Qual a diferença entre o marketing digital norte americano e o brasileiro?

Acabo de voltar de uma temporada de 2 meses em San Francisco, Califórnia, respirando um pouco daquele ar de start-ups e alta tecnologia misturada com a cultura hippie em sotaques de todo o mundo. Muitos defendem que o fato da Califórnia, em especial San Francisco, só gera a qualidade de criatividade em termos de negócios digitais devido a essa mistura.

Posso lhes garantir que é uma mistura interessante. O geek e o hippie (atualmente sem o mesmo glamour da década de 70) dividindo o mesmo metrô ou se esbarrando com suas bicicletas velhas. A cultura do “paz e amor” ainda impera na cidade a ponto de você não encontrar por exemplo estandes de tiro tão facilmente. A combinação da arte com a tecnologia faz da região um polo criativo de start-ups de sucesso que não precisarei mencionar aqui, lógico.

A preocupação com a saúde e com o ser humano destoa de um Estados Unidos em que aparência de sucesso é a lei, como em Vegas ou Los Angeles. Um lugar em que Robin Williams poderia andar tranquilamente pelas ruas sem ser importunado com “me dá um autógrafo”. E de fato, anda. Ele mora lá.

San Francisco, por motivos óbvios, lá foi o palco de um evento bem interessante de marketing digital – mostrado na foto acima que tirei durante o evento – chamado “Traffic and Conversion Summit“. Como o nome diz, um evento que mostrou ao longo de 3 dias o que de fato está gerando tráfego e o que está gerando conversão na visão e experiência de dois grandes profissionais, Ryan Deiss e Perry Belcher, que lideraram muito bem o evento e de seus convidados. (Nunca ouviu falar nos dois? essa é uma das diferenças que vou explorar nesse post)

Entre os convidados, por exemplo, estava o easy-going Tim Ferris dentre muitos outros (Se nunca ouviu falar no Tim Ferris nem em um dos livros dele “Trabalhe 4 horas por semana”, é um pouco mais grave…). Outro convidado foi William Shatner (o capitão Kirk de Jornada nas Estrelas) e Guy Kawasaki (que dispensa apresentações). Estes foram apenas alguns. Durante o evento mais de 20 convidados dividiram o palco com os apresentadores falando sobre técnicas que funcionam na vida real. Gente que pratica o que ensina.

Aí vem a primeira grande diferença. Os marketeiros por lá não são teóricos. Eles de fato fazem acontecer e depois mostram o que fizeram. Teoria aliada à prática. Geram dinheiro e depois mostram como fizeram. As palestras são mais baseadas em cases do que qualquer outra coisa. “Eu fiz assim, errei aqui, acertei ali e gerei x dólares em x tempo”. Adorei o pragmatismo e a maneira direta com que tratam a palavra “resultados”.

Outra grande diferença é a idade. Se aqui é a geração Y que domina o marketing digital, com 86% dos profissionais com até 28 anos, lá é a geração X (e algumas vezes até a geração Baby Boomers) que dá as cartas. O que algumas vezes é chamado de “old school”. Que “old school”? Do marketing, é claro.

No campo dos profissionais os quais os empresários seguem para aprender as técnicas de como vender mais, temos nomes como Dan Kennedy, Joe Polish, John Carlton, o próprio Guy Kawasaki (já mencionado aqui), Perry Marshall, Brad Geddes, Armand Morin, Jeff Walker e muitos outros nomes (nem vou mencionar Jeff Bezos, Larry Page, Steve Jobs dentre outros porque seria covardia). Dentre esses inúmeros profissionais encontramos especialistas em Adwords, Social Media, Copywriting (algo que não existe no Brasil ainda), empreendedorismo na nova economia e outros assuntos. E são muitos. E todos sabem muito e ensinam muito (Uma outra grande diferença. Eles praticam e ensinam muito o que sabem). Você pode conhecer mais alguns deles aqui.

A média da faixa etária desses profissionais é de 40 anos, no mínimo. Os que lideram a indústria tem seus 40 anos (!). Isso pode parecer estranho em um Brasil que não valoriza o “velho” e tenta sempre substituir o passado pelo presente. Lembro que começo o livro o 8Ps falando justamente que, para traçar uma linha em direção ao futuro para entendermos onde vamos chegar, precisamos de pelo menos dois pontos: um no presente e outro no passado. Sem perspectiva histórica, experiência, conhecimento sobre pessoas, fica muito difícil inferir alguma coisa.

Esses profissionais sobre os quais li e conheci (não pessoalmente) ao longo da minha estada deixaram claro que em um mercado mais maduro como o americano a experiência conta muito. E isso faz todo sentido quando se pensa a respeito de internet como uma rede de pessoas, não de computadores. Para se entender de internet, deve-se entender prioritariamente de gente, não somente de bits. Deve-se entender porque pessoas compram, tem desejos, necessidades ou precisam preencher algum vazio em suas almas. Ei…isso é marketing! Isso mesmo. A “Old school”.

Muitos dos americanos que hoje mostram o que realmente dá certo no marketing de lá são egressos do marketing direto. A mistura do marketing direto com o marketing digital por lá é profunda e produz resultados impressionantes. As técnicas utilizadas por lá têm gerado centenas de milhares de dólares em questão de horas e até alguns milhões em questão de poucos dias. É como um lançamento imobiliário. Há uma enorme preparação para o dia do lançamento e quando abrem a porta parece o estouro de uma boiada. A Apple é campeã em fazer isso. Já comentei isso aqui em outro post.

