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O estrategista digital e o ferramenteiro

Tenho falado muitos nos meus cursos a diferença entre ser um bom ferramenteiro e ser um estrategista. Vamos discutir um pouco esse assunto.

Um ferramenteiro é o profissional que sabe tudo sobre criar perfis no Twitter, onde está cada botão no Adwords, como usar as melhores ferramentas para monitorar uma marca no Twitter ou como agendar um post no Face. E ainda sabem como instalar um WordPress no servidor ou mexer no FTP. Essas são tarefas de ferramenteiros.

Um ferramenteiro é o que torna o trabalho do estrategista possível. É quem trabalha, como em uma dupla de criação, fazendo a coisa toda acontecer. Transformando a estratégia em realidade.

Um estrategista tem um papel diferente. Olha para um negócio de pet-shop e sabe que há cerca de 50 milhões de bichinhos de estimação no país (1 para cada 4 pessoas), que cães e gatos somam cerca de 40 milhões de animais e grande parte das despesas com eles ficam por conta da alimentação (65%).

Os animais são tratados como parte da família e tem como público-alvo para produtos relacionados aos pets principalmente as mulheres (70% das compras) e que os proprietários de pet gastam cerca de R$760 por ano com cães.

De posse dessas informações, um estrategista pesquisará onde se encontra tal público-alvo, como ele interage com o mercado para suprir seus desejos de consumo e, principalmente, porque compram mimos e adereços para seu pet. Será que fazem isso para suprir a falta de filhos ou porque gostam de exibir seu pet para a sociedade? Ter um pet é questão de carência causada pela sociedade caótica e solitária?

As primeiras perguntas de um estrategista, após profunda leitura do cenário, do negócio, do público-alvo, serão: “qual a conversão da ação digital? vendas, geração de leads, doação, recompra?”, “qual a abordagem de comunicação a ser usada para convencer o público-alvo a converter a meta?”, “onde o público-alvo se concentra? no Facebook, no LinkedIn, no Decora.me, no blog?”. “Quais as necessidades, desejos e ansiedades que esse público tem para serem preenchidas?”

Essas perguntas não tem relação com a ferramenta, mas sim com as pessoas e com o business. Um estrategista enxerga o business e a conversão. Ele pode não saber onde está o botão para transformar perfil em fan page no Facebook, mas sabe que isso é necessário para gerar relacionamento com o público-alvo.

Em resumo, o estrategista precisa saber o que é possível fazer, mas não necessariamente saber como fazer. Para isso ele tem o ferramenteiro. Muitos estrategistas são também razoáveis ferramenteiros. Sabem fazer uma boa campanha de Adwords ou entendem razoavelmente de SEO, mas sem dúvida, não entendem tanto nem os meandros das ferramentas como alguém que passa o dia inteiro sobre elas.

O grande problema é quando um profissional (ou o mercado) confunde estratégia com ferramenta. Criar uma fan page não é estratégia. Estratégia é o que você faz com a fan page e como ela conversa com todas as outras iniciativas gerando um resultado tangível, previsto e crescente. O estrategista é um leitor de pessoas e de mentes. Um ferramenteiro é um especialista em operar a máquina.

Muitos ferramenteiros usam a palavra estratégia como se estivessem de fato fazendo-a. Não estão. Estão apenas operando a ferramenta. Lógico que sempre há um pouco de estratégia em uma ação, mas nem sempre a certa e nem a melhor (leia o livro “Estratégia boa, estratégia ruim” para entender esse ponto).

Muitos estrategistas acham que se não souberem mexer na ferramenta não podem ser considerados profissionais de marketing digital. Querem aprender todas as ferramentas a fundo perdendo o foco de sua função: entender de gente, ler, entender sobre o business, perceber para onde o mercado está indo, conversar com os empresários para entender seus problemas reais e fazer a tradução entre o “mundo real” e o “mundo dos bits”.

O estrategista sabe que não é a ferramenta, e muito menos uma única ferramenta, que traz o resultado. É um erro achar que SEO é a panaceia ou que Adwords é o que realmente traz tráfego, ou então que redes sociais são a única maneira de se relacionar com o mercado. O relacionamento pode estar no cartão (em papel) de fidelidade ou então em um bom atendimento. A rede social não faz absolutamente nada sozinha caso o atendimento da empresa seja péssimo ou não se importar verdadeiramente com o cliente.

O marketing digital, como sempre digo, não existe. O que existe é o bom e velho marketing, mas em um mundo com novas regras ele se transforma e muda a maneira como é operado. O marketing porém, continua falando de gente, não de máquinas ou ferramentas.

O papel do estrategista nesse ambiente digital no Brasil ainda está muito confuso dado o pouco conhecimento do que é esse novo ambiente e do que é a própria estratégia, palavra que tem sido usada para praticamente tudo (para entender melhor esse ponto, leia “Entendendo Michael Porter“).

Cabe aos poucos estrategistas do país a mostrar que uma boa estratégia, sinérgica, conjunta, coesa, pode levar qualquer cliente ao Olímpo. O ferramenteiro é necessário, mas deve sempre almejar virar um estrategista caso queira fazer muito mais diferença do que simplesmente apertar botões. O ferramenteiro é tão necessário quanto o estrategista e os dois devem trabalhar em conjunto, pois saber qual botão apertar é tão necessário em uma ação quanto saber como apertá-lo.

