• http://www.mariachi.com.br Roberto Santos

    De toda a minha experiência profissional em diferentes segmentos, uma das coisas que mais impactaram a minha forma de liderar uma equipe/empresa foi o convivio com empresários que visam o lucro a qualquer preço. Eles não imaginam o quão grande será o preço pago por esse dinheiro. Hoje procuro seguir uma linha em que o lucro é consequência de um ciclo virtuoso em que beneficiam-se o cliente, o colaborador, a empresa e, naturalmente, os seus acionistas.

    Acredito que a evolução natural seguirá modelos de negócios cada vez mais colaborativos, em que o empreendedorismo será uma forma de unirmos diferentes talentos em razão de um objetivo comum. Teremos que ser menos competidores e mais conciliadores.

    O lucro pelo lucro é estimulo vazio; creio que a medida que o homem amadurecer para busca de uma real felicidade ele deixará de trabalhar para o dinheiro e passará a fazer o dinheiro trabalhar para ele.

    Um grande abraço Conrado, excelente post.

  • Leandro

    Parabéns Conrado, isso é fato e devemos colocar em prática o mais urgente possível! Desprendimento!

  • http://www.ganhar-maistempo-dinheiro.com.br/ J. Américo Dornelles

    Olá Conrado,
    O seu artigo é ,no mínimo,instigador.Muito bom!
    Bem…já corri muuuuuuito atrás do dinheiro ,pensando que encontraria a felicidade.Amargo engano.Encontrei falsos amigos,que só estavam juntos para recolher as migalhas nas festas que promovia.Quando percebi isto foi um choque,que custei a superar.Estou construindo outra vida,menos stressante,mais participativa e num outo patamar.Claro que o dinheiro é fundamental para nossas necessidades básicas,mas não deve preceder o bem comum que você-com muita propriedade- aborda neste artigo.
    A era da informação,o conhecimento e a tecnologia nos trazem este belo legado:ascenção e igualdade social independente da condição financeira.Por isso corro atrás , me remodelando constantemente para construir meu Plano B.
    Obrigado por todo material de qualidade;até denominei O Mapa da Mina,lá no FACE.
    Abçs,

  • http://www.ganhar-maistempo-dinheiro.com.br/index.php?pagina=1744269960 J. Américo Dornelles

    Plano D= DECISÃO para FAZER O PLANO B,do Conrado Adolpho.

    A sua obra só você pode fazer!

    Como disse Henry Ford:se acha que pode ou não pode, de qualquer maneira está certo(a)

  • http://www.riquezacomum.com.br Adão Rodrigues

    Ok Conrado! vc demostra muito bem q não fazemos parte de uma rede de máquinas e sim de pessoas. A Criatividade, Beleza, Emotividade, Conexão, Sentimentos, Relacionamentos, Informações e o Abstrato deixam o produto como sendo um leve detalhe. Obrigado por proporcionar Ferramentas e Caminhos.

  • Lucas Frutig

    Muito bom Conrado, realmente se caminharmos para esse pensamento e filosofia de vida, acredito que o mundo será um pouco melhor para todos.

  • http://www.afrontamarketing.com Marcio Cruz

    Olá Conrado. Concordo plenamente com sua exposição e acredito que a sociedade precisa veementemente de referenciais de valores e não de cifras, para que possamos ter um mundo muito mais inteligente e sustentável. A Internet é um ótimo meio para a formação de opinião nesse sentido, principalmente através das mídias sociais. Meses atrás eu escrevi uma postagem que fala justamente sobre esse tema:

    http://afrontablog.com/2012/05/09/como-ganhar-dinheiro-na-internet/

    Parabéns pelo trabalho sempre inspirador:
    Marcio Cruz

  • http://www.teczero.com António Santos

    Saudações ao Conrado e leitores.

    O capitalismo de hoje está podre, precisamente pelo egoísmo e concentração de lucros em poucos à custa de muitos.
    Isso leva a uma falta de saúde social nas sociedades que é muito grave.
    Sou de Portugal e por exemplo oiço por aqui uma propaganda publicitaria dos maior jogo oficial Europeu ( loteria ) que se chama EUROMILHÕES. A Publicidade deste jogo diz ” jogue esta semana no Euromilhões e seja mais um milionário Excêntrico” Isto é assim porque os prémios são distribuidos de forma que o 1º prémio é quase 80% de todo o dinheiro da loteria. Ou seja 1 pessoa só ganha milhões e todos os outros jogadores, ganham só uns poucos euros.
    Que sociedade é esta? Porque não se distribui por mais pessoas o dinheiro?
    Porque não se pratica a solidariedade logo aqui fazendo mais pessoas felizes em vez de ser só um excêntrico?
    Já agora…, li hoje uma notícia que diz que a Rolls Royce bateu recorde de vendas em 2012. Prova que esta coisa da crise é falsa…, a crise está precisamente no que o Conrado fala. Falta de melhor distribuição dos lucros. Só se venderam mais Rolls Royce, porque se está esmagando os salários, enquanto se aumenta os lucros para uns poucos e que são sempre os mesmos e que não praticam o lucro social.
    A velha Europa está pagando estes erros e temo que o Brasil atual em pleno crescimento económico venha dentro de 20 ou 30 anos a pagar também pelos mesmos erros.

  • http://www.escolafree.teczero.com António Santos

    Acho que o maior desafio é termos de nos desafiar a todos para sairmos das nossas áreas de conforto.
    O mundo de hoje proporciona uma quantidade de oportunidades às pessoas como nunca aconteceu, mas é preciso aprender a usar essas oportunidades e isso tem de ser ensinado e não tem de ser sempre pelas vias tradicionais . Temos de aprender coisas novas que ainda só há 10 anos atrás não tínhamos necessidade.
    Mas continua a ser preciso aprender coisas tradicionais também. E todos temos uma responsabilidade de ensinar e partilhar conhecimentos e valores para que não se percam.