A antecipação do lançamento, a qualidade do produto, as parcerias, a maneira como se divulga aos poucos, o jeito de se falar de um modo informal e outras tantas técnicas que vieram, não do marketing digital, mas do marketing. Principalmente do marketing direto. Se você se lembrar de como foi o lançamento do Curso Online 8Ps, seguiu várias das etapas que expus aqui. E posso lhe garantir que deu muito certo. Sempre dá.

Em resumo, no Brasil muitos dos profissionais acham que marketing é algo antigo que deve ser substituído pelo marketing digital, o novo. E confundem a técnica com a estratégia. Muitos pensam que para entender de marketing digital é preciso somente saber apertar os botões. A experiência que conta é a de saber mexer na ferramenta. Isso é importante, lógico, mas a questão é que sem saber para onde dirigir a máquina – e isso exige entender de ansiedades humanas – de nada adianta saber ligá-la.

Nos EUA, os marketeiros valorizam demais a estratégia. Sabem que é preciso primeiro acertar a direção para depois ganhar velocidade e escala. É preciso testar, testar, testar (o conceito de “testar” por lá é quase uma lei). Não têm medo de suas teorias não darem certo. Se não der certo, muda-se a teoria. É a prática que vai dizer qual teoria é válida. Depois de 7 anos como diretor de agência de marketing digital posso dizer que muito do que prega a teoria, na prática, não serve para nada.

Vá dizer para um gerente de e-commerce que o importante é ter um CTA (call to action) verde. Muitas vezes é o vermelho, ou até o amarelo, roxo que dá mais certo para um determinado público. O segredo é testar e descobrir. Dá trabalho, mas dá resultado.

Os profissionais americanos conhecem profissionais no mundo inteiro, os brasileiros conhecem somente os profissionais brasileiros. Quando se toma contato com os cases de sucesso desses marketers, se toma um banho de água fria no entusiasmo com relação aos nossos próprios resultados. Há gente no mundo fazendo milhões por ano com ideias sensacionais e simples que tem como foco a estratégia e a técnica integradas de maneira perfeita para produzir um resultado excelente (como mencionei no último post sobre o Cirque du Soleil). Acertaram de primeira? Lógico que não. Testaram e erraram até acertar.

Vi cases da França, Alemanha, Portugal, México e dezenas de outros que são estudados e analisados sob a ótica do “por que deu certo?”, “dá para repetir aqui?”, “o que deve ser adaptado?” etc. Os americanos estudam cases do mundo inteiro sempre em busca de uma grande ideia que ainda não tiveram. No Brasil, devido à enorme barreira linguística que temos, acabamos por nos concentrar somente no que temos em português, mas há muita coisa excelente em inglês e tantos outros idiomas…

É preciso abrir a mente para estudar o que deu certo lá fora também. Não só em nossa casa.

Outra grande diferença é a união entre os profissionais de áreas diferentes. Um vende o produto do outro, divide palco e faz dar certo em grupo. Não que aqui não sejamos unidos. Somos. Mas em panelas. A enorme panela do SEO. A enorme panela do Social Media. A pequena e escondida panela do Adwords e por aí vai. Social Media acha que SEO já morreu. SEO acha que Adwords é perda de tempo etc.

O que menos percebi por lá foi fogueira das vaidades. Se um profissional dá resultado, é bom. Se não dá, é ruim. Simples assim. E parece que é exigido de todos eles dar resultado primeiro para si mesmo, para depois dar resultado para os clientes. Por lá, a sua empresa tem que usar as mesmas estratégias que você usa para os clientes. Algo como “eu sou capaz de gerar esse resultado para você porque gerei esse resultado para meu próprio negócio”.

A cultura por lá é a dos números, não das palavras. Para um quase-engenheiro como eu, acho ótimo. Métricas, métricas, métricas. Algo que sempre defendi por aqui é o que de fato se defende por lá. A preocupação com a conversão (muito além do tráfego) é uma constante. O número que importa no final não é o CTR ou o tráfego, é a relação do quanto vendeu e de quanto se gastou para vender: o Custo por Aquisição, ou seja, o quanto custou uma venda. Em última instância, o lucro.

Como dizia um amigo meu, “empresa boa não e empresa grande, é empresa que dá lucro”. Bem sei isso porque durante anos tive uma empresa razoavelmente grande (para o mercado) mas sem lucro e, depois disso, uma empresa pequena altamente lucrativa. O mar da lucratividade é muito mais tranquilo de se navegar.

Outro foco dos profissionais de marketing americanos são os nichos. As pequenas parcelas de mercado que trazem a lucratividade. Dominar um nicho (um pedaço do segmento) é o objetivo de muitos deles. No Brasil, mesmo pequenos empresários querem ser tudo para todos. Pior erro que se pode cometer. O gasto de recursos é enorme e não atinge o objetivo. Lá, a lei é “seja algo bem específico para somente algumas pessoas”. E seja lucrativo, por favor.