Vale lembrar que é importante ter bons ferramenteiros ao seu lado, para obter bons resultados. Na maioria das vezes, vale a pena investir em excelentes ferramenteiros e se dedicar apenas a estratégia do seu negócio – os resultados serão fantásticos.

Invista em redes sociais, como: Linkedin, Facebook, Instagram (aprenda como ganhar seguidores no instagram), Youtube, etc.

Conrado

Conrado Adolpho, empresário há 22 anos, é especialista em alavancagem rápida de micro e pequenas empresas. Formado em Marketing com especialização em Economia, autor, consultor, palestrante, estudioso de filosofia e ativista social. Idealizador do Método 8Ps - método de Marketing Digital e Vendas, que é utilizado hoje por diversas agências, faculdades e empresas por todo o Brasil, e instituições de alguns outros países. Tem como missão pessoal "Transformar o mundo através do empreendedorismo" e já ajudou mais de 8 mil pessoas através do treinamento Imersão 8Ps e impactou mais de 33 mil empresas através do Método 8Ps. Autor do best-seller brasileiro de marketing mais vendido do país e vendido também em Portugal: Os 8Ps do Marketing Digital.

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84 comentários

  1. Cleber em 22/11/12 às 18:58

    Muito bom artigo Conrado, nos coloca para pensar a respeito de como estamos trabalhando.
    Mas acho difícil criar uma separação. Como posso definir uma estratégia sem conhecer a fundo as ferramentas? Preciso conhecer as ferramentas e os botões para criar a estratégia.
    Há desenvolvedores que trabalham pra mim e por conhecer a ferramenta é que eu consigo ajudá-los durante o processo. Sou estrategista ou ferramenteiro? Agora fiquei na dúvida.
    Um forte abraço.

    • Conrado em 22/11/12 às 23:07

      Olá, Cleber,

      Tem razão quanto a ser fundamental conhecer as ferramentas. Ser ferramenteiro torna o estrategista melhor, a questão é que não se deve confundir uma coisa com a outra e nem prejudicar o pensamento estratégico devido à dedicação ao microgerenciamento da ferramenta. Saber o que se pode fazer fazer com ela é uma coisa, saber que botões apertar é outra.

      Devido à cada vez maior complexidade das ferramentas, dedicar-se a aprender todas as nuances de cada uma toma um tempo precioso na elaboração do plano ou no estudo do mercado. Também sou um ferramenteiro razoável, daqueles que posso sentar na frente de um Photoshop e fazer uma arte ou criar uma bela campanha de Adwords…mas nunca serei um operador tão bom quanto um designer ou um analista Adwords que se dedique de fato à ferramenta 8 horas por dia (ou mais). É a diferença entre saber instalar um Analytics em um e-commerce complexo e saber interpretar os dados que o Analytics (já instalado) apresenta.

      Em um dado momento tive que escolher, por exemplo, entre ler um livro que dissecava o comportamento do consumidor para criar uma boa sales letter para um produto ou aprender a mexer um nova ferramenta para fazer a sales letter ir para o ar. Escolhi ler o livro e contratar alguém que sabia operar a ferramenta. Escrever o conteúdo que persuade o consumidor a converter a meta da página é a função do estrategista. Poucos o sabem fazer. Instalar a ferramenta no servidor, seus mecanismos de controle e o GWO para realizar um bom teste A/B, há vários programadores que sabem fazê-lo.

      Não que não tenha ficado do lado para aprender como se fazia, mas sem dúvida, em alguns cockpits de ferramentas há centenas de botões que o estrategista não precisa saber o que fazem, basta saber que algum botão lá faz uma integração com o Analytics de forma automática. E mesmo que não haja esse botão, essa integração é necessária e o ferramenteiro terá que dar um jeito de fazê-la.

      Nesse caso, por exemplo, é papel do estrategista escrever a sales letter que convence (mesmo que há mão). Mostrar a diagramação correta em um wireframe do mockflow também. O papel, contudo, de montar a página e fazer com que a página fique bonita e adequada ao público-alvo – dada uma determinada orientação do estrategista – é papel do ferramenteiro. É importante distinguir o papel de um e de outro para que não haja somente a percepção de que operar a ferramenta é a função do profissional de marketing digital relegando-o ao papel de um executor quando há tanto o que se pensar de maneira multidisciplinar em um meio com tantas possibilidades.

      Estamos chegando a cada vez mais trade-offs em no nosso mercado. O papel do webmaster hoje é impossível. Alguém que entenda de design, redação, programação, estratégia, mensuração, criação de e-mails eficientes e maneiras de aumentar a entregabilidade e além de tudo isso (e muitas outras funções que não listei) ainda analisar os resultados e decidir sobre a próxima ação. É uma tarefa hercúlea. A complexidade do mercado impôs a equipe. Sim. É possível a um homem fazer todas essas coisas, mas ao preço de uma queda brutal da qualidade do resultado final.

      O ideal para um estrategista a meu ver é se dedicar ao máximo à estratégia, à maneira como o plano será executado, saber tudo que uma ferramenta é capaz de entregar, porém, sem precisar conhecer todos os botões. É fundamental entender seu funcionamento e possibilidades porque e tecnologia hoje faz parte da estratégia. O melhor estrategista é o que tem um pé no mundo do ferramenteiro, mas um só, não os dois 😉

  2. jose carlos em 22/11/12 às 20:26

    Ola

    Conrado….sempre com novas idéias ..e novos questionamentos, é isto que nos faz pensar e agir.