  • http://www.cartoesegrafica.blogspot.com.br Ary Costha

    Amigo Conrado, Saúde e Sucesso. Mais é óbvio que uma sociedade que se diz civilizada, elegendo como seu bem maior, seu alicerce, seu pilar, sua única e exclusiva sustentação o dinheiro, a moeda, “a força da grana” é claro que isso não poderia, não pode, nem nunca poderá dar certo. Por um simples motivo; atropelar valores morais, éticos, desprezar a solidariedade, esquecer a fraternidade não está certo. não pode ser, simplesmente pelo fato desse sentimento ir de encontro a nossa natural vocação de ser gregário, de ser humano, de ser gente.

  • http://www.mscriativa.com.br Edson Carlos Miranda

    Caro Conrado, a tese defendida por você e aderida por muito é bastante louvável. Compartilho desta ideia. Será essa a base de sustentação da minha empresa. Infelizmente, o modelo altruísta de ser e de administrar é visto com pouca importância e, até mesmo, de forma negativa e rejeitada pela maioria esmagadora das pessoas “normais”. Procurar o lucro com o objetivo de beneficiar a todos sem prejudicar a qualquer um destes é a forma mais sublime de desenvolver um trabalho digno… Forte abraço e sucesso a todos os “anormais” que comungam dessa filosofia !

  • http://www.embelleze.com Itamar Serpa Fernandes

    Dando o mesmo formado de segundo vem o lucro
    Sou mais ousado e digo que vem em QUARTO!
    Sim, quarto porque todos os projetos da Natureza temos sempre 4 aspectos:
    1). Rumo, direção, objetivo, direção do desenvolvimento
    2). Relacionamento, meio envolvido, ambiente, estrutura (mensagens)
    3). Processos, trocar físicas, movimentação de coisas, transformação de …
    4). Recursos, lucro, resultados, acumulo de riquezas, sobrevive + …
    As forças que movem os homens são sobrevivência e reprodução ou melhor melhores condições de vida e perpetuação da espécie humana.
    Os socialistas do século IXX confundiram luta pela sobrevivência com “lutas de classes”!

  • http://www.tenq.com.br Ronaldo Faria Storck Eler

    Minha esposa tem um sonho de criar em nossa pequena cidade, uma escolinha infantil, que atenda apenas a quem não tenha como sustentar a educação dos filhos, seja com mensalidades, seja com material escolar… um dos motivos que me move desde que abri a minha empresa em 2009 (mas só agora estou colocando-a pra funcionar) é conseguir realizar o desejo dela… parabéns Conrado mais uma vez pelo excelente post, lembrando das palavras de Jesus (a quem recomendo fortemente a leitura), “Nem só de pão viverá o homem” (LC 4,4, cf Mat 4.4)…

  • Josemar Almeida

    O lucro financeiro visto como o único objetivo do negócio é prejudicial a todos com certeza. Tanto isto tem sido percebido pelas empresas que cada vez mais percebemos a preocupação com aspectos sociais internos e externos, que muitas vezes são ações de longo prazo.
    A doação de tempo traz consigo a dedicação a um ideal, algo que possue em sua essência um motivo maior de existir, do que o meramente financeiro.

  • og oliveira e souza

    Realmente o lucro sem a visão do social, perde-se como algo sem maiores efeitos para sociedade. Gostei do artigo e das reflexões nele
    apresentadas.

  • http://www.anselmolino.com.br Anselmo

    Ok, Conrado. Tambem acho o capitalismo repleto de falhas e injustiças, mas, do alto dos meus 57 anos ainda não vi um modelo melhor. É o mesmo dilema da Nossa Democracia e da Nossa liberdade – cheias de defeitos, abusos e distorsões – mas, tambem não vi outro sistema de governo melhor que a Democracia, tão pouco outra maneira de viver que não seja a de total liberdade das pessoas. No entanto, entendo que devemos continuar o debate e batalhando, por quem sabe um dia, encontrarmos novos sistemas que substituam estes com vantagens. Mas até lá, viva o Capitalismo, a Liberdade e a Democracia.
    Grande Abraço.

  • justino batista

    Òla conrado suas ideias são fatos ,estou comesando a pegar o negocio,suas obras são muitas ricas “parabens.

  • Airton Costa

    Parabéns Conrado, texto maravilhoso, ideias revolucionárias, moderno e ao mesmo tempo antigo, ideias que em seu cerne, já foram pregadas há um pouco mais de dois mil anos. Obrigado, quando mais divulgarmos e também utilizarmos esses pensamentos no dia a dia poderemos virar o jogo de um mundo em decadência para um planeta em evolução. Grande abraço.

  • Nic Furlan

    Conrado, este é o seu diferencial como profissional, tem o perfil de educador, o que sempre busquei em minha trajetória profissional. Sou Professor, Consultor, Administrador, com MBA em Marketing, mas fiz meu mestrado na área da Educação, e este encaminhamento diferenciado de formação me abriu muito os olhos para compreendermos o mundo em que vivemos e o nosso verdadeiro papel social, seja como empresário ou profissional em qualquer área de atuação.