Os eventos que acontecem por lá, lógico, são todos naquele estilo de grande evento americano. Duas mil pessoas, parceiros, patrocinadores, filmagem, muita “up selling” (já que comprou isso, que tal comprar isto por somente mais alguns dólares?”), muito glamour e aquele ar de “sucesso” no ar. Bem americano. É divertido para brasileiros mais desconfiados, mas não deixa de ser um grande evento.

É lógico que não há só diferenças a favor dos americanos. Do que vi lá de SEO em nada deixamos a desejar. Estamos em pé de igualdade. Em termos de Social Media, perdemos feio. Mas muito por conta da utilização massiva que o americano faz das ferramentas. Em termos de e-mail marketing, perdemos feio também. Lá eles sabem que o e-mail é uma das ferramentas mais poderosas que se tem para vender (desde que se saiba usar). Design: ganhamos de lavada. Os americanos não se preocupam muito com isso. Persuasão: perdemos feio. Não dá nem para comparar.

Bom….acho que esse post já está grande o suficiente. Poderia ficar por mais algumas horas escrevendo, mas vou deixar conteúdo para os próximos posts e para o seminário online que pretendo ministrar sobre essa experiência. Fique atento 🙂

 

 

 

 

 

Conrado

Conrado Adolpho, empresário há 22 anos, é especialista em alavancagem rápida de micro e pequenas empresas. Formado em Marketing com especialização em Economia, autor, consultor, palestrante, estudioso de filosofia e ativista social. Idealizador do Método 8Ps - método de Marketing Digital e Vendas, que é utilizado hoje por diversas agências, faculdades e empresas por todo o Brasil, e instituições de alguns outros países. Tem como missão pessoal "Transformar o mundo através do empreendedorismo" e já ajudou mais de 8 mil pessoas através do treinamento Imersão 8Ps e impactou mais de 33 mil empresas através do Método 8Ps. Autor do best-seller brasileiro de marketing mais vendido do país e vendido também em Portugal: Os 8Ps do Marketing Digital.

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89 comentários

  1. Mayko Franceschi em 06/03/13 às 18:36

    Belo post mestre. Eu já estava acreditando que realmente sou chato porque toda vez que eu bato na tecla para esquecerem um pouco das ideias “pirotécnicas” para redes sociais, foco sempre em deixar o planejamento redondo, a segmentação o mais perfeito possível e as métricas planejadas, com todas as ferramentas configuradas e medindo tudo.
    Vejo que estou no caminho certo. Abraços e bom que voltou!

  2. Mariana Valentini Borges Bueno em 06/03/13 às 18:36

    Adorei o Post. Muito bom!

  3. GABRIEL em 06/03/13 às 18:37

    MUITO BOM PODER PASSAR ESSAS EXPERIENCIAS. TENHO UM DESEJO ENORME DE FAZER UM INTERCAMBIO COM A FINALIDADE DE APRENDER E APLICAR EM MEU NEGOCIO.

  4. Fábio em 06/03/13 às 18:43

    Parabéns Conrado, certamente agora seus conteúdos serão mais enriquecedores, em vista do conhecimento que adquiriu com os Americanos, que são referências em marketing direto.

    Aguardo com ansiedade novos posts 😉

  5. Marcelo de Souza em 06/03/13 às 18:46

    Excelente post. Sempre bati na tecla que resultado é melhor que vaidade. Acredito estar no caminho certo.

  6. michel em 06/03/13 às 18:54

    Nossa Conrado isso é verdade nem se compara.Os americanos tem estratégias diferentes e muito poderosas,isso devido a cultura em relação a negócios e sucesso.Vi que temos muito ainda que aprender com os americanos.

  7. bruno dias em 06/03/13 às 19:39

    Parabéns Conrado. Ótimo post. Muito esclarecedor. Temos muito que aprender ainda, mas chegaremos lá. Abraços

  8. António Santos em 06/03/13 às 23:37

    É bom ler opiniões de quem vai beber a outras fontes, como você fez Conrado.
    Gostei em particular de 2 partes do seu post e das suas conclusões…
    1º O facto de não serem só os jovens que têm de ser ouvidos. Os Jovens têm a normal apetência, mas os maiores de 40 têm a grande vantagem de terem lidado com o bom e velho marketing e saberem aplicar isso agora ao digital.
    2º Gostei muito do aspeto das partilha do conhecimento. A questão é que todos estamos a aprender coisas que nunca existiram antes nas sociedades. Todos estamos a fazer testes no marketing digital todos os dias. E é preciso fazer uma concorrência saudável.
    Já agora Conrado, já que você gosta de partilhar o seu conhecimento, porque não escrever um pequeno e-book sobre esta sua experiência pelos EUA?
    Saudações de Portugal.
    António

  9. Claudio em 06/03/13 às 23:58

    Foi uma ótima experiência enhim Conrado?!

    Fico orgulhoso de saber que temos um representante brasileiro
    no meio das feras do Marketing. Esperamos por suas novidades!

    Precisamos mostrar primeiro para nós e depois para o mundo
    que embora todas as barreiras que o empreendedor brasileiro enfrenta
    para conduzir seus negócios, ainda temos capacidade de gerar resultados significativos nos negócios.

    Abraços.

