O mercado é uma moeda

Calma…eu explico:

Atualmente existem dois grandes ambientes no nosso mercado. O ambiente digital e o ambiente offline. Essa divisão é somente didática, lógico. Tudo faz parte do mesmo mundo.

Porém, assim como uma moeda, um ambiente não existe sem o outro. Quando você empurra a cara da moeda, automaticamente, a coroa também é empurrada e vice-versa.

E daí?

O mesmo acontece com os ambientes online e offline.

Quando você impacta o offline, o online é impactado. Por exemplo, quando acontece o fim de um jogo de campeonato brasileiro, as redes sociais ficam lotadas de comentários sobre o jogo.

O online também impacta no offline. Quando um boato se espalha pelas redes (ou um grupo de pessoas combina uma passeata) o impacto no ambiente offline é claro e algumas vezes gigante (como a derrubada de alguma ditadura).

O que isso tem a ver com você?

Se você entendeu o poder dessa informação, tenho uma pergunta a lhe fazer: o que é mais fácil impactar, o ambiente offline ou o ambiente online?

Obviamente o ambiente online é mais barato, mais escalável, mais rápido de se impactar com uma comunicação ou para construir sua autoridade. Além disso, tem bem menos concorrência, porque poucas empresas sabem o que fazer no ambiente online para que ele se torne eficiente para um negócio. Existem regras diferentes nesse mercado.

Para uma pequena empresa ou para um profissional liberal, dominar o online e se tornar a referência do seu segmento no online é condição sine qua non para crescer. O ambiente offline é muito mais difícil e já estabelecido.

Esse é o motivo pelo qual start-ups de poucos meses começam a dominar o mercado, porque elas dominam primeiro o ambiente online.

Uma vez que você constrói sua autoridade no ambiente online, o ambiente offline acompanha. Um lado da moeda impacta o outro. Quando sua empresa se torna a referência no ambiente online, ela se torna a referência no ambiente offline.

Por que isso dá certo?

Isso acontece porque o online está nos bolsos das pessoas atualmente, nos celulares. Dos bolsos para a mente é um caminho bem curto. Você fica muito mais presente na mente das pessoas quando domina o online. A todo momento ela estará em contato com você esteja onde ela estiver.

Dominar a mente do mercado é o primeiro passo para dominar o mercado. Lógico, que há um espaço de tempo para isso acontecer, mas uma vez que você domine o online, você ja se torna uma pessoa rica, só que o seu dinheiro ainda está nos bolsos das outras pessoas. O processo de transferência leva um tempo.

Então, domine o online. Vire a referência do seu mercado nesse ambiente para depois o offline ficar aos seus pés.

Como dominar o online?

A pergunta de ouro então, não é mais “como eu vendo mais?”, mas sim, “como eu domino o online?”.

Existem várias técnicas para isso. A mais importante, porém, é a produção contínua de conteúdo relevante (sem vendas explícitas).

Lógico que não é só sair produzindo conteúdo tresloucadamente, mas sim com pesquisa e planejamento do que produzir e para quem. Como promover esse conteúdo, como fazê-lo ser propagado pelas pessoas. Como produzir o funil que vai levar tais pessoas a comprarem o seu produto ou serviço, personalizar a comunicação e depois mensurar tudo isso para melhorar o que dá certo.

Essa sequência te lembra algo?    

  • Joao Dias Jr.

    Muito boa essas dicas. A sequencia é claramente o passo-a-passo dos 8ps. Vou tentando colocar em prática! 😀

  • http://bloginspiracao.com Silvane Cristina

    Olá Conrado!
    Ótima sua analogia, quem entender isso venderá muito.
    Sucesso a vc… :)

  • Herbert Guimarães

    Muito bom heim! Admiro muito sua sabedoria e insights. Texto provocativo no que tange “fazer acontecer” e ponto final versus “fazer acontecer” e três pontinhos para o famoso “to be continue”.

  • Arnaldo Silva

    Não tem como não lembrar. Você está se superando na produção de seus conteúdos. Gratidão Conrado. Você tem preparado um empreendedor aqui na Amazônia.

  • Luziânia Araújo

    Excelente analogia e também mais um convite à reflexão e à ação da sua parte. Obrigada Conrado.