece muito bem os hábitos do brasileiro, simplesmente porque tinha grandes e tradicionais grupos de mídia e jornalismo por detrás de toda a sua operação. Conhecia o brasileiro a fundo e há muito tempo.

Não podemos dizer que o Google, com toda a sua máquina de gerar respostas a todo o segundo, conhece de fato os meandros culturais de um país complexo como o Brasil.

Segundo li em uma pesquisa há alguns anos – do e-marketeer -, o brasileiro dá muita importância para o número de amigos. Sendo o Brasil um país culturalmente gregário, é natural que o Orkut tenha crescido de forma exponencial aqui (e também na India).

O Orkut valoriza o grupo, as comunidades, o número de amigos (informação facilmente visível na página de perfil), o número de fãs etc. Lembra-se de quando o Orkut mostrava o número de amigos ao lado do nome da pessoa? Era uma espécie de ranking. Esse era o grande ponto de aderência com o povo brasileiro.

O Orkut sempre foi um medidor de popularidade: os corações, estrelas de fãs e carinhas legais eram uma espécia de medalhas – como os badges utilizados hoje pelo Foursquare.

Lembro de uma comunidade chamada “Meu Orkut não sabe contar”, ou algo do gênero, em que pessoas se revoltavam pelo fato de ter 150 amigos e o Orkut só mostrar 90. Era motivo de indignação. “Lutei tanto para conseguir 150 amigos e o Orkut não reconhece”(!)

O Facebook, apesar de ter se modificado ao longo do tempo, ele, tendo nascido em um país muito mais individualista, valoriza a pessoa, o indivíduo, não o grupo. Não é tão fácil quanto no Orkut encontrar o número de amigos. Fãs, só para as páginas de empresas (que agora é simplesmente página, e não mais “fan pages”). Quem tem fã no Facebook é marca, artista ou empresa, não pessoas comuns. Simples mortais. No Orkut todo mundo é uma estrela – todos têm fãs.

O Facebook valoriza os aplicativos que a pessoa tem, o jogo que a pessoa joga e, é lógico que vem mudando ao longo do tempo mas claramente valoriza a pessoa e suas atualizações, não a quantidade de fãs que ela tem. Não pegou no Brasil (pelo menos não, inicialmente). É apenas uma redes social, não um “popularômetro” tipicamente adaptado ä cultura brasileira.

Porém, há alguns meses, o jogo se inverteu. A marca Facebook é muito forte e, independente de não valorizar amigos ou fãs, a sua simples menção já causa frisson. Natural, assim como a AOL causou ao chegar no país. Assim como a Fiat causou amargando um prejuízo durante anos só para estar presente no país. Assim como o desafiante sempre causa quando chega dizendo que vai fazer e acontecer. Isso é normal.

No caso da AOL, apesar de outras variáveis externas, o UOL só fez fortalecer seu posicionamento para ficar mais integrado ainda com a cultura que o criou.

Com o duelo Facebook x Orkut, o que aconteceu foi o contrário. O Orkut se assustou e quis virar o Facebook. O Orkut quer jogar um jogo que foi o Facebook que inventou. As chance de ganho são pequenas, mesmo para um Google.

Lembre-se de que a Microsoft, que sempre reinou no universo da tecnologia não foi capaz de vencer um estreante Google no campo das buscas e da interatividade. É questão de DNA e interesse.

A questão, porém, é maior do que ganhar o jogo no Brasil. A questão é: “O Brasil, como uma peça única em um jogo global, interessa ao Google, uma empresa global?”

Os fatos estão mostrando que, apesar do Brasil ser uma peça importante pelo tamanho do seu mercado, tempo de navegação, adoção à redes sociais e todas as outras métricas que estamos carecas de saber, isso pode não representar muito em um jogo que envolve todos os outros países do mundo, principalmente, os de maior poder aquisitivo.

Como em um “Monopólio”, (você se lembra do jogo Monopólio?) o Google quer ganhar grupos de nações, não países isolados. “Se é do modelo Facebook que eles (o mundo) gostam mais, daremos Facebook – mude a interface, mude as funcionalidades, coloque os joguinhos famosos no Facebook e vamos partir para a inovação baseada em cópia e na compra”.

“O Brasil não está migrando para o novo Orkut? Não tem problema, estamos preparando uma nova ofensiva que será a grande rede social do Google”

Me parece a Guerra das Colas ou a Batalha dos Browsers se repetindo em outros campos. Os jogadores e as peças mudaram,  mas o espírito da batalha continua o mesmo – o da velha economia.