  10. Rosana Ribeiro em 07/03/13 às 00:04

    Oi Conrado, post ótimo.
    Fiquei pensando em um brasileiro chamado Érico Rocha, não sei se você conhece. Ele tava oferecendo um treinamento de 4 dias sobre “lançamentos orquestrados”. Isso de criar antecipação, fazer um pré lançamento, em etapas pra criar expectativas, fazer lançamentos menores para pessoas escolhidas pra lançar como teste e principalmente a importância de Email mkt. Coisa bem americana.
    Mas o preço era enorme tb. assim como o retorno do investimento que ele disse que seria possível atingir se usássemos as técnicas do curso direito.
    As vezes tenho medo de demorar muito pra conseguir gerar meus resultados e, depois, ser tarde demais porque o mercado de profissional de mkt digital cresce muito, todo mundo quer fazer isso, seo e adwords fica mais competitivo etc. tenho medo de perder o bonde e nao ter espaço pra tanta gente vindo.

  11. Renato em 07/03/13 às 00:46

    Ótimo polst, tbém acho que devemos compartilhar mais para o crescimento de todos!

  12. Eduardo Maia em 07/03/13 às 02:08

    Sensacional o post, Conrado. No fundo, considero uma boa oportunidade estarmos “atrás” em alguns aspectos (na maioria). Isso se traduz numa ótima chance (e guia) de crescimento. Nessa situação, pode-se ver claramente o terreno à frente que se deve percorrer e conquistar. Há muito a se fazer por aqui. Vamos estudar, raciocinar, testar, testar, testar… Um abraço! =)

  13. Hewdy em 07/03/13 às 10:54

    Parabéns e estamos ansiosos para ver seu trabalho.
    Sucessos como merece!
    Abraço da Equipe Vida Mental aqui da Rosineide e do Hewdy.

  14. Marcio Cruz em 07/03/13 às 11:00

    Grande Conrado! Sempre repassando muita, mas muita informação para aqueles que querem aprender de verdade! Acredito que o próprio país (Estados Unidos) é uma gigantesca “old school”. A maioria dos papas do marketing é de lá e o território constitui um mercado muito mais maduro do que o nosso em todos os sentidos. Acho que é um grande incentivo para nós, brasileiros, constatar que mesmo em um mercado tão avançado ainda é possível inovar e vencer. Isso demonstra que ainda precisamos avançar muito e que há espaço suficiente para muita gente no mercado.

    Obrigado mestre!

  15. Guilherme em 07/03/13 às 11:06

    Muito bom, Conrado!
    Sempre com ótimas análises.
    Ao meu ver, os profissionais americanos são mais unidos e de menor vaidade por justamente terem idades mais avançadas. Já viveram mais e sabem que essa “síndrome de super-herói” (salvar o mundo, ser admirado e ganhar o beijo da mocinha) não leva a nada no mercado. O que vale é o que é conquistado. Sendo assim entendem que precisam uns dos outros para terem o melhor mercado e os melhores resultados. Vemos um amadurecimento profissional aqui, mas falta o pessoal. Talvez quando a média de idade aqui no Brasil subir teremos uma união maior entre os profissionais e empresas.
    Um grande abraço!

  16. Pedro Mizcci Majeau em 07/03/13 às 11:09

    Comecei a ler e logo acabou o texto!
    FE NO ME NALLLL!
    Muito Agradecido por compartilhar sua vivência!

    Confio em sua percepção e análise!
    Serviu para balizar onde estamos acertando muito e onde precisamos melhorar!

    Se eu pudesse pedir mais eu diria:
    => Por favor, comente com riqueza de detalhes comparativos cada um dos tópicos que você citou onde os brasileiros acertam mais e onde os americanos acertam mais.

    Pedro Mizcci Majeau
    Especialista em Prospecção de Clientes e Captação de Alunos

  17. Leandro Munhoz em 07/03/13 às 11:10

    Muito bacana a visão de entre os mercados brasileiro e americano.

    Realmente precisamos ser mais unidos e trabalhar de forma sinérgica. Somente assim podemos crescer.

    Infelizmente a rivalidade, na minha opinião, é algo intrínseco na nossa cultura, partindo desde lutas marciais e clubes de futebol até a parte profissional….

    Abração Conrado!

  18. LENI CLARI MATTE em 07/03/13 às 11:13

    Parabéns Conrado, muito gratificante ficar a par de seus conhecimentos, suas experiencias.
    Leni C. Matte

  19. Helder Macedo em 07/03/13 às 11:21

    Conrado, estava sentindo falta dos seus posts. A tua experiência mostra que precisamos ampliar o foco de nossas percepções para entendermos os cases de sucesso, seja lá onde estiverem. No mais, vamos controlar a nossa ansiedade por resultados rápidos e experimentar e apostar em um trabalho sério de desenvolvimentos de soluções adequadas a nossa realidade. Parabéns pela tua trajetória e percepções tão lúcidas. Obrigado pelo post tão esclarecedor. Sucesso!

  20. Léa em 07/03/13 às 11:30

    Um post que esclarece um pouco do mercado que o Brasil ainda precisa investir e muito. Conrado sempre trazendo coisas novas! Obrigada e continue assim.

  21. André Gonçalves Fernandes em 07/03/13 às 11:33

    Olá Conrado.