    Meu mestrado concluí em 2010, mas nesta época escrevi um artigo que trazia esta temática do capitalismo – na verdade minha dissertação traz mais a respeito – utilizando um autor que já vi você elogiar, o Manuel Castells (livro A Sociedade em Rede), entre outros mais direcionados ao conceito de Competência como Philippe Zarifian. Neste artigo com o título “TRABALHO E NÃO MAIS EMPREGO: A REFLEXÃO POR UMA PERSPECTIVA EDUCACIONAL”, trabalho os conceitos de trabalho e emprego e o nosso papel como educadores. Acredito que se gosta destes assuntos deverá lhe ser útil, ao menos interessante esta discussão. Posso lhe mandar por e-mail se manifestar interesse.

    Destaco alguns trechos deste meu artigo que acredito complementam um pouco a ideia apresentada no seu post sobre a ótica da educação:

    “A questão da educação pela ótica do efetivo educar, suas contradições sobre esta economia, dita informacional, mudanças perante o trabalho e ao emprego, nos faz refletir: como devemos agir como educadores?…”

    “…devo e posso sugerir uma reflexão ainda maior sobre o que estamos passando em termos de competição, ou seja, como estamos jogando o “jogo da vida”. Afinal o mundo é competitivo não só para as empresas capitalistas, mas para nós como seres humanos não só adultos, mas desde crianças. Todos os dias estamos competindo um contra os outros, seja por uns dias de férias, na sombra e água fresca! Ou então por um trabalho sofrido e cheio de horas extras (na maioria dos casos nem pagas corretamente pelo empregador, mesmo aquele possuindo o direito em lei) para garantir a sobrevivência.”

    “Se pudéssemos não trabalhar mais, se pudéssemos ficar em casa sem nada para fazer, e ainda assim, tivéssemos todas as condições de uma vida digna: emocionalmente, materialmente e espiritualmente; é por que alguém estava trabalhando para nós, ou seja, nos sustentava. É nesta conclusão comum e simples, que a desigualdade social, a marca mais difícil do capitalismo, nos faz todo o dia “jogar” e assim seguimos jogando a vida da forma como fomos preparados para ela.”

    Valeu Conrado! Estarei no seu curso em Floripa neste mês de março/13. Tenho muito a aprender ainda… Forte abraço!!

  • Eric Moraes

    Se encararmos o lucro de forma mais ampla, percebendo-o como um proveito muito além do financeiro, aí sim fará sentido colocá-lo em primeiro lugar. Do contrário, só me resta concordar com o título do post. Parabéns pelo texto.

  • JULIANA LAUTON

    Olá Conrado! Acho os seus argumentos de uma perspectiva progressista, tendo em vista que atualmente na formação profissional as pessoas são instruídas a uma nova visão sistêmica, as organizações passaram a ser consideradas como organismos e os empregados como colaboradores, essa concepção transforma o eu em nós. Acabei de me formar em administração, e no processo de formação compreendi claramente a função de um líder no que tange os aspectos materiais, patrimoniais e humanos, que a interação desses aspectos também assimilados como valores, são o que forma as organizações modernas.
    Conheci seu trabalho quando estava fazendo minha monografia, desde então sempre o acompanho. Parabéns e sucesso sempre.

  • Giorgio

    Não é o capitalismo que não presta. Você mesmo deu a dica no meio do texto: “A ganância não nos deixa vê-lo pois é muito mais sutil do que nossos bolsos ávidos pelo próximo lançamento de smartphone ou modelo de carro pode perceber”.

    Fora isso, concordo que precisamos colocar as pessoas, e não o lucro, em primeiro lugar!

  • http://www.neotriad.com.br/partner/forma Wander Sena

    Conrado importante colocar esta perspectiva do Lucro não mais no primeiro plano – o que é fundamentado por vários autores que abordam o Capitalismo e outros sistemas.
    A RSE – Responsabilidade Social Empresarial que tem no Brasil o Instituo Ethos como grande propagador, nasceu no ventre das empresas que contam com EmpreVisionários.
    RSE por pressão de stakeholders, por estar na moda, como marketing ou como utopia…. muitas podem ser as leituras e práticas.
    Eu percebo o fenômeno como sendo dialético: Tese (capitalista), Antítese (socialista) e a Síntese: um sistema TransFormado.
    Os princípios (objeto de estudos da Filosofia) como a Ética estão redirecionando, por exemplo, a Moral Capitalista.
    Tenho uma fórmula que criei durante meus estudos e aulas sobre a RSE que represento assim:
    VI/VM*V$ onde:
    VI -> corresponde aos Valores Ideais em termos Absolutos;
    VM-> corresponde aos Valores Morais e, portanto, Relativos;
    V$ -> corresponde aos Valores Materiais que são necessários.
    Precisamos do Ideal para orientar a construção do Real que necessáriamente tem relação com o Material por uma questão de sobrevivência, com qualidade de vida.
    A Tese (o Ideal) na sua relação com a Antítese (o Real) é dialético e, no tempo; lapida o Capitalismo e eliminando sistemas que possam submergir a sociedade nas Utopias.

    A história é um processo Dialético!

  • http://celiabuarque.blogspot.com.br celia buarque

    Pactuo do mesmo pensamento que você e até pensei: por que não escrevi isso? Assim com tanta propriedade? A visão de curto prazo e o lucro acima de tudo é uma praga em todas as empresas (com raras e bem vindas exceções).
    Quando passarmos a ter um olhar mais espiritualizado de como tratar o ser humano e o quanto as empresas dependem deles (de nós) para alcançarem sucesso permanente passaremos a viver de forma que todos nós ganharemos. Inclusive elas (as empresas) que querem tanto lucro.

