Feliz dia das mães
Amigos,
Em 2009 escrevi um poema para um um vídeo de um cliente, a Góoc, para o dia das mães. Lembrei dele e gostaria de compartilhá-lo com vocês. A locução é de um amigo meu.
Amigos,
Em 2009 escrevi um poema para um um vídeo de um cliente, a Góoc, para o dia das mães. Lembrei dele e gostaria de compartilhá-lo com vocês. A locução é de um amigo meu.
Amigos, trago para vocês nesse feriadão, uma palestra muito interessante e divertida do Andre Kischinevsky, do Infnet, no Rio (confesso que para escrever o nome dele, só utilizando copy/paste).
Divirtam-se
Palestra de Marketing Digital – Andre Kischinevsky por kischi no Videolog.tv.
A banda escocesa de Rock, Franz Ferdinand trouxe sua turnê para o Brasil no início de 2010 (a imagem acima é da turnê de 2006), onde se apresentou em 4 cidades começando em Porto Alegre, passando por Rio de Janeiro e Brasília e finalizando a turnê em São Paulo. Como já é de costume em shows de rock, uma banda é responsável por fazer o show de abertura para agitar o público antes da banda principal.
Na maioria dos casos são escolhidas bandas do país onde acontecerá a turnê, mas nem todas as organizadoras de eventos escolhem bem os responsáveis pelo show de abertura e a divergência entre os estilos musicas das bandas vem gerando bastante polêmica nos shows e duras críticas as organizadoras.
Para evitar este tipo de problema, a banda optou por outra maneira na hora de escolher as bandas para os shows de abertura. O Franz Ferdinand criou o site www.day1e.com.br/franzferdinand/ onde bandas locais interessadas em abrir o show deles em uma das cidades podiam se cadastrar, enviando perfil no My Spaces, fotos, músicas e vídeos.
Após a etapa de cadastramento que teve um total de 200 mil bandas inscritas, ficou mais fácil da banda escocesa escolher aquela que mais tinha seu estilo musical. A escolha das bandas para a abertura foi muito boa, tanto que os fãs gostaram das apresentações nos 4 shows.
A Internet permite rapidamente reunir quantidade que gera qualidade de uma forma muito barata. Essa ação mostrou o queanto a Internet permite que o público-alvo participe de “ações autosserviço” de maneira abrangente.
Segundo reza uma lenda, Mark Zuckerberg, também conhecido como o garoto bilionário fundador do Facebook, certo dia, em que estava desenvolvendo o que viria a ser a maior rede social do planeta lembrou-se que tinha uma prova para estudar em seu curso em Harvard. O problema é que ele não tinha tempo para estudar porque estava montando o futuro bilionário dele, porém, ser reprovado na matéria não era uma opção.
Zuckerberg montou uma página na web com todas as obras de arte que cairiam na prova e colocou um espaço em branco para as pessoas comentarem sobre cada uma. Espalhou a página entre seus amigos. Imediatamente cada um contribuiu com o que sabia. A soma de todas as contribuições fez da página a melhor coleção de dados que não estava, na sua totalidade, na memória de ninguém, mas agora todos podiam usufruir do conhecimento coletivo. Você lembrou da Wikipédia, certo? É exatamente esse o princípio. A inteligência coletiva.
Pense em como sua empresa pode, em meio à quantidade, descobrir a qualidade, divulgando para o mercado suas iniciativas e o que necessita em termos de produtos, serviços, fornecedores, ideias etc. Esse é exatamente o princípio da Inovação aberta, que já falei no blog, tendência já presente para chegar a todo tipo de empresa nos próximos anos.
A queda da barreira geográfica é que permite tais ações. Esse é um caso de “Pense globalmente, aja localmente”. A internet é um ótimo veículo para reunir pessoas ou instituições que estão espalhados por qualquer lugar do mundo. Essa é uma das grandes mudanças que a internet trouxe para o nosso mundo baseado em informações.