    Conteúdo excelente. Muito bom saber das diferenças entre o mercado Americano e o Brasileiro. Há temas em que eles são melhores, mas em outros não deixamos nada a desejar. Foi muito importante este período que você esteve lá, pois pelo o que venho acompanhando sobre você em palestra e cursos, acredito que na próxima versão do curso 8PS teremos novidades.

    Obrigado!

  22. Mateus Almeida em 07/03/13 às 11:35

    Muito bacana Conrado! Mas não podemos deixar de lembrar que uma grande diferença entre os dois mercados influencia diretamente em todas as outras caracteristicas: a confiança. O consumidor brasileiro não confia tanto nas empresas brasileiras quanto o americano nas americanas. Aqui temos grandes empresas que enganam o seu consumidor o tempo todo, oferecendo um serviço de péssima qualidade e muitas vezes nem mesmo entregando o contratado, sem contar que o consumidor brasileiro paga mto mais por qualquer coisa do que o resto do mundo. Acredito que os profissionais de mkt por la tem uma certa facilidade em prosperar os negocios de seus clientes…

  23. Vitor F. Pereira em 07/03/13 às 11:36

    Olá Conrado,

    O post parece ser longo a primeira vista, mas é tanta informação boa que que nem percebemos o tempo que levou a leitura e ao terminar fica o gosto de quero mais. Acredito que o Curso 8Ps estará ainda mais rico em conteúdo. Aguardando a turma de São Paulo.

  24. Geovane Gramagol em 07/03/13 às 11:38

    Gostei muito do texto Conrado. É sempre importante relembrar que o marketing digital não é mais importante ou segue separado da ‘old school’.
    Hoje vemos muitas agências digitais abrindo e não têm ninguém de marketing ou comunicação. às vezes alguém de TI e alguns estagiários que saibam ‘mexer’ nas ferramentas.

  25. Diego Schiavenin em 07/03/13 às 11:43

    Nossaaaa… que legal que deve ser participar de palestras assim… Calcula quanta coisa boa você viu… Só de curioso, você viu em média quantos Brasileiros nestes locais?

  26. Eduardo Almeida em 07/03/13 às 11:43

    Ótimo post Conrado. Muito esclarecedor!!!!!!!

  27. Edison Silva em 07/03/13 às 11:44

    Parabéns Conrado pela iniciativa e oportunidade de aprender e dividir, o seu Post é sensacional e agradeço por compartilhar conosco suas esperiências com tantos detalhes. E dizem que americano não conhece os brasileiros. temos que aprender e aplicar cada conhecimento adquirido .

    Um abraço e muito obrigado!…

  28. Tiago Oliveira em 07/03/13 às 12:05

    Bom demais analisar os comparativos e culturas, excelente post e realmente proveitoso para profissionais da área, estou grato pela oportunidade de conferir.

    Att,

    Tiago Oliveira
    CEO – INFOSOFTWEB

  29. Conteúdo Dinheiro em 07/03/13 às 12:09

    Muito bom o post. Eu estou acessando cada link para estudar melhor as indicações. Valeu Conrado.

  30. Ricardo Silva em 07/03/13 às 12:22

    Como sempre genial, apenas alguns minutos para visualizar e criar estratégias com mais eficácia, isso lendo um post de Conrado A.

    Obrigado!

  31. Rychellon em 07/03/13 às 12:54

    Ainda bem que temos brasileiros participando desses eventos! Depois que eu comecei a buscar conteúdo em outros idiomas eu também percebi tudo isso Conrado, na maioria dos aspectos estamos atrasados em alguns anos luz aqui no Brasil…

    Que experiência maravilhosa deve ter sido… gostaria eu de ter estado lá!
    Ficarei aguardando seus próximos artigos sobre o evento e o que rolou lá.

    Forte Abraço.

  32. Wesley em 07/03/13 às 14:01

    Excelente post, ótima fonte de pesquisa. Este post tem de estar destacado nos nossos bookmarks.

    Tenho uma pequena dúvida: quando você fala em “Marketing Direto”, você quer dizer “Vendas Diretas”, seria o ato ou a experiência de vender de porta em porta, diretamente para as pessoas?

    Desculpe se a pergunta parecer meio “básica”. Eu tive uma experiência de vendas de livros de porta em porta, inclusive tive um treinamento de vendas, há + de 20 anos atrás. Hoje não se falam as palavras “Vender”, “Vendedor”, parecem palavras proibidas ou fora de moda, sei lá; se fala somente em Marketing, e isso confunde um pouco minha cabeça.

    Aproveitando o “embalo”, vai uma segunda pergunta: você já leu ou já ouviu falar do Zig Ziglar? Se sim, você acha essas leituras sobre “Vendas” válidas?

  33. Franklin em 07/03/13 às 14:03

    Conrado,
    Seria interessante vc postar também como Podcast no soundCloud. Não fico por fora de nenhum post seu mas ultimamente não ta sobrando muito tempo para ficar na frente do pc lendo.

    Otimizaria mais o tempo escutando um pod cast .

    Abraço.

  34. Marcos Amorim em 07/03/13 às 14:18

    Muito legal dividir esse conhecimento com a gente, sempre acreditei que o resultado e o que realmente importa e provar isso para si mesmo antes de oferecer ao cliente e no minimo questao de bom senso.