  • Vanilson R. Nunes

    Pensamento contundente, atual e ao mesmo tempo com um certo teor de nostalgia dos pensamentos socialistas do amanhecer das sociedades socialistas. Que o capitalismo está fadado às cinzas, isto não resta dúvidas. Cabe a nós, rever nossos preceitos e valores sociais e econômicos e trabalhar para a construção de uma sociedade interdependente que é uma sociedade muitos mais madura e adulta do que uma sociedade dependente ou independente. No início dos famosos “gritos de independência” teria sido muito mais adulto gritar “interdependência ou morte!” A bancarrota dos mercados econômicos de países com moedas ditas fortes se dá porque estes países são muito “independentes” e a globalização tem exigido cada vez mais culturas interdependentes. O reconhecimento da necessidade do outro para o crescimento, seja ele econômico ou não, é um sinal de maturidade pois, como dizia Thomas Merton, “no man is an island” (nenhum homem é uma ilha) assim como nehuma cultura, nenhum país, nenhuma empresa é uma ilha. Por isto acredito que este artigo do Conrado vem realmente de encontro a que a sociedade se abre para uma reflexão mais séria e madura, pois o capitalismo por si só é um tanto quanto infantil, pois somente as crianças muito novas querem o lucro a todo custo.

  • Sandro César Borges

    Conrado, ótimo artigo. Sempre fui um ser humano, preocupado com as consequências dos meus atos na vida das pessoas. Sempre busquei ganhar sem querer que outro perca. E acho que esse deve ser o jogo da vida, não aquela máxima da bolsa: muitos perdem para poucos ganharem, mas vivermos o ganha a ganha, como você falou.
    Sou professor, consultor tributário, empresário e pai de família e me preocupa para onde o capitalismo caminha.

    Tenho filhos, primos, sobrinhos e quero realmente deixar plantado na cabecinha deles, que eles dever fazer DIFERENTE do que estamos fazendo. Quero orientar e ajudar na educação de jovens que irão cuidar do próximo e da ecologia e não, provocar sua destruição devido a um consumo desenfreado e inconsequente.

    Parabéns pelo artigo ele é muito pertinente.

  • http://www.mundoescrito.com.br Axel Guedes

    Querido Conrado!

    A coisa mais rara de se ver é alguém conseguir ser, de fato, aquilo que almeja. Parece que os desejos, por serem tão poderosos, sufocam os princípios e, estes, rendem-se àqueles… Adorei ler essa frase:

    “Aquele [o lucro social] que, mesmo desconhecido da maioria das pessoas e empresas, é o caminho mais certo para o financeiro, mas a médio prazo. A ganância não nos deixa vê-lo pois é muito mais sutil do que nossos bolsos ávidos pelo próximo lançamento de smartphone ou modelo de carro pode perceber. ”

    Não conheço sua vida pessoal, mas, porque seu trabalho (que acompanho já faz tempo) tem coerência com tudo que li neste post, reafirmo: SOU SEU FÃ!

  • Rafael Libânio

    Muibom o post Conrado!
    Tenho esse mesmo pensamento.

  • Theophilo Azambuja

    Adorei o texto. Estava navegando por aqui após ver uma página no Facebook (http://www.facebook.com/garcia.santos.92) que possuem alguma relação com o que você escreve, pois é uma menina que precisa de tratamento médico urgente e o plano de saúde nega, algo que é direito da paciente, pois ela paga o plano.
    O que é isso senão colocar o lucro em primeiro lugar e a (vida da) pessoa em segundo?
    Me espanta ver aqui nos contários quem diga: “Mas até lá, viva o Capitalismo, a Liberdade e a Democracia.”
    Que capitalismo ? Esse que está aí ?
    Não muito obrigado, esse eu não quero por que dentro desse sistema é impossível esperar que o ser humano se comporte de modo realmente ético e decente, por que a perseguição cega ao lucro gera a escassez, que gera violência, que gera prisões e que gera também serviço social.
    O serviço social é caro e obriga que o homem médio que trabalha, trabalhe cada vez mais e ganhe cada vez menos para dividir com quem não precisa, os pesados custos dos impostos que teriam destinação a distribuição das riquezas, mas que na realidade tornam os pobres menos pobres, a classe média cada vez mais pobre e os ricos cada vez mais ricos.
    Essa é a realidade desse sistema.
    Ainda bem que esse sistema, que alguns dão vivas, já começou a “fazer água” e não demora para naufragar.
    Crises como a dos EUA em 2007 / 2008, quando o governo Bush, injetou mais de 700 bilhões de dólares nos bancos quebrados do país, devido a crise, ajuda essa que superou mais de 50 anos de ajuda aos países miseráveis da África.
    Quando a União Européia reuniu esforços em conjunto para estatizar ou manter o crédito bancário entre os bancos europeus, deixando o mercado de investimento instável até 2010, e agora na atualidade atravessa uma gravíssima crise, são sintomas de que o “barco” está indo rápido para o fundo.
    E já não era sem tempo.
    Esse capitalismo selvagem que está aí ?
    Não, muito obrigado.

  • Theophilo Azambuja

    Desculpem o erro.
    Não foram 700 bilhões de dólares em ajuda ao bancos.

    Segundo uma Organização, que promove o cumprimento das metas das Nações Unidas para o combate à pobreza no mundo, os países em desenvolvimento receberam em 49 anos o equivalente a US$ 2 trilhões em doações de países ricos.

    Em apenas um ano, 2008, durante a crise dos bancos, esses e outras instituições financeiras ameaçadas pela crise global receberam US$ 18 trilhões em ajuda pública.