A primeira vista os dois smartphones da imagem parecem o mesmo: um iPhone. Se prestarmos mais atenção, veremos que o da direita é um pouco diferente. É o que chama-se vulgarmente de HiPhone. Uma cópia do iPhone.
O HiPhone, ao contrário do primo famoso, custa em média R$199,00 parcelado em 12 vezes sem juros e tem mais funções. Pega até TV. Por que então custa tão mais barato do que o iPhone? Você certamente já sabe a resposta. Marca.
A Apple é campeã em valorizar sua marca. Trabalha boatos, design, percepção de inovação e status, marketing de expectativa e várias outras ferramentas de marketing para obter o maior valor possível percebido pelos seus aparelhos. Uma vez que conseguem um alto valor percebido, podem cobrar um preço muito maior do que um concorrente sem marca, um genérico como o HiPhone.
No caso do case que estudamos do Radiohead, foi exatamente esse embate entre preço e valor que foi exposto.
O que vou falar, intuitivamente, você já sabe. O que dizer da questão de preço e valor em um mundo mais prosaico – no site da sua empresa?
Vamos entender melhor o porquê de acontecer uma compra. Uma pessoa compra algo quando o valor percebido por ela do produto em questão é maior do que o preço pelo qual a empresa está cobrando por ele. Quem escolhe preço é a empresa, mas quem atribui valor é o consumidor.
Só compro um notebook por R$3.000 se percebo que ele vale mais do que isso para mim. Eu sinto, então, que estou ganhando mais do que estou gastando. Estou levando mais valor do que o preço pelo qual estou pagando. Para alguém que já tem um notebook igual, porém, o valor de um segundo notebook já não é tão alto. Não vale os R$3.000. Valor é algo individual e temporal, depende da necessidade do momento. Quanto melhor você entender o valor individual atribuído a seu produto ou serviço, melhor saberá que público enxerga maior valor no que você vende.
Falando um pouco mais de “preço”, este não precisa ser somente monetário, em dinheiro. O conceito de “preço” para se adquirir um produto é bem mais abrangente. Pode ser o medo que se tem de passar o cartão de crédito em um e-commerce de origem duvidosa, o tempo que eu tenho que gastar para preencher um formulário muito longo e até o meu número de celular que eu tenho que revelar para baixar um ringtone.
Se eu preencho o formulário ou passo meu cartão de crédito, apesar do medo ou falta de tempo, estou enxergando mais valor no que eu vou receber posteriormente do que o preço que tenho que pagar, ou seja, o tempo ou o medo.
Quanto maior o preço – monetário ou psicológico – menor será a quantidade de pessoas que irá se converter em compradores. Quanto maior é o preço que sua empresa cobra por algo, maior será o valor que terá que mostrar para convencer alguém a pagá-lo. Cada campo a mais de um formulário, cada passo a mais em um funil de compras, cada clique a mais para o consumidor chegar à missão crítica, significa um aumento de preço. Qual o valor percebido que você está gerando para fazer com que o consumidor, mesmo com todas as barreiras, atinja a missão crítica?
Todos nós sabemos que a melhor estratégia para converter mais clientes é aumentar o valor ao invés de abaixar o preço. A pergunta, então, passa a ser: “como consigo aumentar o valor percebido de um produto ou serviço exposto no meu site”?
Você já leu aqui mesmo no blog que vivemos em uma economia baseada em informação e que é ela o papel de protagonista no mercado. Na maioria das vezes a primeira impressão que seu cliente terá de sua empresa será por meio do site dela. O valor da sua marca será percebido a partir do que ele vir de informações sobre o seu site. Quanto mis você caprichar na informação, mais valor o seu site terá para os visitantes e maior será o “preço” que sua marca poderá cobrar.