    Jose carlos

  3. Nuno Marques em 23/11/12 às 08:18

    Excelente artigo Conrado,

    Ultimamente tenho feito essa reflexão pois receio estar a perder o foco.

    Sou Consultor de Marketing & Comunicação e o que caracteriza o meu trabalho é a definição de uma estratégia para a empresas e marcas (Plano de Marketing e Comunicação).

    Tenho investido muito tempo em formação sobre ferramentas de Marketing Digital pois penso que é fundamental para melhorar a definição da estratégia, tendo em conta este novo paradigma do mkt digital e tendo em conta que grande parte das pessoas já utilizam o canal web para se informar, comunicar e até fazer compras.

    Este artigo reforçou a necessidade de não perder o foco e não investir demasiado tempo em tentar perceber como operacionalizar algumas ações mas sim apenas ter conhecimento do que estas ferramentas permitem fazer e alcançar.

    O sucesso de todas as ações no digital dependerão sempre de uma boa estratégia…

    Cumprimentos de Portugal

    Nuno Marques

  4. Pedro Quintanilha em 23/11/12 às 09:04

    Concordo com a questão da importância de ser um estrategista, só que uma coisa que acontece hoje em meu mercado por exemplo, é não encontrar bons ferramenteiros ou os que são bons estão se supervalorizando tendo em vista a demanda do mercado.

    Isso acaba me forçando a caminhar com mais força para o lado do ferramenteiro tentando construir paralelamente o pensamento e a visão do estrategista.

    Claro que estou à bem menos tempo no mercado do que você e tantos outros que admiro, isso me força a correr na leitura de livros importantes, mas a velocidade com que as coisas estão acontecendo tem sido difícil acompanhar.

    Meu desafio é priorizar. Desejo esse ano iniciar uma pós e depois desse texto fiquei em dúvida se o que tenho decido fazer é me tornar mais ferramenteiro ou um passo em direção a me tornar estrategista.

  5. Michael Oliveira em 23/11/12 às 09:49

    Conrado,

    Mais uma vez você faz a gente pensar e repensar internet. Um dos melhores posts que já vi neste site. Isto nos deixa mais afiados para argumentar com nossos clientes, fazer o cliente pensar também no seu negócio, abrir a mente para um Brasil de oportunidades e não apenas a rua e a quadra que ele atende.

    Obrigado pelas palavras inspiradoras!

    Michael Oliveira

  6. Andre Diogo em 23/11/12 às 10:33

    ” O estrategista precisa saber o que é possível fazer, mas não necessariamente saber como fazer.”
    Saber como a ferramenta funciona, também não é estratégico, já que a sua função é ser ponte com o público alvo ? O que não significa operar !!!
    Abraços

    • Conrado em 23/11/12 às 14:13

      Oi, Andre,
      Você está coberto de razão. É preciso, sim, saber operar a ferramenta até um certo nível – mas não perder o foco.
      Leia a resposta que dei para o Cleber 🙂
      Grande abraço

  7. Marcos em 23/11/12 às 12:10

    sempre te seguindo…… e aprendendo cada vez mais, belo texto.

  8. Luiz H.B.Silva em 23/11/12 às 13:30

    Já dizia McLuhan, “os homens criam as ferramentas, e as ferramentas recriam os homens”. Por isso penso que um bom estrategista não precisa “ficar preso” à ferramentas. Se necessário, teremos que criá-las. Ótimo post Conrado.

  9. Denis Kraiser em 23/11/12 às 14:05

    Excelente Conrado. É isso mesmo.

    Eu me considero muito mais estrategista que ferramenteiro.
    Claro que conheço muitas ferramentas e devo conhecer para poder
    colocar a estratégia em prática.

    Mas no fim, é o “entender de pessoas” que faz toda a diferença.

    Parabéns por mais esse artigo esclarecedor.

    Abraços,

    Denis Kraiser

  10. Hugo Pires em 23/11/12 às 14:25

    Boa tarde Conrado,

    Excelente artigo.
    Concordo com todos os pontos abordados, principalmente com o último parágrafo onde ficou claro, um estrategista deve passar pelas etapas de ferramenteiro mas sempre com um olhar macro dos negócios, é o que faz a diferença, não saber onde todos os botões estão não significa não conhecer a ferramenta, um pouco de WordPress, Photoshop, CSS, Html, Php ajuda no dia-a-dia com a equipe e também na hora de elaborar as estratégias, sabendo o que é possível e o que é muito difícil de programar, viabilizando os projetos no time correto.
    O foco profissional deve ser ou estratégia ou ferramenta, mas ambos devem conhecer os dois lados da moeda!

    O curso 8Ps prepara muito os participantes para conhecer o macro e depois escolher a área para atual.

    Parabéns mais uma vez!

  11. Erica em 23/11/12 às 15:13

    “Muitos ferramenteiros usam a palavra estratégia como se estivessem de fato fazendo-a. Não estão. Estão apenas operando a ferramenta. Lógico que sempre há um pouco de estratégia em uma ação, mas nem sempre a certa e nem a melhor “.

    Se tivesse escrito só isso já me bastava…
    Mas arrasou no texto todo!