    Dinheiro que se tira de trabalhadores para ajudar quem não precisa, os bancos. Os banqueiros estavam afundados na lama até o pescoço de tanta transação errada que fizeram. E ainda saíram com os bolsos cheios, enquanto milhares de americanos perderam suas casas na crise.

    Um filme do cineasta Michel Moore chamado: “Capitalismo – uma história de amor”, explica bem como surgiu a crise. Um monte de negociatas ilegais que enriqueceram pilantras, envolvendo suborno e todo tipo de sujeira.

    Aqui no bRazil, terra de capitalismo selvagem também não é diferente.

    O Banco Itaú atingiu em 2010 o lucro recorde de R$ 13,3 bilhões, o maior da história dos bancos brasileiros”, ainda assim demitiu 7 mil funcionários.

  • http://www.benoliveira.com/ Ben Oliveira

    Artigo muito bem escrito, Conrado. Gostei do seu ponto de vista. Realmente, na busca pelo lucro, as pessoas acabam deixando de lado as outras coisas que encontram pelo caminho, e além de explorarem a si mesmas, acabam deixando os seus funcionários doentes, com tantas exigências.

  • http://clubedoemprego.com Josue Neto

    Obrigado pela provocação, Conrado, querido.

    Umas das leis mais claras e incríveis do universo: “Sintonia”

    A mudança só acontecerá se ela acontecer em mim. Eu preciso ser a mudança que quero ver no mundo. Agir hoje como o homem que quero ser no futuro. E eu preciso e posso escolher com que ou quem sintonizar, para que isso ocorra.

    Mudar é um processo e leva algum tempo para ocorrer ( aliás, A Busca de Melhoria o Tempo e a Persistência são uma tríade evolutiva) e, amiúde, passamos muito tempo sem notar mudança alguma ocorrer. Porém, como no fenômeno do salto quântico (em que um elétron salta de uma orbita para outra, sem passar pelas faixas intermediárias) “de repente”, pela persistência e esforço continuado durante o tempo necessário, nos percebemos diferentes.

    Como, graças à internet, cada vez mais, fica claro que podemos escolher a comunidade em que estamos inseridos, a despeito das limitações geográficas e sermos influenciados-influenciadores de milhares de pessoas, podemos escolher sintonizar com pessoas comuns, mas incríveis, com suas idéias, provocações e idiossincrasias e, dessa forma, aos poucos, estaremos “cercados” de pessoas especiais que nos estimulam a sermos melhores e fazermos o melhor, “turbinando” nosso processo de desenvolvimento.

    Este seu texto, Corado, bem como todos os comentários que li, agora fazem parte de mim, de algum modo e influenciará meus pensamentos e projetos, em algum nível.

    Isto é muito especial.

    Felicidade e obrigado a todos.
    Abraço
    Josué Neto

  • Marcos

    Olá Conrado
    Mais uma vez parabéns pelo seu artigo de pura reflexão.
    Compartilho com essa idéia de “doação para um bem comum”, mas é difícil conviver com pessoas que não pensam assim, um patrão que agride o funcionário que é produtivo, mas sempre chega atrasado cinco minutos, a esposa que critica os ganhos do marido, que ele deveria ter o toque de midas. As vezes acredito que os verdadeiros heremitas são os que querem o bem de todos, mas por não serem compreendidos vivem “isolados”.
    Espero que ainda se levante uma geração empreendedora e com ideais de ” lucro social”.

  • Rafael Libânio

    Muito bom o post Conrado. Refletir e colocar em prática esses ideais é sempre bem vindo! Abçs

  • http://gdiblog.marcelinoaraujo.ws/ Marcelino Nascimento de Araujo

    Olá Conrado!

    Gostei Muito, este seu discurso em resumo, se parece muito com as palavras de um grande conhecido, que diz: é dando, que se recebe!

    Abraço

  • http://www.ederprado.com/blog Eder

    Conrado,

    Suas palavras deveriam ser ensinadas no primeiro ano do ensino fundamental, tenho certeza que esses valores apresentados aqui tem muitos a ver com a construção do caráter, no qual dificilmente muda pós adolescência.

    Há um livro que li e que gosto muito, “O estilo mafioso de gerenciar”, o livro mostra exatamente as duas vertentes, comparando Maquiavel a Salomão, ele vai de encontro ao que você disse aqui nesse texto: “Não vale ser rico, se não puder se deitar com a consciência tranquila”

    Um abraço!

  • Rafael

    O artigo é muito bom, com um assunto muito, digamos que, “polêmico”.
    Sempre me pergunto “onde está a capacidade de raciocínio dos grandes empresários?” ainda não encontrei a resposta.
    A base de lucro das empresas é muito alta. É isso que os empresários querem. Alguns chegam cobrar 100% sobre o custo do produto.
    O capitalismo já está falido há muito tempo, Desde 1929. O Combustível econômico é gerado pelo LUCRO excessivo, as empresas querem lucro, o governo quer lucro.
    Não existe pensar no cidadão ou no funcionário. A relação ganho-ganha é só teoria.

  • http://www.antoniomeirinho.com Antonio Meirinho Rodrigues

    Muito dificel pra mim opinar sobre estes assuntos. Não tenho ainda nivel pra isso, mas na minha opinião deveria haver uma melhor distribuição de renda. Meirinho.

  • Marcos T

    Desculpe-me, mas eu discordo. Sou empresário a mais de 20 anos e o lucro é a BASE para que todo o resto seja feito. Sem lucro não há como fazer co ciclo acontecer. É obvio que o que se “vende” (interna e externamente) tem de ter valor, pois senão não a “coisa” não funciona.