Lembre-se sempre de que o consumidor, para perceber valor, se utiliza de critérios muito subjetivos. Um outro ponto é que, para perceber valor, o consumidor dificilmente o percebe na tecnologia. Atualmente, tecnologia já não é diferencial, é condição sine qua non para se estar no mercado. Um HiPhone tem tanta, ou mais, “tecnologia” do que um iPhone, mas não gera o mesmo valor percebido nem de longe. E tem mais, como a maioria dos produtos hoje são fabricados na China, muitas vezes o produto pirateado é fabricado na mesma fábrica do produto original – o que nos diz que realmente a tecnologia é praticamente a mesma, porém, a marca, não.
O que faz uma marca valer mais ou menos é a informação que a empresa disponibiliza sobre ela. Os depoimentos positivos de clientes, o serviço bem prestado, o design e tantas outras informações sobre ela.
Uma vez que você entenda a diferença entre preço e valor no seu site, pense o quanto de valor está entregando para seu consumidor e o quanto de preço está cobrando dele para as tarefas mais simples, como preencher um formulário. Quando passar a entregar mais valor do que preço em qualquer que seja a tarefa, vai aumentar a sua taxa de conversão e gerar mais pedidos de orçamento ou vendas para seu negócio.
Em 9 de outubro de 2007, a banda britânica de rock alternativo Radiohead lançou as 10 músicas do seu sétimo álbum intitulado “In Rainbows”. Até aí, nenhuma novidade, porém, ao invés de estipular um preço pelo álbum, ele ficou disponível no site www.inrainbowns.com em MP3 e permitia ao fã escolher quanto queria pagar por música baixada, e inclusive poderia baixá-la gratuitamente.
A ideia, até então um tanto estapafúrdia para ser tentada por qualquer outra banda, encontrou no gerente da banda Chris Hufford, um defensor árduo. Segundo um crítico de música, “parecia que uma granada tivesse sido jogada no meio de uma indústria que já estava desestabilizada”.
O álbum foi inicialmente comercializado na Internet pelo sistema “pague o quanto quiser”, e só depois em CD.
Foram 1,8 milhão de cópias do álbum baixadas em todo o mundo, sendo que 40% dos downloads foram pagos, ou seja, 720 mil downloads.
Um levantamento da Comscore, revelou que a média paga por download foi de US$2,26, ou seja, mais de US$1,6 milhão no caixa da banda em apenas algumas semanas. A informação não foi confirmada pelos integrantes da banda. O vocalista Thom Yorke revelou que em termos de receita digital eles “ganharam mais dinheiro com esse disco do que com todos os outros somados”.
O álbum quase superou as vendas conjuntas dos antecessores Amnesiac (2001) e Hail to Thief (2003), com 1,9 milhão no total. Só no 1º dia de lançamento, foram vendidas 1,2 milhões de cópias do CD.
Além disso, a Radiohead com esta estratégia conseguiu muitos novos ouvintes e fãs da banda. No total o álbum conseguiu 17 milhões de audições no Last.FM e foi primeiro lugar das paradas tanto nos Estado Unidos quanto na Inglaterra.
A turnê da banda contou com mais de 1,2 milhão de pessoas e eles a começaram pelas cidades que mais compraram as músicas do álbum. Funcionou como uma pesquisa de mercado para saber quem seria mais adepto a pagar o ingresso. O álbum, no formato CD, chegou ao topo das paradas britânica e norte-americana.
É lógico que esse resultado se deve a dois principais fatores: a “marca” Radiohead é uma marca amada pelos seus fãs e tem um mercado global – condições ideiais para que a Internet potencialize a ação de venda da informação.
O fato de fãs de uma banda constituir um mercado globalmente pulverizado, facilita ações na internet. Esse case expôs de maneira inovadora a questão de preço e valor. Ao perguntar para o fã quanto ele queria pagar pelo álbum, eles também perguntam: “qual o valor que você dá à minha música?”.
Alguns desdobramentos da experiência do Radiohead pode ser lido no G1.
Já pensou em fazer essa pergunta para seu consumidor? Você pode se surpreender (para o bem ou para o mal, é claro).
Vídeo: http://conra.do/i2yFYB
Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/In_Rainbows (o verbete em inglês está bem mais completo: http://en.wikipedia.org/wiki/In_Rainbows), http://conra.do/dUi8vM.