  12. Bianca em 23/11/12 às 16:40

    Oi Conrado, gostei do seu post e ele me confirmou o que eu já estava percebendo há um bom tempo, que eu sou ferramenteira.
    Mas, ao contrário do que você indicou no final do texto, eu não tenho interesse em virar uma estrategista.
    Eu gosto do operacional. Sempre gostei.
    E acho que por um bom tempo existirão espaços para ferramenteiros (ainda mais se todos seguirem sua sugestão de almejarem se tornar estrategistas).
    Até porque, partindo pelo seu princípio (que eu concordo), um estrategista (um bom mesmo) deve saber (mas não operar) sobre as ferramentas. E como ele não opera, se não tiver quem o faça, toda a sua estratégia poderá ser jogada no lixo.

    É tudo uma questão de parceria.

    O “mercado” digital pode até não entender isso, mas acho também que está faltando um pouco de entendimento dos próprios profissionais de marketing digital em saber seus limites nas suas funções (por isso foi crucial o seu texto).
    Assim como, até hoje, existe uma dificuldade das pessoas entenderem que publicitários não [deveriam] criam artigos, conteúdos ou outros textos não publicitários e que jornalistas não [deveriam] criam artes, campanhas ou qualquer coisa ligada a publicidade. E que marketing não é apenas criação e visualização de marca. É muito mais do que isso.

    Quem entende essas diferenças [e impõe esses limites], se faz no mercado. Não necessariamente hoje, mas um dia essa “limitação” que a pessoa escolheu, especializando-se em apenas uma área, irá lhe trazer retorno (como aconteceu com você).

    Abraço,
    Bianca

  13. Robson Falcão em 23/11/12 às 18:59

    Gostei muito do artigo, assim como quase tudo que você escreve Conrrado. Parafraseando nosso caro Ricardo Jordan, o perfil das pessoas hoje não é de empreendedor, muito disso devido a formação que se dá nas escolas e universidades. Pessoas querendo empreender tem de monte, mas preparo para isso tem de menos, o SEBRAE está ai pra mostrar esses dados. Imagina então ser estrategista, ter que analisar mercado e sentir como o marketing deve ser aplicado ou não. Tirando os grandes centros (e até neles também), o que se vê muito são agencias cuidando das campanhas das empresas, que muitas vezes não sabem como alcançar seu público alvo, se é que sabe que é esse tal de “público alvo”. Sempre recebo convites de empresas da minha cidade querendo me add no face, linked in, twitter e afins mas quando vou ver o conteúdo não se acha nada relevante, principalmente quanto o assunto é cria relacionamento. Creio que temos um ponto maior para ser discutido ai que é EDUCAÇÃO. Nosso país precisa muito disso para que os empresários tenham uma postura diferente, consequentemente, separando os ferramenteiros dos que precisam pensar.
    Entendo também que bons ferramenteiros possam ser bons estrategistas se tiver bons lideres para mostrar a eles onde está o foco, e vice e versa. Mas claro, cada um tem que saber o seu papel para não se perder no processo e passar a fazer o que é tarefa do outro.
    Abraço!

  14. Rogerio Paiva em 23/11/12 às 22:40

    Agora o negócio ficou muito mais claro de quem é quem. Valeu!

  15. Alexandre Costa em 23/11/12 às 22:49

    Saber como realizar a estratégia e lidar com as ferramentas são coisas importantes, mas a medida que os negócios vão crescendo é preciso ser mais estratégico que ferramenteiro, porque as ferramentas outros podem operar.

  16. Conrado em 24/11/12 às 00:01

    Oi, Bianca,

    É verdade o que falou. De fato, quem curte mexer em ferramentas, já achou o seu espaço. Não existe um melhor ou pior, simplesmente posições que se complementam. O que sempre tento alertar é investir cada vez na sua posição de mercado, mas sem perder de vista o olhar do outro e sabendo onde se está e até onde vão seus limites.
    Tem razão na sua explanação.
    Abraço 🙂

  17. Rodrigo Sampaio em 26/11/12 às 07:46

    Fala Conrado, parabéns pelo texto.

    Um detalhe que promove a união entre as funções de ferramenteiro e estrategista é a qualidade da mão de obra da primeira.

    Na grande maioria dos casos, no dia-dia do job, é obrigatório um belo acompanhamento na hora da execução do trabalho visando eliminar erros conceituais e garantir que o objetivo do briefing não seja perdido ou deixado de lado.

    Falta gente qualificada…sabemos que a geração mais nova prefere aprender pela “tentativa e erro” ao invés de ler um bom e “grosso” livro.

    Enfim…a discussão vai longe mas é muito pertinente.

    Parabéns novamente!

  18. André Gonçalves Fernandes em 28/11/12 às 20:29

    Conrado, Boa Noite! Estou iniciando no mercado de marketing digital, desta forma, na minha opinião, preciso ter uma base sólida sobre as ferramentas para ter uma visão estratégica mais apurada.

  19. Cleber em 30/11/12 às 21:51

    Olá Conrado, perfeita a resposta no comentário. Parabéns e muito obrigado pela atenção. Fechou o post com chave de ouro!

  20. Arlindo em 07/12/12 às 13:27

    Conrado.

    Parabéns. Como sempre, um profissional surpreendente!

    Gostaria de acrescentar que a “bagagem” ou experiência em outras áreas nunca é D+ né? Sempre utilizamos alguma coisa ou outra para que aprendemos na prática em todos os momentos de nossa vida.

    Um grande abraço e continue sendo este ser humano exemplar pois, tem muita gente se espelhando em você! 😉

  21. Fabiano Viana em 07/12/12 às 15:47

    Post Brilhante…Parabéns Conrado!
    Elaborar uma excelente estratégia é para poucos e você o faz com méritos.
    Abçs.