    Em minhas empresas já investíamos muito em nossos “clientes internos”, distribuímos lucro e na primeira crise que a empresa passou os funcionários que mais havíamos investido (melhores qualificados) eram os primeiros a abandonarem o navio, ou seja, o individualismo não é uma “qualidade” exclusiva dos empresários.

    Minha experiência em todos estes anos mostra que o que retém “cliente interno” é salário acima do mercado. Para a maior parte destes “clientes internos” não adianta mostrar crescimento (financeiro, emocional, pessoal, cultural, etc) o que interessa é salário acima do mercado.

    Este assunto é muito complexo para ser tratado em um comentário de post, mas somente para reflexão a outras questões entrelaçadas (como se tudo não fosse entrelaçado) como: não há como se falar em longo prazo neste país, governo pseudo-patriarcal para continuar governando e lesando empresários e empregados, etc…

    Obrigado pelo seu conteúdo.

  • Leandro Guiraldeli

    Caro,

    Muito nobre a sua predisposição ao ensino de melhores práticas comerciais e de marketing, mas penso que as pessoas ainda estão muito preocupadas com a própria sobrevivência. Há uma variável muito mais profunda, que a sociedade ainda não percebe, que é justamente o olhar com outros olhos para o que as circunda, e principalmente, para consigo mesmas, do que realmente faz sentido na vida, mas isso ainda é uma dificuldade imensa. Ensinar melhores práticas, mas ainda com base num sistema falido, é ainda atuar na sua manutenção. Mas o método ganha-ganha é viável, exige mais introspecção e visão de conjunto, com perspectiva das repercussões. Quem procura, acha.

  • Edson

    Bom Conrado, foi você quem pediu, então deixe-me subverter a sua subversão. É assunto complicado e há muito a se considerar. Para conservar meu hábito de ser franco, considero que sua “tentativa de subversão” do sistema é basicamente uma tática de Marketing. Subversão verdadeira, se me permite dizer, seria oferecer seu curso 8Ps ao vivo gratuitamente – ou por um preço simbólico, como um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados a alguma entidade beneficente. E também disponibilizar o livro do 8Ps em formato pdf, gratuitamente. OK, eu sei, você não pode fazer isso, pois tem que pagar milhares de coisas, inclusive hospedagem de site, e um local para seus eventos. Mas nós sabemos que oferecer conteúdo bom e gratuito é um investimento comum aos marketers atuando na Internet, para criar credibilidade e uma boa reputação para quem faz a oferta. Qual curso de marketing eu compraria? O curso de R$ 1.000,00 do Zé Ruela Desconhecido, ou o curso de R$ 3.000,00 do Conrado, que espalhou amostras de seu trabalho gratuitamente e me educou a ponto de eu perceber que o retorno sobre o investimento seria muito superior ao valor investido? Francamente, hoje não tenho condição de investir em nenhum deles – mas aguardo a situação melhorar para investir no curso do Conrado. Isso se o Zé Ruela não se mexer e aumentar a qualidade de sua divulgação, me educando sobre as eventuais vantagens de seu curso…

  • http://fabiodasilva.net Fabio Lopes da Silva

    Olá Conrado,

    Também penso da mesma forma, pois afinal, o lucro só vem depois do trabalho que fazemos. Muitas pessoas costumam enxergar o que de valor pode ter em um produto ou serviço e isso é que vai fazer toda a diferença. A meu ver, a busca frenética pelo lucro pode acabar em fracasso. Parabéns por trazer esse assunto à discussão!

    Grande abraço e sucesso sempre!

  • http://clubedecompraspai Vicente P.Melo

    Como disse Nelson Mandella, o impossível deixa de ser impossível quando é feito.
    A frase acima sintetiza o seu pensamento.
    Se tentamos mudar o mundo, devemos primeiro mudar a nós mesmos e esse é o assunto.
    Concordo, vamos repensar e tentar, pois quando damos, recebemos.
    Parabéns pelo tema exposto, vai obrigar a pensar!
    Um abraço

  • kleto faria

    É isso aí Conrado. O nosso sistema atual está em total decadência.
    O ser humano vive um momento difícil, complexo em que não consegue se entender nem se encontrar e ainda por cima envolvido na máquina que não o permite pensar e refletir. No meu dia a dia vejo exatamente estas questões , de uma meneira velada a exploração, o individualismo, o egoísmo e a superficialidade. Ainda falta muito para aprendermos a lhe dar com gente e compreender o valor que cada um possui, mas vamos dar nossa contribuição simples, mas verdadeira para que se não o todo, pelo menos uma parte possa mudar.
    Excelente artigo, abraço.

  • Gina Carvalho

    Realmente Conrado, esta sociedade do jeito q está modelada, a tendência é em algum momento acontecer uma guerra civil, por conta da exploração das pessoas de forma exacerbada, só visando o lucro, sem se preocupar c/ o ser humano, seus talentos e vocações. É possível sim, incentivar os colaboradores das empresas a trabalhar c/ o q ela gosta, descobrindo seus talentos, deixando-as felizes. Todos sairão ganhando.

    Muita Luz Mestre e Namastê!

  • http://www.cantodobrinquedo.com.br Edna Fagá

    Adorei o post! Cheio de realidade, cheio de oportunidade de esclarecimento aqueles que buscam entregar o melhor de si em todos os âmbitos (social e pessoal).