Um livro interessante para ler a respeito do assunto, além do clássico “Free”, é o “O Preço inteligente“, de Jagmohan Raju e Z. John Zhang, ambos professores da Wharton School.
Olá, amigos,
Estive ainda há pouco em uma excelente conversa com Bruno Garcia, da editora Com2B na Starbucks de Botafogo (RJ). É um enorme prazer conversar com pessoas que enxergam, não só o lado de negócios do marketing, mas também o lado social.
Resolvi escrever esse post porque na conversa surgiram alguns pontos interessantes para reflexão que gostaria de compartilhar com vocês.
Já falei no post em que analisei o filme “Comer, rezar, amar” a orientalização pela qual passa o nosso ocidente. Quanto a esse assunto, vale a pena ler a revista História Viva desse mês. A matéria de capa sugere que o mundo, em 2.100, ao contrário do que aconteceu nos últimos 500 anos, será dominado pelo Oriente, e não pelo ocidente.
A foto de uma criança chinesa, na muralha da China tomando uma lata de Coca-Cola é sintomática.
Edgar Morin, no seu artigo “da necessidade de um pensamento complexo”, mostra um pouco do lado do pensamento ocidental cartesiano e compartimentalizado, em contraposição ao pensamento holístico oriental.
Em todo sistema há variáveis que são formadas a partir da interação dos elementos do próprio sistema. Um sistema de 2 elementos há 3 objetos de estudo: o primeiro elemento, o segundo elemento e a interação entre os dois elementos – que por si só constitui uma variável. Utilizando o mesmo raciocínio, em um sistema de 3 elementos há os três elementos, as 3 interações dois a dois e 1 interação entre os 3 formando 7 objetos de estudo.
Em um mundo simples, em que há poucos elementos, é mais fácil inferir sobre seu funcionamento conhecendo somente os elementos em si e não as interações entre eles. O mundo atual é complexo demais para ser analisado dessa maneira. O número de objetos de estudo que representam as interações entre os elementos é muito maior do que a própria quantidade de elementos do sistema. Isso constitui um sistema complexo.
Quem diria que uma crise imobiliária nos EUA quebraria a Islândia? Elementos demais, interações demais. A previsibilidade vai por água abaixo em um mundo caótico e complexo. Um novo tipo de raciocínio deve ser praticado. Um raciocínio que lide com o ambiente líquido a todo momento.
A visão necessária para a sua compreensão deixa de ser cartesiana e separatista para ser holística, sistêmica, oriental. A visão que analisa o “todo” e não só as partes, para entender o conjunto. A própria medicina está se voltando para o estudo do contexto e não só para o sintoma de forma isolada. O ser humano é um sistema complexo. E ponha “complexo” nisso.
Outro tema interessante para discussão e reflexão que surgiu na mesa foi a questão da simulação da realidade a partir do desejo de se atingir a idealização imposta pela “vitrine”. Bauman discute sobre isso (no excelente e pessimista “Vida para consumo”) e Jean Baudrillard em “Simulacros e Simulação” (meu próximo livro da lista) também.
As pessoas vêem a estética produzida na vitrine e querem para si aquela idealização de mundo. O manequim perfeito, o carro sem arranhões ou a pele sem rugas. Como uma rosa que não traga seus espinhos ou a pele que não mostre suas marcas do tempo e da experiência de vida. O mundo impessoal, plástico e sem defeitos. Um mundo que definitivamente não existe.
A Editora Abril fez um estudo há alguns anos sobre “Y Trends”, tendências da geração Y. Uma das tendências era o “consumo de expectativa”. Muitas vezes o consumo da expectativa pela aquisição do bem é maior do que a satisfação pelo bem adquirido em si. Toda a industria do consumo trabalha sobre isso. Pense na Apple para exemplificar melhor essa parte.