  22. Sergio Paulo dos Santos em 07/12/12 às 16:13

    Espero que todos os ferramenteiros de plantão leiam este artigo.

    Como sempre excelentes colocações Conrado, parabéns.

    Abraços.

  23. Claudio em 14/12/12 às 09:34

    Conrado, se há uma coisa que a natureza nos ensina é que deve haver um equilíbrio em tudo. Não se pode ser um bom general se não se conhecem as armas por outro não se pode passar o dia focado em armas e esquecer as estratégias. Quando um profissional é altamente qualificado nas duas partes terá mais chances de sucesso. Um caso evidente é o do Ayrton Senna que era excelente piloto e ferramentista, ou mais perto do “nosso mundo”, Bill Gates, Steve Jobs, etc. Cabe a cada um saber onde está esse ponto de equilíbrio.

  24. Franca em 14/01/13 às 08:32

    Não dá pra trabalhar sem planos, sem uma meta, tampouco dispensar as ferramentas.

  25. Cristiane Mendes em 14/01/13 às 12:07

    Conrado, como sempre ilustrando muito bem os temas.

    Realmente saber diferenciar e separar as duas situações é bem complicado, principalmente para quem está começando. Certa vez, ouvi um podcast seu onde falava e orientava com alguns passos a serem seguidos, a quem está começando. Mas ai me vem uma dúvida: Como fazer então para ser um “consultor” iniciante se ser ferramenteiro?

    Obrigada mais uma vez, pelas sua orientações.

  26. Marcelo Gomes em 14/01/13 às 13:40

    Um dia antes de receber e ler seu post, comentei no facebook algo que reflete isso:
    A cada dia que passa me deparo com situações que mostram o porque as pessoas acabam desenvolvendo sites com pésssima qualidade…. Na verdade a culpa nem é do cara que está desenvolvendo pois na maioria das vezes ele é apenas um programador ou alguém que está ganhar o pão de cada dia….. este cara então desenvolve o que a pessoa pede e não o que realmente precisa ser feito pra poder gerar Leads, aumentando assim a taxa de conversão e consequentemente resultando numa melhor e maior rentabilidade e renda….
    NÃO SEI SE ISSO É MOTIVO PRA RIR OU PRA CHORAR, mais tem sido #fato

  27. Adão Rodrigues em 15/01/13 às 13:19

    Gente, depois de ler o Livro 8Ps e Plano B do Conrado, acredito q acabo de equacionar a Ubiquidade de Foco com este Post.

  28. António Santos em 16/01/13 às 11:22

    Parabéns Conrado por este post visionário, claro e objetivo.

    Na minha opinião a melhor situação, o ideal é todo o profissional de internet marketing aplicar também aqui a regra dos 80 /20.
    O que quero dizer com isto?
    Quem tiver mais tendência para ser ferramenteiro, deve apostar 80% do seu tempo a a aprender sobre as ferramentas mas não esquecer de dedicar aprendizagem regular sobre marketing em 20% do seu tempo.
    Quem quiser ser mais estrategista, deve fazer o contrário, aplicar 80% de tempo à estratégia mas manter-se sempre minimamente atualizado sobre as ferramentas em 20% do seu tempo.
    É incrível como até aqui a regra de Pareto, dos 80/20 tem uma enorme importância.
    Uma equipe de 2 pessoas com estas 2 características acho que fica imbatível.
    O que acha desta perspectiva?

  29. armando em 16/01/13 às 11:52

    Caro Conrado,
    Não querendo ser “do contra”, afinal é um bom artigo mas, para você que está por dentro de números atente que:
    Nos países ditos desenvolvidos a taxa é de um profissional de nível superior para 10 técnicos ou, traduzindo,
    1 estrategista para 10 ferramenteiros.
    Penso que sua citação:
    “Uma sociedade que valoriza tão pouco o pensamento e tanto a operação, não é à toa que o papel de estrategista seja relegado a um segundo plano FRENTE A QUEM SABE SÓ APERTAR BOTÕES.”
    É bastante depreciativa e preconceituosa.
    Não adianta ter maravilhosos insights se não se sabe qual o “botão” para apertar.

    • Conrado em 20/01/13 às 18:07

      Olá, Napoli,
      Você está certo.

      Foi uma visão bem tendenciosa, sim. Obrigado pelo toque.
      O ferramenteiro é tão importante quanto o estrategista. Talvez, eu, por tentar tanto valorizar a posição estrategista, tão desconhecida e incompreendida, tenha puxado demais a brasa para esse lado. Acontece…

      Grande abraço!

  30. Wagner Sales em 16/01/13 às 13:50

    Conrado Parabéns pelo post, como sempre, elucidando e esclarecendo ideias.
    Um abraço!

  31. Vanessa em 16/01/13 às 21:31

    Esse post me fez analisar não só o meu trabalho como o de vários colegas!! Descobri que sou uma “estrategista”. Muito bom o post…parabéns!!!

  32. Valter Sousa em 17/01/13 às 14:29

    Olá, Conrado. Concordo com você: o bom é transitar do nível operacional para o gerencial o mais rápido possível. Quem tem recurso gerencia, quem não tem, opera. O ideal é conhecer os instrumentos e, quando adquirir os recursos (materiais e competências), delegar a operação das ferramentas. O gerente, porém, que conhece as ferramentas, comunica-se melhor.

  33. Anselmo em 28/01/13 às 08:34

    Muito bom artigo! Obrigado pelas dicas.