  • Waldomiro

    Sim, o que acontece é que o egoísmo é crescente em nossa sociedade. O mundo já buscou o igualitarismo, o combate à super exploração. O fracasso foi retumbante, criou-se o comunismo, que só serviu para matar milhões e criar regimes totalitários…
    Então tivemos o fenômeno da Globalização – ah, agora sim…mercados integrados, o progresso sendo levado aos diferentes rincões…
    Balela, agora competimos não mais com empresas na mesma cidade, estado ou país, mas competimos com asiáticos

  • Waldomiro

    asiáticos que trabalham 12 horas por dia em troca de um prato de arroz…nivelamos por baixo…
    Sentimos isto na carne, a industria têxtil brasileira foi quase destruída pela competição asiática. Até o nosso aço é mais caro que o feito na China, onde eles importam o nosso minério de ferro!
    O futuro é sombrio pois o Estado Social está sendo suplantado pela sociedade “Grande Irmão”, o “Capitalismo de Estado Comunista” da China…Para competir com eles, os custos devem ser comprimidos e para tal o povo tem de ser escravizado, o que só é possível em um regime totalitário…o primeiro mundo sai desta equação pois investe em TECNOLOGIA, eis o diferencial deles. Nós…Venezuela de hoje será o Brasil de amanhã?

  • http://www.jeffersonguillen.com.br Jefferson Guillen

    Temos vivido em um mundo onde as pessoas quase não tem tempo nem para elas mesmas quanto mais para o próximo. Gerar valor gratuito, agregando assim valores morais. Não vejo apenas como o simples gerar valor com produtos ou serviços, mas também gerar valor em valorizar as pessoas, dar atenção devida a elas. Isso gera também um poder social muito forte. Em uma sociedade onde corremos com o nosso dia a dia, enfrentado trânsitos caóticos, nos moldando e nos forçando a entrar cada vez mais em uma bolha solitária. Onde muitas pessoas passam ao nosso redor precisando de um simples ” oi ” . Por isso o grande desafio para nossas vidas é; Quando pararmos em um café para descansar um pouco nossa mente de um dia tão turbulento nessa sociedade capitalista, seria bom ouvirmos um pouco das dores do garçom que nos serve, e quem sabe até doarmos um pouco de nosso conhecimento isso com certeza não só iria aumentar nosso capital social, mas também nos faria sentir mais humanos.

  • http://fernandobuenno.com.br Fernando Bueno

    Muito interessante. Depois que entendi que dar conteúdo e que este conteúdo é o que vai gerar lucro lá na frente ( e é apenas consequência do bom trabalho ), minha mente foi “tomada” por uma outra linha de raciocínio. Por mais experiência ou vivência que temos, algumas coisas são uma caixa preta. E o Conrado sabe compartilhar com certeza.

    Abs.

  • http://makindesh.com Denis

    Essa é uma das propostas na qual tenho trabalhado, em envolver pessoas que queiram trabalhar um conteúdo social que é a proposta do meu site abrir um leque de conhecimentos. Lucro social será consequencia de uma boa reputação como bem colocado, gostei do texto me abriu muito a mente, valeu!

  • http://www.toquehoje.com.br Bruno

    Conrado,

    Eu sou seguidor de Jesus Cristo e, dentre tantas coisas que me faz admirá-lo, destaco o seu enfoque no Ser Humano. Houve muitas atitudes que mostraram isto, mas eu quero destacar uma que se enquadra bem com o seu post:

    Ele nunca aprovou estruturas políticas, econômicas, sociais ou mesmo religiosas que desfocassem o ser humano.

    Eu realmente acredito que estamos às portas de uma nova era política-economica-social, mas tenho dúvidas se apenas a boa vontade humana será suficiente para combater e vencer os “poucos” que detêm o poder, o individualismo e egoísmo humano.

    Obrigado,
    Bruno.

  • Guto Howe

    Conrado,

    pensante, como sempre. Parabéns.

    O paradigma parece meio… apocalíptico!! Porém, tenho visto – e conhecido – muitas atitudes pontuais que quebram, estilhaçam completamente o status “somente lucro”. Pessoas literalmente na contramão do capitalismo animal, do socialismo utópico e paternalista. No final, nossas verdadeiras motivações são as sementes dos frutos que comeremos amanhã.

    “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”.
    Provérbios 4:23

    Abraços

  • http://www.opoderdoser.com/ Fabio

    Concordo contigo Conrado. O dinheiro sempre foi a base de sucesso e felicidade para a sociedade, só que muitos que pensam isso, quando chegam lá, percebem que trilharam o caminho errado. Não eram ricos por dentro, essa riqueza sim, nos trará paz, mas enquanto a sociedade viver baseada em bens materiais a qualquer preço, a evolução da espécie ficará mais distante de acontecer. Parabéns pelo artigo