  35. João Pedro Resende em 07/03/13 às 14:30

    Sensacional Conrado. Obrigado por compartilhar a experiência que você teve durante o evento.

    Grande abraço!

  36. Rafael Sampaio em 07/03/13 às 14:46

    Bela análise sobre tais mecanismos, ainda pensamos muito na ferramenta, na estética e acabamos por deixar o mais importante, a vontade do ser humano que está visualizando isso.

    Esbarramos também em problemas culturais, principalmente na deficiência educacional que o brasil possui, atrasando qualquer movimento científico

  37. Bruno Tavares Moraes em 07/03/13 às 16:11

    Achei bacana o post, tento levar nessa linha de raciocínio, realmente eles realizam belos trabalhos. Porém eu gostei de uma frase específica nesse post que acredito valer para muita gente hoje no mercado “A cultura por lá é a dos números, não das palavras”. No Brasil tem muitos profissionais que só conversam e poucos fazem, realmente conversam tanto que fogem do foco maior “O Resultado”. @btmmoraes

  38. Sérgio Albuquerque Jr em 07/03/13 às 16:39

    Lendo tudo isto, vi que somos ainda muito pequenos em pensamento e ações, e nos preocupamos sim, mais com a vaidade do que com o resultado, procuramos mais fazer marketing do que efetivamente resultado.
    Fica esta ótima reflexão do Adolfo, parabéns pelo brilhante texto.

  39. Ana em 07/03/13 às 16:46

    Excelente análise, Conrado. Um brasileiro que estou vendo trazer essas técnicas de forma mais agressiva para o Brasil é o Érico Rocha, como alguém já comentou.
    Ele tem acabado muito com esse mito de que essas técnicas “exageradas” dos americanos não funcionam no Brasil. Só não funciona se o cidadão quiser fazer uma tradução direta via “google translator”. rsss…. Mas adequando a linguagem, funciona muito bem, tenho experimentado isso na prática e colhido bons frutos.
    Estou ansiosa pelo seu webinário! 🙂

  40. Juninho Oliveira em 07/03/13 às 16:48

    Olá Conrado,belo post parabéns espero que passe para nós todo esse conhecimento também,obrigado!

  41. Wendel Silvério em 07/03/13 às 17:26

    Olá Conrado, parabéns pelo post!

    Você respondeu uma pergunta que eu sempre tinha quando assistia o filme “A rede social” que era:

    Porque Sean Parker insiste tanto para Mark Zuckerberg se mudar para a California ?

    Agora faz sentido! rs

  42. francisco elias em 07/03/13 às 20:15

    Parabéns Conrado pelo ótimo trabalho que vem fazendo, e essa experiencia só vair enriquecer os seus conteúdos e cursos, muito obrigado e parabéns novamente você merece.
    Abraços e sucesso.

  43. marcos kirst em 07/03/13 às 22:23

    Muito bom este post, Conrado. Obrigado por sempre compartilhar suas experiências. O marketing aqui ou lá, digital ou old, é sempre um assunto muito bom, não é mesmo? Um abraço.

  44. Anttonio Blanco em 07/03/13 às 22:29

    Olá, Mestre!

    Muito bom.
    Sempre admirei os profissionais de marketing norte-americanos eles estão sempre na vanguarda.
    Experiência é realmente muito importante. Num primeiro momento quando entrei neste mercado de Marketing Digital fiquei um pouco perdido, fiz o seu curso e fui compreendendo que a floresta continua a mesma, só mudaram algumas árvores.
    Acredito que o “gás” da juventude é realmente muito bom…mas os meus 19 anos de carreira são o meu melhor alicerce.

    Abraço!

  45. Claudio em 08/03/13 às 09:20

    Excelente análise Conrado encontrei bem plasmado ali meu maior problema, querer ser tudo para todos; faço design, webdesign, webwritting, otimização de velocidad de carregamento de sites, desenvolvimento de sites, e-mail marketing,geolocalização, social media, SEO, Adwords, marketing digital e claro -> vendas.

  46. oscar santos em 08/03/13 às 23:00

    Muito valiosa essas dicas Conrado, mas uma coisa que me chama a atenção é a constante atmosfera que os profissionais americanos estão envolvidos, de estarem sempre querendo algo mais, algo novo, e a maioria dos brasileiros sentem isso de vez enquando, geralmente quando estamos no ambiente universitário.

  47. Josué Neto em 10/03/13 às 01:47

    Muito interessante tudo que comentou, obrigado.
    Preciso aprender muita coisa ainda e por em prática o básico. Construir um modelo de pensamento para que se torne comportamento e, então, possa gerar resultado.

    Obrigado pelo material disponibilizado. Tenho aprendido muito.
    Desejo felicidade para você.
    Josué Neto

  48. Murilo Santucci Lavezzo em 11/03/13 às 15:12

    E sobre o Adwords, estamos muito atrasados? Trabalho com software de BID manager produzido no brasil e exportado para todo mundo, estamos bem de ferramentas ou carentes?
    Um Forte Abraço e Bom Retorno!