  34. Katê em 28/01/13 às 16:02

    …” O marketing digital, como sempre digo, não existe. O que existe é o bom e velho marketing, mas em um mundo com novas regras ele se transforma e muda a maneira como é operado. O marketing porém, continua falando de gente, não de máquinas ou ferramentas.

    O papel do estrategista nesse ambiente digital no Brasil ainda está muito confuso dado o pouco conhecimento do que é esse novo ambiente e do que é a própria estratégia, palavra que tem sido usada para praticamente tudo” …

    Excelente artigo, Conrado, e assim a mescla dos comentários. Permito-me reforçar o destaque acima, ainda tão cruel fora dos grandes centros. Premium. Parabéns!

  35. og olieira e souza em 29/01/13 às 10:26

    Como sempre, excelente em suas considerações sobre a matéria.

  36. Sidney Longo em 04/02/13 às 10:03

    Muito bom Conrado!
    Isso resgata um pouco o conceito do Marketing tradicional que é a questão de interpretar, comunicar e ofertar da melhor maneira as demandas do mercado. E aí estamos falando de gente. O que ocorre hoje, nada mais é, do que a aceleração disso tudo por conta das ferramentas digitais e da própria internet.
    Apesar de trabalhar com tecnologia, me considero muito mais estrategista do que ferramenteiro, pois olho muito mais o negócio de maneira mais ampla, já na ferramentaria existem as pessoas apropriadas para isso, que dominam os bits e conseguem fazer o melhor uso destas ferramentas complementando as ações estratégicas do negócio.

  37. Rafael em 04/02/13 às 11:30

    Olá Conrado!

    Então eu acredito que sou um pouco dos dois,pois vou fuçando na ferramenta e depois de criado o projeto penso nos artigos e depois como monetiza-lo.

    Abraço!

  38. António Santos em 11/02/13 às 13:49

    Alô Conrado e visitantes do blog…, aqui a partir de Portugal.

    Desde já dizer que é mais um bom post. É engraçado porque eu andava há uns dias a pensar em escrever um post no nosso Blog escolafree.teczero.com, mais ou menos dentro deste tema.
    A questão precisamente que muitas destas pessoas que o Conrado fala no post, são tendencialmente empreendedores multifacetados.
    Uma pessoa que seja tendencialmente estrategista, no entanto sente-se muitas vezes em “sofrimento” se não coloca as suas ideias em ação por falta de conhecimento para usar a ferramenta que precisa para executar a ideia. Também nem sempre se tem logo ali ao lado o ferramenteiro para dar o apoio necessário.
    Conrado não sei se você concorda, mas eu acho que mais uma vez também aqui se deve usar a formula dos 80/20. Ou seja ser por exemplo 80% estrategista, mas ter 20% de conhecimento das ferramentas…, assim como será muito útil ao ferramenteiro se puder ter 20% de ” sensibilidade” para o lado estrategista.
    Isto seria na minha opinião a equipa perfeita…, cada um especialista mas multifacetados para falarem uma mesma língua e cada um entender rapidamente o que outro diz e pretende.

    Abraço

    António

  39. Wander Sena em 18/02/13 às 08:52

    Concordo com o António sobre a proporcionalidade 80% – 20%, sem o rigor matemático quanto aos percentuais, pois as pessoas são diferentes.
    O artigo é ótimo e para mim, muito oportuno. Faz um bom tempo que eu estou analisando ferramentas para o meu projeto de um portal na internet. Já estou sofrendo as consequências de ser um Estrategista, com algum conhecimento das ferramentas, mas não o suficiente para decidir quais as ferramentas devo utilizar. Vou convergir.

    Compartilhando: Li o livro “Descubra seus pontos fortes” BUCKINGHAM, Marcus; Donald O. Clifton – ‘baseado em um estudo do Instituto Gallup com mais de 2 milhões de pessoas”. Neste livro existe um código de acesso para uma avaliação sobre quais são os seus pontos fortes dentre os que foram mapeados nesta pesquisa. Fiquei satisfeito com os resultados e tenho uma indicação sobre em que devo me concentrar e quem devo contratar.
    link para o site: https://www.gallupstrengthscenter.com/

  40. FÁBIO DE PAULA em 20/03/13 às 08:20

    Legal Conrado.
    Fico pensando o quanto é improvável que daqui há alguns anos possamos ver, trabalhando lado a lado cada um desses profissionais, principalmente pelo fato de cada um ser extremamente necessário e cada um andar por um lado da via…
    Tenho visto não muita sinergia entre esses profissionais.
    Acredito que um gestor qualificado e experiente vai trazer um pouco mais de luz a essa questão.

    Belo texto, valeu!

  41. Ronaldo Setti em 03/05/13 às 10:42

    É como o próprio Conrado costuma dizer: “Bom, muito bom, muito bom, bom mesmo, bom…”.

    Acredito que – estratégias e ferramentas – sejam definições naturais no caminho de quem empreende ou realiza com profissionalismo uma determinada atividade. O contato com estes dois adjetivos é praticamente inevitável. Ou seja, a velocidade do desenvolvimento do negócio ou da atividade é que vai indicar (forçar) o individuo a criar estratégias ou aderir a alguma ferramenta que facilite um determinado processo. É engraçado, pois aderir ao uso de uma determinada ferramenta pode ser uma grande estratégia. Em fim, o fato é que este “post” do Conrado induz a uma reflexão antecipada daquilo que um dia, muito possivelmente, vai acontecer, caso o negócio ou atividade se desenvolva positivamente. É natural a chegada daquele dia em que é conveniente escolher um caminho, estabelecer um foco, definir uma estratégia avassaladora e ter que aderir às ferramentas certas para a condução do negócio ou atividade.