A invenção de si próprio por meio de uma adaptação tosca de uma realidade inventada e conceitual. Nem preciso dizer o quanto isso influencia na percepção de felicidade de uma pessoa. Percebe-se tal busca em aspectos como as roupas e posturas adotadas por pessoas de diversas classes sociais. O livro “O brasileiro e seu corpo” (outra indicação de Bruno Garcia) de João Paulo Medina, discute um pouco esse assunto. A postura que revela.
Enfim, devaneios em um mundo digital. Pensar sobre a sociedade é o que faz com que entendamos o ambiente que estamos. Tenho certeza de que uma parceria de peso está se formando e posso lhes dizer, amigos leitores: aguardem novidades que virão do Rio de Janeiro. Não só um Treinamento Google Marketing, mas também outros eventos que farão diferença no mercado digital carioca.
Abraços a todos
Uma tática importante para o seu negócio é trabalhar as mídias sociais, mas isso você já sabe. Porém, é fundamental que tenha presença não só nas grandes mídias sociais, como Facebook e Twitter, mas também nas mídias sociais do seu nicho.
Por exemplo, digamos que você tenha uma livraria e quer promover os livros da série Crepúsculo. A rede social www.vampirefreaks.com pode ser uma boa opção. Interagindo com as pessoas que já estão lá por gostarem da cultura gótica
Você pode não conhecer essa rede social, mas ela tem mais de 1 milhão de membros e hoje, eu estava online juntamente com mais 1.467 usuário.
Para cada tipo de negócio há redes sociais específicas, seja indústria do cinema ou de receitas. A seguir, cito algumas redes sociais bem menos famosas do que Facebook ou Orkut para que você conheça (Se não houver nenhuma rede social que concentre o seu mercado, pense em criar a sua).
■ www.patientslikeme.com – rede social para pacientes com doenças diversas. O site promove a discussão e a troca de experiências. Se Nick Nolte conhecesse essa rede, o filme Óleo de Lorenzo seria bem diferente.
■ www.dikajob.com.br/ – rede social voltada para o mercado farma.
■ laboratree.org – voltada para cientistas e, segundo eles próprios, um local para experimentação, investigação, observação, colaboração e qualquer outra coisa relacionada à ciência.
■ www.eunoenem.com.br/ – rede social para estudantes que vão prestar Enem.
■ www.livemocha.com – para pessoas que querem aprender um novo idioma. A maior comunidade online de estudo de idiomas.
■ www.meusparentes.com.br – rede com o intuito de reunir familiares e construir a sua árvore genealógica de maneira colaborativa.
■ www.bymk.com.br – rede voltada para moda em que os membros podem montar seus looks e expor suas criações.
■ kigol.com.br – para amantes de futebol (o que quase não existe no Brasil…). Ela tem até a KigolTV.
■ www.flixster.com – para amantes de cinema.
■ http://maisquereceitas.com.br – para amantes da gastronomia, reunindo, inclusive, vários chefs.
■ www.autores.com.br – rede para pessoas que gostam de escrever poderem trocar informações e ideias sobre arte. Com ela, é possível você apresentar seus textos para outras pessoas analisarem e comentarem, e até fazer contatos profissionais, vendendo suas obras.
■ www.blackplanet.com – esse serviço se tornou mais conhecidos durante as eleições presidenciais americanas, devido ao fato de Barack Obama ter ingressado também nessa rede. Essa rede é exclusiva para pessoas negras poderem trocar informações, fazer amigos, compartilhar talentos ou simplesmente se divertir. Lá podem ser compartilhados vídeos, músicas, imagens e discutir sobre variados temas.
■ www.qype.com.br – surgiu com a ideia de usuários poderem avaliar bares e restaurantes. Com a aceitação do serviço por parte dos usuários, a rede se expandiu e começou a avaliar todo tipo de local: hotéis, boates, clubes, parques e diversos outros tipos de lugares, divididos por categorias.
