Aquela crença profunda…

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Aquela crença profunda

Já perdi a conta de quantas vezes eu já escutei que “fulano deve ter enganado muita gente para ter o dinheiro que tem” ou “dinheiro não traz felicidade” e tantas outras que trata o dinheiro como algo pernicioso.

Uma crença profunda de que só se ganha muito dinheiro sendo desonesto ou que o dinheiro corrompe.

Quando essa crença está arraigada em você, tão profundamente que não consegue percebê-la, um enorme conflito ocorre em sua mente: o conflito entre o rico desonesto e o pobre martirizado.

Ganhar dinheiro e passar por desonesto aos olhos da sociedade e correr o risco de ser rejeitado e invejado por todos ao seu redor é cruel demais para a maioria de nós.

Ao que parece, uma vez que a crença do rico desonesto esteja instalada na sua mente, como um vírus, ela permite que você ganhe um pouco de dinheiro, mas nunca o suficiente para nunca mais ter preocupações pela falta dele.

É a chamada auto sabotagem, que se revela de diversas maneiras. Quando você sabe o que fazer, mas não faz. Quando sabe o que não deve fazer, mas faz.

Para entender e absorver esses conceitos, antes, temos que nos despir do preconceito e daquelas imagens de “dinheiro fácil” que povoam a internet. Dinheiro nunca é fácil. É essencial entender corretamente o papel dele na sua vida (para que você o controle, não o contrário) e enxergá-lo como um indicador do valor que você tem gerado na sociedade.

Uma vez entendido isso, o que dizer então do pobre lutador?

A imagem do pobre honesto, sofredor, trabalhador, glamourizado em filmes e histórias – de Mickey Mouse a Clark Kent – é forte o suficiente para que nos conformemos com a dificuldade. Passa a ser mais ameno nos apresentarmos à sociedade como um lutador para o qual o mundo cruel não dá a mínima. Um mártir.

O problema é que a imagem glamourizada de um mártir agrada a todos, menos ao próprio mártir que sofre horrores e geralmente leva a pior no fim da história.

As pessoas então tendem a associar o honesto trabalhador à pobreza e o desonesto preguiçoso à riqueza. Acreditam no maniqueísmo do rico desonesto ou do pobre lutador. Se é uma coisa ou outra. Nunca um rico lutador.

Na realidade o mundo funciona de modo a premiar o lutador com os louros financeiros, desde que o trabalho seja feito com propósito e inteligência. Desde que a pessoa esteja preparada para receber tais louros. Desde que ela se sinta merecedora deles.

A crença do rico desonesto nos limita para que alcancemos nossos objetivos. Qual o melhor anti-vírus para desinstalarmos isso de nossa mente? A consciência de que temos essa crença e de que ela não é verdadeira.

Preste atenção no que eu vou falar: existem pessoas honestas que ganham dinheiro e você pode ser uma delas. Pessoas que não enganam ninguém e que ganham dinheiro porque servem tão bem aos outros que estes pagam-lhes, e muito bem, pelo seu tempo e disposição.

Existem os desonestos? Lógico, mas pode acreditar: eles são a minoria. Principalmente em um mundo conectado em que todos sabem tudo a respeito de todo mundo. O dinheiro, na sua maioria, atualmente troca de mãos por meio do valor gerado, não por meio da desonestidade ou de golpes.

Tenho certeza de que você sabe disso no nível consciente, mas será que seu inconsciente sabe disso também?

Faça um teste: analise o seus mais profundos sentimentos a respeito de alguém com muito dinheiro. Você fica feliz por aquela pessoa ter chegado em um lugar que você almeja ou sente inveja, ou ainda pior, desprezo por ela?

Fica a vontade em conversar com ela e entender quais estratégias ela usou para alcançar tal posição ou nem mesmo consegue ficar perto dela e ainda pensa que ela provavelmente deve ser infeliz no amor ou algo que o valha?

Se for inveja ou algo negativo dessa natureza, como espera se tornar rico se desvaloriza quem já o é? Como espera chegar a uma posição que você mesmo vê com desprezo?

Dinheiro é importante, sim, no mundo no qual vivemos. Devemos falar sobre ele sem tabús. Uma vez que você assuma o compromisso de ser rico – com ética, moral e dentro da legalidade – e elimine a crença do rico desonesto, verá como sua vida vai mudar.

Há dinheiro para todos no mundo. Ele em si não é nem bom nem ruim. Bom ou ruim é o que você fará com ele para você e para a sociedade.

Se você estiver preparado para ganhá-lo e entender o real papel dele na sua vida, pode acreditar que terá uma vida muito mais plena e feliz.

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