    Parabéns Conrado.

  42. Marko$ Viniciu$ em 03/05/13 às 10:57

    Com certeza ambos precisam estar conectados, andar lado a lado, voce pode ser um ótimo estrategista mas se nao souber como explorar e usar as ferramentas certas não tera resultados e vice e versa. eu particularmente tento aprender e ser um pouco dos dois apesar que é um caminho longo para quem ainda está dando seus primeiros passos.

    Abraço e sucesso

  43. Marcos em 03/05/13 às 12:06

    Isso é uma grande luz no caminho, já que fortaleze o estrategista que se sentia disprevilegiado por não saber usar as ferramentas, mas sabe o que deve ser feito, o resultado desejado, a leitura correta dos cenários.

  44. Charleston Rafael em 03/05/13 às 13:23

    Cara você é fantastico , estou no 3ºtermo de Gestão em Marketing , assisto todos os seus videos e acompanho tudo que você comenta , levo essas questões que você aborda pra sala de aula e os professores ficam espantatos ….Uma das minhas professoras è a Vania que tinha uma agencia aí em campinas ela disse que conhece muito você e é amiga sua.

  45. Luciano Mello em 09/05/13 às 08:26

    Ótimo artigo, faz a gente pensar diferente e abre caminhos para novas oportunidades.

  46. Shamir em 29/05/13 às 11:00

    Muito bom Conrado uma bela análise continue assim, seu material educativo é fantástico.

  47. Antonio Meirinho Rodrigues em 29/05/13 às 15:08

    Olá Conrado, maravilha de Post, para quem está inciando incita a pensar
    nas extratégias a adotoar, e no que se concentrar. Penso que no início,
    o bom senso é aprender sobre ferramentas e extratégia, mais adiante se
    especializar naquilo em que for melhor. Um grande abraço. Meirinho.

  48. Jean em 29/05/13 às 16:40

    Parabéns, bem didático e explicativo, mas, no meu caso, moro em cidade pequena, no max 50 mil hab, e com certeza não tenho nenhum “ferramenteiro” nas proximidades pra “trocar umas ideias” dai tenho que ralar em tudo, pra vc fazer uma ideia, estou começando agora, tanto que ontem (28/05/2013) baixei o Camtasia… Teus seguidores são de N niveis, desde o Ninja hiper super até o pequininho micróbio, como eu, que estou começando, mas podes crer, este microbio vai se transformar num mega virus !!!
    Continue nos elucidando, bebo de sua sabedoria !!
    Sucesso !

  49. EDUARDO em 30/05/13 às 20:42

    É meu amigo, nesta roça melhorada onde moro,as pessoas não querem nada com nada, por isso estou buscando aprender com voce para realizar meu objetivo de ser um marketer profissional,os seus artigos são muitos bons,estamos juntos e muito obrigado,parabens.

  50. Wilker Fidelis em 10/06/13 às 11:37

    Estava me achando um estrategista incompleto por não ter domínio das ferramentas, agora posso acalmar meus pensamentos e focar meus estudos em estratégias e marketing. Valeu Conrado vc me trouxe um pouco de paz agora, até porque dominar as ferramentas não é comigo.

  51. albetiza em 12/06/13 às 10:40

    Conrado parabens, muito bom esse artigo, como sou iniciante nesse universo era tudo muito confuso, sei que estou no caminho certo, é so estudar bastante e foco. Sou grata a ti por me enviar seus excelentes artigos.

  52. Ale em 20/06/13 às 22:22

    Excelente artigo. Seu newsletter e artigos têm me ajudado muito. Tenho lido e estudado e traço uma estratégia para focar o público certo para o que estou projetando.
    E vc têm ajudado muito. Valeu meu caro, que Deus lhe abençõe por esta maravilhosa iniciativa.

  53. Rosangela em 21/06/13 às 11:26

    Conrado,
    Por incrível que pareça, hoje pela manha estava em um debate
    Que falava exatamente sobre isso, ontem tive um reunião, onde eu tentei
    Disseminar essa diferença entre os envolvidos e foi muito dificil, agora ja posso entender qual o perfil de cada um da equipe.
    Obrigado

  54. Lucas Selbach em 02/07/13 às 22:26

    Muito bom o artigo, Conrado,
    Essa é uma velha discussão sobre até onde devemos aprender a diferença entre pensar o todo e fazer tudo.
    Vou te dizer que desenvolvendo um negócio de websites http://e-feito.net fui me dar conta que estava agregando gente do mundo todo pra fazer um website. Desenvolvedores do Vietnam, da Sérvia, Estados Unidos – e de Porto Alegre. Cada um fazendo uma parte para chegar no resultado final.

    Sabermos como terceirizar online usando os parceiros certos é a chave para fazermos essa teoria virar realidade.
    (a propósito, estou fazendo o 8ps online – no começo).