■ www.moviemobz.com – serviço para discussão sobre filmes. O site tem diversos filmes cadastrados, com a ficha técnica, sinopse, trailer. As pessoas podem marcar o filme com várias tags como “gostei”, “quero ver” e outras. Além disso, podem escrever sua opinião e dar notas. Existem grupos também nessa comunidade para discussão de determinados gêneros e outros assuntos relacionados.
■ www.vampirefreaks.com – comunidade virtual sobre a cultura gótica. Os usuários podem se comunicar, participar de grupos de discussões, adicionar vídeos e imagens. Há uma área do site só para falar sobre bandas e grupos góticos.
■ www.cardomain.com – portal colaborativo sobre automobilismo. Cada usuário pode adicionar fotos de seus carros, geralmente tunados, para serem avaliados pelos outros usuários. Além disso, podem compartilhar notícias, vídeos e trocar informações sobre peças e marcas.
■ www.yubliss.com – rede de autoajuda para pessoas, se baseando em mitos e contos. Os usuários podem se comunicar entre eles, e atualizam seu humor por uma barra intuitiva, que de acordo com sua decisão, mostrará uma frase motivadora.
■ www.casapro.com.br – serviço exclusivo para pessoas que trabalham nas áreas de arquitetura, decoração ou alguma área relacionada. Aqui, poderão ser postados fotos dos projetos desenvolvidos pelas pessoas, funcionando como um portifólio que poderá gerar contatos comerciais.
■ www.orangotag.com – rede social para fãs de seriados em TV. Aqui as pessoas marcam quais séries assistem, e podem utilizar como controle pessoal, marcando quais episódios já viu ou ainda precisa ver. Assim, o site fornece número de pessoas que assiste a série, quantas já viram cada episódio, além de um espaço para resenhas e discussões.
■ www.purevolume.com – um site aos moldes do MySpace. É uma rede social e ponto de encontro para quem gosta de música e para os artistas, principalmente os independentes.
■ www.whitelabeldating.com – rede social para feios (!).
■ www.guidu.com.br – rede social para baladeiros.
■ www.atepassar.com.br – rede social voltada para concurseiros.
Há também uma iniciativa bem interessante de uma rede social de código aberto, a www.joindiaspora.com/, que teve contribuição até de Mark Zuckerberg (do Facebook).
Essas são só algumas das redes que são focadas em um segmento, poderia citar centenas de outras, porém, vou lhe indicar um verbete da Wikipedia que trata justamente disso e traz uma lista de redes sociais.
Há duas redes sociais que considero essenciais para quem tem um negócio B2B no Brasil e tem como foco pequenas e médias empresas ou micro e pequenas empresas:
A rede da revista PME Exame, http://revistapme.ning.com/, é uma rede que não está muito movimentada – movimentar uma rede social dá trabalho à beça – mas é excelente para conhecer os contatos que precisa fazer com empresas passíveis de serem clientes. Principalmente no mercado das PMEs, que é extremamente pulverizado.
Para as pequenas empresas, há uma rede da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios – http://rede.empresas.globo.com/.
Caso você chegue à conclusão que o seu mercado de venda de tampinhas de garrafas usadas ainda não tem uma rede, considere duas opções: utilizar uma rede mais generalizada, como o Facebook, para criar a sua comunidade, criar uma rede utilizando a API de uma rede global ou criar sua própria rede. Há ferramentas para você montar sua própria rede:
Se observar essas duas últimas redes comentadas, verá que elas tem um ponto em comum: estão montadas sobre uma plataforma chamada “Ning”.
O Ning é uma plataforma que possibilita a sua empresa montar uma rede social de maneira relativamente fácil. O Ning está para as redes sociais assim como o WordPress está para os blogs (com a diferença de que o Ning era gratuito, e atualmente é pago).
Há diversos outras plataformas disponíveis para você montar sua rede social, muitas inclusive de código aberto como a www.elgg.org/ (em PHP em MySQL) que é uma das mais famosas, a http://lovdbyless.com/ (desenvolvida em Ruby on Rails), a www.socialgo.com/, a http://wall.fm/ e várias outras.
