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Não se fala de outra coisa…

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O assunto nas rodinhas de tecnologia desse carnaval não é o desfile da Magueira e nem o bloco de carnaval em Salvador, mesmo porque muitos dos que mexem com tecnologia não gostam de carnaval. O assunto é a possível compra do Yahoo! pela Microsoft.

Li um recente artigo sobre isso que colocou alguma luz sobre o assunto.

A Microsoft, apesar de todo o seu poderio, está sentindo que o gato pode ainda não ter subido no telhado, mas está olhando fixamente para ele e está pronto para pular.

Com o mundo off-line se direcionando para o on-line, muito do que a Microsoft construiu ao longo dos últimos quase 30 anos pode ir por água abaixo da mesma maneira que o mimeógrafo, as páginas amarelas ou a máquina se escrever foi (Na verdade as páginas amarelas ainda não foram, mas, se tratando de listas impressas, o gato delas já subiu no telhado, faz tempo).

A Microsoft, e particularmente o Windows, sendo vista com um ar de “só uso porque dependo” pelos consumidores perde terreno para um concorrente que atua, e muito bem, por sinal, em uma área em que o WIndows não é realmente necessário – a Internet.

O Google é o destino de 65% das buscas no mundo enquanto o mecanismo de busca da gigante, 4%.

Seus US$60 bi de faturamento não a estão deixando muito tranqüila. Bill Gates, certa vez disse, estamos sempre a 18 meses da falência. Talvez a Microsoft esteja percebendo que a contagem regressiva já começou a uns 8 ou 10 meses e precisam correr para não deixar essa bomba explodir.

Alguns analistas dizem que a compra do Yahoo! pode dar um fôlego, tanto a Microsoft quanto ao Yahoo!, porém, a soma dos dois não dá um Google em termos de domínio de mercado. 75% de toda a propaganda online vão parar nas mãos dele.

Mas a Microsoft está pensando diferente.

Ao invés de brigar pelo Google pelo primeiro lugar, ao que parece ela está querendo mais é eliminar um segundo lugar do Yahoo! Parece mentira, mas a Microsoft está se contentando com um modesto segundo lugar.

Lógico, para chegar ao primeiro é preciso passar passar pelo segundo.

Já ouvi algo muito sensato outro dia: “Tudo bem que o Google é o destino da maioria dos usuários em termos de busca, porém, para ele chegar até lá, terá que ao menos ligar o computador, e estará sob domínio da Microsft desde as primeiras luzes de seu monitor.

Não tenho dúvidas de que será uma boa briga, resta saber o que o Google vai fazer para revidar, provavelmente entrar no mercado de softwares a-la-Office.

A briga promete não só ser emocionante, como nos bons tempos de Microsoft versus Apple e isso, todos sabem.

Não vamos nos esquecer porém, de que, no final, nós é que iremos decidir o vencedor. Como em um Big Brother high tech, o cidadão comum é que vai decidir no voto, digo, no Browser, quem ganhará essa batalha.

Situação confortável essa, não?

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