O problema é que a Guerra hoje se vence com armas diferentes. Armas que têm muito a ver com preferências individuais do que quem tem mais arqueiros ou cavalaria. É a nuvem disforme de consumidores que pendem os pratos dessa enorme balança com uma fluidez muitas vezes não compreendida antes da balança virar. É no micro-target que se vence a guerra.

Será um jogo interessante que, ao contrário do que muitos dizem, não acho que será o consumidor a sair ganhando dessa guerra. O próprio Facebook não é lá essas coisas em termos de funcionalidades, mas é a festa mais cheia. Independente da cerveja estar quente, é lá que todos querem estar.

O que vejo é que a batalha das redes sociais está começando e ainda trará muitas surpresas e desavenças. Vamos esperar para entender melhor como que a velha economia continua influenciando na nova economia.

Lifestreaming e as Redes sociais: o indivíduo como produto

Não se passa um dia que não ouvimos algo a respeito de como as redes sociais estão mudando as empresas, de como a eleição do Obama foi 2.0, de como utilizar o Twitter para gerar mais vendas e de como o Facebook está crescendo. Estas notícias já se tornaram lugar-comum. Cada vez mais as pessoas se ligam aos seus semelhantes pela internet fomentando uma grande debate de ideias, de conceitos, em torno de um ambiente sem geografia e sem relógio.

As redes sociais são mais do que uma ferramenta digital para ajudar em campanhas políticas. São uma nova maneira do homem exercer um velho hábito: se relacionar com seus pares.

O crescimento das redes sociais vem ao encontro do que Zygman Baugman denomina de “Vida para Consumo” (nome de um de seus livros) – o consumidor como produto.

Aliás, a estratégia de transformar ilustres anônimos em produtos é uma constância em programas como Big Brother, Survivor e toda a infinidade bizarra de “reality shows” que se espalham pelo mundo.

No Twitter você segue os tweets de famosos e com isso “consome” tal produto da mesma maneira que consome as fotos de um anônimo no Flickr ou um vídeo no YouTube.

É um sintoma claro da pós-modernidade, mas, a partir do momento que o ser humano vira produto, todas as regras de mercado aplicadas a produtos começam a ser aplicadas no tratamento e “venda” da imagem do indivíduo. A embalagem, o conceito, a divulgação, o tão falado “marketing pessoal”.

As redes sociais potencializam o “ser como produto” e passam a mostrar a individualidade de uma forma nunca vista, em detalhes. Pessoas relatam seu dia a dia no Twitter, postam fotos de suas viagens no Orkut e dizem minuto a minuto onde se encontram via FourSquare. 

É a era do lifestreming (já falei desse conceito em outro artigo). A ideia é seguir pessoas, não blogs ou tweets. Transformar a pessoa em produto a ser consumido.

É a partir dessa observação que muitas empresas têm agido de modo a transformar seus executivos em uma espécie de “garotos propaganda” da própria empresa. Transformá-los em celebridades instantâneas para que as pessoas o sigam, e por tabela, se liguem à marca da empresa.

Isso só é possível devido à natureza humana da internet, apesar de muitos acharem que ela é de natureza tecnológica. O Grau de Atividade do Consumidor faz com que ele se ligue a pessoas, não tanto à marcas ou empresas. Lembre-se de uma máxima: a internet não é uma rede de computadores, é uma rede de pessoas.

Preste atenção nessa tendência. Se bem utilizada, sua empresa pode gerar muitos lucros.

Palestra Feninjer do dia 09/fev2010

Pessoal,

Estou postando abaixo os slides da palestra de 09fev da Feninjer.
A palestra foi ótima. Parabéns aos participantes pela participação.
Está disponível para download.

Slides da palestra de sábado – 06/fev – na 50ª Feninjer.

WORKSHOP GOOGLE MARKETING

Um treinamento intensivo que apresentará estratégias avançadas para a geração de tráfego e lucro por meio da internet, com uma metodologia clara e resultado comprovado por dezenas de empresas em todo país.

COM ESSE WORKSHOP VOCÊ APRENDERÁ:

Conceito de marketing e vendas digitais;

Como a internet pode aumentar seu volume de négocios;

Comportamento do consumidor digital;

Como posicionar o site da sua empresa no primeiro lugar do Google, na busca natural e na busca paga;

Como divulgar o próprio negócio em redes sociais;

Como mensurar o resultado de cada ação analisando o que deu certo e o que não deu, melhorando, assim, as ações de marketing digital seguintes;

Como analisar dados para que sirvam de informações estratégicas na tomada de decisão;

Como prospectar mercado e descobrir novas opurtunidades na web.

Data: 24 e 25 de março de 2010.

Horário: 8h30 às 17h30

Carga Horária: 16h

Informe-se: 51. 3211. 0399


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