Veja várias alternativas ao Ning no post: http://conra.do/gdNkqr
Redes sociais de nicho fazem com que você chegue mais perto do seu público e converse com eles no ambiente que eles estão já conversando sobre o que você deseja. É como vender cerveja em uma festa onde todos conversam sobre cerveja.
É uma boa tática para chegar até um público-alvo específica, porém, cuidado para não parecer um “chato social”. Lembre-se que uma rede social é um espaço de relacionamento. Um espaço para construir “capital social” e não diretamente “capital financeiro”.
A Nokia não era conhecida por seu serviço de navegação por Geolocalização, o Ovi Maps, inclusive pelas pessoas que possuíam um celular Nokia. Para isso pensou numa forma de mostrar a utilidade do serviço de uma forma digital, mas que também interagisse com o público de uma forma geral, mesmo com aqueles que não estivessem online.
A opção encontrada foi uma cópia de um dos recursos mais simples de navegação do mundo, a seta indicando o caminho. A Nokia criou uma placa de sinalização em Londres, com uma diferença, essa seta de sinalização era formada por uma tela gigante suspensa por um guincho.
Se vocês se observarem os vídeos da T-Mobile e seus flash mobs sensacionais, verá similaridade com essa campanha. Uma ação muito bem elaborada que ficaria muito cara para ficar restrita somente às pessoas que a viram naquela hora e naquele local. O YouTube permite que as campanhas agora sejam globais independente de terem acontecido em Londres ou no Rio de Janeiro.
Quando for pensar em uma ação de guerrilha, pense em espalhá-la pelo mundo por meio da internet. Para entender melhor sobre ações de guerrilha, você pode ler o blogdeguerrilha, da Espalhe. A ação de guerrilha é uma parte do processo, o restante é o barulho que a ação faz, tanto no mundo dito “offline”, quanto no “online” (que aumenta em muito o buzz do “offline”).
Lembre-se que uma boa ação de 5ºP só faz sentido se tiver um ótimo planejamento de 6ºP por trás
Uma lovemark sempre tem muitas histórias para contar. O São Paulo Futebol Clube é uma lovemark, adorada por seus torcedores (aliás, times de futebol, por definição, são lovemarks devido às paixões que despertam nas pessoas). Se quiser entender a dinâmica de uma lovemark, estude os times de futebol. Lembre dos cases que mostrei do Flamengo e da campanha cooperativa Grêmio x Inter.
Veja esse vídeo de Kevin Roberts, o percurssor do conceito de Lovemarks
Aproveitar as histórias de uma marca é melhorar o relacionamento dela com seus clientes, criar mais motivos para a aderência da marca e fazer com que as histórias se repliquem e estimulem a adesão de novos clientes.
Se quiser conhecer mais um pouco das histórias das marcas, aconselho se perder no blog Mundo das Marcas. #recomendo.
Pense que as marcas (assim como as comunidades no Orkut ou os badges e adesivos de carro) funcionam como um pano de fundo para a identidade do indivíduo. Todos querem ter um pano de fundo rico em histórias. Quanto mais histórias, quanto mais sólida é a marca, melhor ela desempenha o papel de dar sustentação cognitiva ao indivíduo.
Resgatar a história da sua marca é uma maneira de aumentar a adesão da marca perante os clientes e fideliza-los. O São Paulo Futebol Clube é um dos maiores times do Brasil, tendo acumulado vários fatos importantes ao longo da sua história, que nem todos os São-paulinos têm conhecimento.
Apoiando-se na ideia de que, com tamanha quantidade de fatos importantes na história do São Paulo, todo dia é dia de comemorar, o tricolor paulista criou um site chamado de Calendário Tricolor: www.calendariotricolor.com.br.
Nesse site é possível ver quais fatos marcantes para o São Paulo F. C. aconteceram nessa mesma data. Fora isso, é possível explorar a data que você quiser, de uma maneira bem fácil.