  49. Marcelo Barros em 11/03/13 às 17:04

    Conrado,

    Quando você citou:
    “Muitos dos americanos que hoje mostram o que realmente dá certo no marketing de lá são egressos do marketing direto. A mistura do marketing direto com o marketing digital por lá é profunda e produz resultados impressionantes. ”
    Em seguida você falou em: testar, testar, testar …

    Isso é básico no mkt direto. Sou profissional dessa área, e sem dúvida a visão sobre como direcionar o lado psicologico, se é que pode se falar assim, para as ferramentas digitais, é excelente. Na verdade, os veículos digitais são novas ferramentas do mkt direto, que por sua vez o Brasil está a anos luz atrás dos demais países “old school” do mkt.
    Mas não deixarei esse texto longo, foi só para dividir com você(s) minha percepção e elogiar todas as suas matérias, emails e videos.
    Parabéns!

  50. Ricardo Morais de Oliveira em 12/03/13 às 09:46

    Ótimo post, Conrado. Tudo que você comentou, puxando para o lado do digital, no final de tudo é o velha escola do marketing (como você mesmo disse).
    Essa passagem deixa claro isso:

    “Outro foco dos profissionais de marketing americanos são os nichos. As pequenas parcelas de mercado que trazem a lucratividade. Dominar um nicho (um pedaço do segmento) é o objetivo de muitos deles. No Brasil, mesmo pequenos empresários querem ser tudo para todos. Pior erro que se pode cometer. O gasto de recursos é enorme e não atinge o objetivo. Lá, a lei é “seja algo bem específico para somente algumas pessoas”. E seja lucrativo, por favor.”

    Muitas empresas esquecem que o importante quando vai entrar no mercado, é procurar ser o melhor, o líder, em algum seguimento. Acabam fazendo mais do mesmo e tornando-se “iguais” as outras.

    Com essa onda do digital, realmente muitos acreditam que não precisam saber de marketing. Por isso, como você mesmo constatou, em um quesito que é puro relacionamento e construção de marca estamos perdendo feio para eles, social media.

    Podia continuar falando vários pontos aqui, adorei essa sua contribuição aqui. Aguardo ansioso pelo seu seminário online.

    Abraço!

  51. Thiago Borba em 12/03/13 às 10:49

    Conrado.
    Para variar um ótimo post. Muito interessante essa leitura do mkt digital externo. Legal saber que a experiência de vida conta muito por lá e que isso é reconhecido.
    Temos muito a aprender, ainda bem que temos grandes mestres como você para nos ensinar.
    Grande abraço.

  52. Alessander Raker em 12/03/13 às 20:32

    Gostei muito dessa sua visão e os pontos que ganhamos e perdemos. Realmente os americanos tem muito o que nos ensinar pois a cultura empreendedora deles é fora do comum.

    Obrigado por partilhar suas experiências conosco

  53. Axel Guedes em 13/03/13 às 10:35

    Conrado,

    Esse post é, em si mesmo, a essência do que busco – conversão. Estou estudando e pesquisando muito sobre isso. Na internet, uma coisa depede de outras, mas tudo deve ter apenas a conversão como o objetivo.

    Gosto de ler seus posts e assistir suas videoaulas por isso, porque você sempre enfatiza e aponta para essa questão.

    Grato por mais essa contribuição!

  54. Maria Auxiliadora em 13/03/13 às 17:53

    Estou iniciando; e como aprendiz achei muito interessante e esclarecedor.
    Tenho muito ainda que aprender, e este post para mim, é o início do caminho

  55. Giovanni César em 15/03/13 às 01:21

    Preciso ir pra lá também! rsss
    Mas por enquanto todos devem estar gratos pelo filme que passa na cabeça de quem lê o texto. Outro mundo e ponto final, mas que também nos inspira e nos direciona para bebermos de fonte boa para nos tornar mais práticos, cooperativos, investigadores, curiosos e verdadeiros caçadores de resultados. Prato cheio para pessoas que gostam de pessoas, desafios e que se divertem com o conhecimento.

  56. Fernando Santos em 18/03/13 às 16:15

    Conrado vc disse que em termos de SEO estamos em pé de igualdade, mas o que vc viu lá que te dá certeza em relação a isso??
    Abçs

  57. Mauricio Gomide em 20/03/13 às 09:41

    Conrado, acho que você sintetizou muito bem a cultura do empreendedorismo baseado em resultados que impera na cultura norte-americana. Deu pra sentir que você vivenciou a verdadeira “economia de mercado” voltada para o mundo, onde há lugar para todos que os decidem “fazer direito”.

    Falta-nos esse espírito. Poderíamos dominar a América Latina pelo menos, mas não… temos um governo que acha que a revolução bolivariana é tudo de bom. Em vários aspectos, ainda somos a síntese do colonialismo, mesmo que existam provas contundentes que o colonialismo não interessa a mais ninguém.

    Excelente post!!!! Muito obrigado

    Agora que você retornou, mãos-à-obra. Como fazemos para implantar essa cultura que você tão bem descreveu no texto aqui entre nós?

    Forte abraço.

  58. André Gibran em 26/03/13 às 10:58

    Show de bola, Conrado. Acho que o complemento perfeito para o seu post, principalmente sobre a parte do “testar”, é o livro “Lean Startup”.

    Grande Abraço!

  59. Eric Silva em 15/04/13 às 00:10

    Vixeeee, estou sem fôlego!