  • http://miltonmeira.de Milton Meira

    Conrado, na sua opinião, o Japão é um país capitalista ou socialista?
    Seu post fala de algo muito complexo, conceito que apesar de virar milênios absoluto ainda é criticado, mas, por quem ele é criticado e porquê ele é criticado, formas Socialistas de governo, que presumia-se deveriam ser na distribuição da riqueza fracassaram apesar de durante 1 século inteiro e na verdade serviu apenas para enriquecer e transformar sociedades organizadas em sociedades totalmente desmontadas e destruídas, exemplo da Rússia em sua revoluçaõ Bolchevista e todos os seus parceiros como, Cuba, Alemanha Oriental, Coréia do Norte e muitos outros.
    Eu, particularmente acredito no capitalismo e na meritocracia e como você mesmo disse dar dinheiro é fácil, dar algo sutentável que dê ao recebedor conteúdo de sustentanção por muito tempo é uma tarefa que exige muito de quem doa e por isso não é um produto tão disponível.
    No seu caso eu não o vejo como um doador e sim como um estrategista capitalista que deu certo, você deu algo objetivando sucesso na sua empreitada num negócio e com o conhecimento sobre esse mercado não resta dúvida que foi bem sucedido, o seu sucesso foi por sua competência e isso é admirável, mas nem todos tem esforço próprio para arrisar tanto tempo como foi o seu caso para esperar que o lucro viesse. O capitalismo vive de lucro e não dá pra querer que uma empresa sobreviva doando o seu lucro ou dividindo sem que haja critério de meritocracia. NO japão é assim nas empresas, há uma pontuação para cada funcionário e recebe maior participação nos lucros àquele que foi mais ativo durante todo o período verificado (semestral), há pessoas que não recebem nada e seria injusto se recebesse em detrimento daquele que ajudou mais a empresa.
    Eu penso exatamente como o empresário suíço, Bill Gates também pensa assim e muitos bilionários estão fazendo a mesma coisa, já não acreditam tanto nesse capitalismo que está aí hoje, mas foi com esse capitalismo que eles se tornaram bilionários.
    Eu não sei se o meu comentário é coerente com seu post na íntegra, mas busco pensar aqui que falta mais coragem e vontade das pessoas em produzir de fato, estão todos aí querendo se tornar funcionário público e mamar nas têtas do governo e viver na preguiça.
    Eu já fui funcionário público federal e pedí exoneração por não concordar com o sistema que sempre foi corrupto, então, se temos uma sociedade pobre é justamente porque temos um governo absolutamente corrupto que não produz educação, saúde, sanemanento básico entre outros.
    Conrado, o capitalismo é diferente a sua maneira de ser em cada país, é assim que eu percebo.
    A razão do seu post é justamente por estar havendo uma falta de concretismo em setores responsáveis pela formação da sociedade e muito menos do sistema capitalista que produz e paga muitos impostos que sobrecarrega sua capacidade de investimentos no social, enfim, é um assunto que vai longe.

  • Sandra Diniz

    Muito interessante e bem colocado o seu post. Devemos pensar em gerar negócios sustentáveis que envolvam o bem estar da sociedade. Gol de placa Conrado Adolfo!!!

  • patrique S.C

    Aconselho o livro de Michael Porter: Estratégia Competitiva. Estudo Internet a mais de 10 anos e já conheci inúmeros palestrantes dos mais simples até os mais espetaculares. Claro que a grande maioria por materiais on-line ou por livros. Tenho convicção no que estou relatando agora: Conrado Adolpho é o melhor. Porque? Todos que estudam verdadeiramente Internet sabem o quanto o conteúdo é complexo na sua totalidade. Conrado conseguiu humildemente transformar tudo que aprendeu em conteúdo compreensível para o mercado geral. Parabéns. Sei o que estou dizendo.

  • Solange

    Gostei e acho que esse assunto merece um hangout para mais troca de informação.

  • Marli Elisa Trannin Ferreira

    Conrado, muito bom, o ser que chamamos de humano, um passo a mais
    do animal, preciso galgar uns passos a mais para uma sociedade mais
    sensível. Acredito estar faltando um debate maior do ponto de vista filosófico mesmo. O lucro é alcançado dentro de um contesto, mas o que
    impulsiona é o ser humano individual, em grupo, no corporativismo etc.
    O sistema clama por mais sensibilidade, de todos os chamados humanos que terá como consequência um lucro social e naturalmente
    o lucro.

  • Jocelio Santos

    artigo muito bom em tem tudo a ver comigo, pois sempre acreditei que seremos mais felizes a partir do momento em que visamos o bem comum ao invés do nosso bem somente, pois a lei da natureza é justa e sabe dividir tudo em partes iguais para todos, mas para isso precisamos passar por um estágio bem acentuado até conseguirmos siar do nsso egocentrismo, parabens Conrado, vc sempre demais.

  • Prof. DONIZETI DE PAULA (Coach

    https://uploads.disquscdn.com/images/9a1b0c864eae8ca69ff5a60e29647497b8e5c3d27ac230322d7cb0b3fd47ea63.jpg

    Totalmente controverso!

    A princípio, o que sustenta o Capitalismo, é um Marketing Mundial Integrado, segundo; o texto, e isso já seria obvio também, é muito reducionista e simplista (é preciso inventarmos algo que atraia as pessoas para o maior tempo de leitura), bom, quis dizer controverso, porque você é especialista em Marketing, ele é a mola propulsora do Capitalismo, afinal de contas, qual é a essência do Marketing? Vender! – Então fica o desafio, fugir desse tempo sem tempo e apresentar uma solução que começa nas suas entranhas do ser! – O meu desafio estou cumprindo, e de antemão, já digo que não é nada fácil.

    Você fala de material gratuito, que tipo?
    Os e-books que servem de iscas digitais?
    Voltamos para o loop do Marketing: Vender!

    A solução é outra, a morte do capitalismo é o lucro!

    Oras e não ter lucro significa ter tempo, e ter tempo é ter liberdade no sentido de sermos senhores do nosso próprio tempo… os aspectos mais profundos do marketing é justamente, também, comprar o seu tempo, oras, o produto que está na prateleira do supermercado, ao comercial do novo celular ou do carro tem como objetivo implantar em você uma falta para que depois apresente algo que vai preenche-la, em outras palavras, é um toma lá da cá, ou melhor, crio o problema e apresento uma pseudo-solução.

    Bom, para ser um pouco mais didático, e como também estou na minha face de transformação, vou deixar aqui um link sobre o ex-presidente do Uruguai, com 80 anos de idade, o Pepe Mujica:

    https://www.youtube.com/watch?v=FpfsXQKG8vY