O torcedor do time também pode contribuir para a construção do Calendário Tricolor. É possível adicionar a sua data de nascimento e nesse dia no calendário aparecerá o sua foto com a descrição que foi incluída. Não precisa ser somente a data de nascimento, pode incluir qualquer fato marcante na sua vida que tenha relação com o clube paulista, pode ser a primeira vez que foi ao Morumbi, por exemplo, ou o primeiro gol que viu na televisão, etc.
O layout desenvolvido é muito bonito e conta com diversas fotos, ilustrando cada data. Vale a pena conferir a maneira como foi desenvolvido o projeto.
Se quiser aprender como utilizar esses conceitos, fique atento às próximas datas do treinamento Google Marketing que dou pelo Brasil inteiro. Esse case é um dos mais de 100 cases do livro Google Marketing 4a edição.
Até a próxima
Lhe trago hoje um case de utilização do Twitter com um uso diferente do “acabei de tomar banho e estou indo jantar”. Como um SAC extremamente eficiente.
A Best Buy tem uma das melhores equipes de vendedores na área de tecnologia em suas lojas, isso porque todos seus funcionários são especialistas no assunto e antenados nas últimas novidades. Mas a rede queria prestar o serviço da Equipe Azul (Blue Shirts) não somente nas lojas físicas, ampliando a assistência para qualquer usuário com dúvidas sobre tecnologia.
Para conseguir isso optou por uma ideia bem simples, uma conta no Twitter onde todos os funcionários da Best Buy tinham acesso, o perfil no Twitter é o TwelpForce (http://twitter.com/twelpforce) – Twelp é uma junção das palavras Twitter+Help. Com a criação desse perfil no Twitter a Best Buy consegue responder dúvidas de todo o mundo.
Para o indivíduo que está com dúvidas também é muito simples e cômodo, pois ele precisava somente mandar um Reply para a conta no Twitter e após poucos minutos recebe uma resposta. Simples, rápido e de graça.
Fora esse serviço criado para ajudar consumidores ou potenciais consumidores, com a criação desse canal direto com o consumidor a Best Buy consegue uma grande fidelização desse público, além de dados importantes como a demanda de seu público em tempo real.
Na última vez que acessei o site já haviam mais de 41 mil tweets enviados, isso significa que responderam a essa grande quantidade de dúvidas dos consumidores durante este tempo.
Dê uma olhada no vídeo da campanha, apesar de estar em inglês, é bem visual:
Muita gente já está no Twitter, nada mais natural do que utilizá-lo como um canal de comunicação para a marca. Sendo o Twitter uma ferramenta de resposta rápida, associar o SAC e ele significa dizer que o SAC resolverá rapidamente também seus problemas.
A partir do momento que a empresa toma a atitude dessa campanha, não é possível deixar de cumprir o posicionamento da rapidez. Imagine um tweet perdido na timeline durante 4 ou 5 horas sem resposta acumulando-se sobre outros igualmente ignorados. Se for isso que você imagina que iria acontecer na sua empresa, caso adotasse a tática da Best Buy, é melhor continuar com seu atual canal de comunicação atemporal e mais lento.
Uma ação dessa natureza se inicial no 1ºP, verificando quais os problemas mais frequente e qual o melhor canal de comunicação com o consumidor, posteriormente, no 2ºP você fará o projeto que deve contemplar as diversas áreas envolvidas da empresa. Desde o RH para a verificação de contratação e treinamento até os colaboradores que deverão atuar no SAC. Só depois você partirá para o 3ºP – produzindo o site e a comunicação da ação – e assim sucessivamente.
Como sempre digo, Internet é um ambiente online que conversa continuamente com o ambiente offline. Os dois devem estar completamente integrados, senão há o enorme risco da ação, seja ela qual for, não dar certo por estar “capenga” ou do online, ou do offline.
Site: http://twitter.com/twelpforce
Vídeo: http://conra.do/dHRdyX
Exploro mais estratégias de utilização do Twitter nos Treinamentos Google Marketing que ministro por todo o país e no livro Google Marketing.
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