  60. Fábio Machiaverni em 17/04/13 às 19:34

    Conrado

    Ótimo post. Aguardo a palestra para saber mais detalhes da old school e principalmente a parte de estratégia.

  61. Sauro Thiele em 21/04/13 às 18:46

    Excelente citação sobre a “Old school”. Marketing, primeiramente, é uma ação de compreensão das necessidades e desejos dos Cidadãos. Parabéns, Conrado.

  62. Jacquelline em 22/04/13 às 12:40

    Oi Conrado. adorei o post e apalestra que assisti por meio da rakuten. Entrei aqui para pegar sua sugestão de livros de persuasão e como escrever textos para e-mail marketing. Não encontrei, como posso tê-los? Na palestra não tive oportunidade de te fazer a seguinte pergunta: Será que a diferença cultural entre brasileiros e norte-americanos não influi em muito quanto a eficácia dos e-mails marketing e a forma como eles usam essa estratégia? Sempre com textos longos e rebuscados? Queria saber sua visão sobre isso…:)
    Agradeço desde já sua atenção e o compartilhamento do seu conhecimento. Um abraço.

  63. Marcel em 22/04/13 às 13:05

    Muito bom, estou ansioso para assistir a palestra.

  64. Henrique em 04/05/13 às 19:19

    Mais uma obra mestre Conrado!

    Obrigado por compartilhar sua experiência nesse evento.

    Forte Abraço!

  65. Tiago em 30/05/13 às 01:19

    Um dia eu quero ser como Conrado!

  66. Paulo Alexandre Paes em 14/06/13 às 05:20

    Gosto muito de ler tudo que voce escreve, pois voce é uma pessoa proativa e visionária. Parabéns pelos comentários sobre este evento.

  67. João em 27/10/13 às 14:52

    Grande Conrado, Ainda bem que temos você aqui no nosso lado para ensinarmos e fazer crescer o Brasil.
    Um Grande abraço.

  68. Carolina Maciel em 29/10/13 às 13:12

    Prezado Conrado,

    Boa tarde!

    Adorei o texto, mas preciso te dizer que existem Copywrites no Brasil, sim, aliás, eu sou uma delas. Não, não sou o que acham que é o copywriter aqui no Brasil (a função do redator publicitário), que por si só é excelente e tem de fato seus altos méritos, mas não, o meu exercício é exatamente a função que o copywriter americano.

    Enfim, recebi treinamentos dos modelos do Jeff Walker e Jon Benson.

    De qualquer forma, meus parabéns pelo artigo!

    Um forte abraço,

    C.

  69. Seguidores em 06/11/13 às 10:58

    Eu que sou dos EUA sei bem que a diferença é grande. ótimo post 🙂

  70. Leandro Paulo em 20/11/13 às 12:49

    Valew Conrado!

    Excelente post. Já “desconfiava” que eu tinha que estudar muito. Agora tenho certeza rs.

    Abçs e sucesso.

  71. Flávio Peralta em 01/01/14 às 09:58

    Olá conrado como vai,PaRABÉNS MESMO,vc é um grande exemplo para muitos,quero um dia participar de algum evento,e conhece -lo pessoalmente,Abraços Palestrante Flávio Peralta 750 palestras segurança do trabalho.não esqueçam Segurança do trabalho cada segundo,minuto,de nossas vidas.

  72. Rodrigo Porto em 11/02/14 às 15:15

    Conrado, apesar de ser aluno do 8PS, e agora Ijumper tenho que colocar uma dúvida no ar….

    Eu estive procurando informações referentes sobre o Perpetual Traffic Formula do Sr, Ryan Deiss e posso dizer que minhas impressões e feedback sobre este produto não foram nada boas…

    Acredito que devemos pesquisar muito sobre estes marketeiros gringos e saber se realmente os resultados que eles prometem com seu “marketing pesado” são realmente reais ou apenas ficção…

    Grande Abraço
    Rodrigo Porto

  73. Thiego Carvalho em 18/07/15 às 03:03

    Já passei por um impacto muito grande, quando falei de SEO para um gestor de marketing que estava acostumado com os modos tradicionais de publicidade… Até hoje ele está no mesmo cargo e na mesma empresa há 10 anos, com os mesmo resultados baixos… E nesse tempo não houve atualização do site. Dou o parabéns para os vendedores dessa empresa pois se fosse pelo MKT a empresa não venderia muito… ou venderia nada…

  74. Jhonatan Silva em 21/01/16 às 15:52

    Olá, tudo bem! Esta de Parabéns Corolado, Gosto muito do seus artigos e continue publicando maneiras importante de se fazer marketing digital, tem me ajudado muito.

    Também tem um site que fala algumas formas de como extrair e-mail na internet e outras dicas de como atrair mais cliente. Dê uma olhada e comente o que você acha. Toda ajuda será bem-vinda, um abraço e muito sucesso!

    http://mixsoftware.com.br/produto/2/AtomicEmailHunter

  75. Alen Cruz em 24/02/17 às 15:50

    Muito bom. Tenho O Seu livro e sempre acompanho suas lives. tenho um blog e espero poder contribuir também com bons conteúdos. http://click7marketingdigital.com.br/blog

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  79. Ilcimar Canibal em 04/06/18 às 14:00

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