    =)
    grande abraço
    Lucas Selbach

  55. Lílian Miranda Costa em 05/07/13 às 10:51

    Conrado,
    Fico feliz em ver a forma como você se relaciona conosco, e nos ensina a nos relacionarmos com nossos clientes.
    O mais bacana no seu trabalho é a abertura e a partilha de conhecimentos. Quanto mais informação você compartilha, mais conquista nossa admiração e nosso respeito e mais o seu nome e o da sua empresa crescem no mercado.
    Eu já disseminei seu trabalho para um grande número de pessoas.
    Esse artigo tem muito de mim. Sou estrategista, faço as perguntas que levantou mas preciso de pessoas capazes e inteligentes no operacional para executarem as estratégias, senão de nada adianta! Uma boa idéia só é realmente boa depois que traz resultados!
    Obrigada!
    Lílian Miranda Costa
    Belo Horizonte – MG

  56. Gilson Anacleto da Silveira em 18/07/13 às 13:07

    Com a separacão de funcões bem defenidas da ferramenta e estratégia, que futuramente haverá outras funcões e profissionais.

    O que acontecerá com o mercado, o futuro cliente será procurado com uma prévia proposta de melhoria da sua posicão no mercado, do seus produtos e/ou servicos, com uma prévia analise e diagnóstico de um trabalho previamente analisado através das ferramenta existentes e algumas prévia estratégias proposta na melhoria do desempenho do futuro cliente, assim onde irá ofertar seue trabalho palpáveis e com quase mensuracão dos dados existentes no mercado, sem que o cliente a procure para resolver um problema ou estudo, isto é, ir de encontro ao cliente propondo solucões de melhoria para aumentar seus lucros.

    Esta demonstracão dar para perceber este futuro nicho neste mercado.

    Um grande Abraco

    Gilson A. da Silveira
    Florianópolis/SC

  57. Jose M Passini em 16/08/13 às 08:57

    Realmente alguém tocou no ponto da minha angustia, onde aprendo dia a dia novas ferramentas que parecem eternas. Haja dinheiro para dominar todas elas. A cada nova ferramenta que aprendo a dominar parece que perco de vista os aspectos estratégicos que devo proceder para aplicar nos meus projetos.
    Como ainda estou a completar meu conhecimento sobre as ferramentas a utilizar, fico imaginando por onde começar a aplicar as estratégias necessárias para o sucesso nos meus negócios.
    Aos poucos vou esboçando uma reação procurando separar o essencial da necessidade, e anotando com os mestres como você, as partes mais importantes das estratégias a serem aplicadas.
    Felizmente ainda há profissionais como você que no ajudam a enxergar com mais precisão a luz no fim do túnel!

  58. Cleuza em 04/09/13 às 18:26

    Como sempre, só posso agradecer. Obrigada por compartilhar conosco. Ferramenteira eu sei que não sou, infelizmente. Ser estrategista é o meu sonho, mas tenho que aprender muito para chegar a ser considerada uma estrategista, até lá vou bebendo do seu conhecimento.

  59. Paulo Pena em 13/09/13 às 09:14

    Parabéns pelo Post. Sua explicação foi clara, rica e facilmente compreensível, dado o cuidado com que foi preparada. As vezes, por força de outros fatores, como encontrar bons profissionais, custo e etc. é necessário ser também ferramenteiro. Acho que é válido, principalmente se houver a clara percepção de qual papel se está executando. Quando for possível ter um profissional ferramenteiro, não haverá dúvida do que deve ser entregue a ele e o que continuará contigo, a estratégia.

    Abraço.

  60. Erika Martins em 13/09/13 às 10:43

    Conrado,
    Obrigada por dividir conosco seus conhecimentos.
    Abçs, Erika

  61. Beth Dantas em 04/10/13 às 11:36

    Conrado,
    Cada post seu me faz encontrar um pedacinho do meu quebra-cabeças que estava totalmente desorganizado. Dei uma parada na minha faculdade, pois depois que encontrei você não consigo me desligar de todo esse mar de informações sei que o curso superior é de suma importância, Mais nesse momento eu estou correndo contra o tempo para ter uma vida melhor me tornar um iJumper rs rs. é o meu foco no momento. Obrigada, por estar sendo uma luz nas nossas vidas.

  62. Gina Carvalho em 11/10/13 às 11:28

    Conrado, vc é 1000. Os seus esclarecimentos são sempre bem-vindos. As coisas estão ficando cada vez mais e mais claras, estou fazendo o curso 8Ps. Concluí hj a versão 1.0 e o seu depoimento no final me deixou muito emocionada. As suas ideias vem de encontro c/ as minhas. Eu penso em orientar as pessoas p/ usar os poderes interiores q todos temos, p/ conseguir o quiserem na vida, melhorar a autoestima, autoconfiança, perceber q são muito maiores do q disseram p/ elas. Enfim desconstruir as falsas crenças. A gente se encontra no dia 25 em São Paulo. Muita Luz! Namastê.

  63. Adamswilson Pastana Monteiro em 11/10/13 às 11:50

    Como sempre o Conrado nos direcionado nos caminhos certos… Parabéns Corando por compartilhar seus conhecimentos conosco.

  64. Fernando em 12/10/13 às 23:57

    Muito bom…
    Agora sei que preciso de um ferramenteiro, estava me desdobrando entre o planejamento e a tentativa de aprender a utilizar as ferramentas web.
    Agora vejo que dificilmente aprenderei tudo das duas áreas, que preciso focar no planejamento e encontrar um ferramenteiro para fazer funcionar.
    Tenho 3 grandes projetos parei com o planejamento para aprender mais sobre as ferramentas mas agora entendi que não dá pra abraçar o mundo, preciso focar em uma coisa e ir até o fim.

    Obrigado Conrado, você mais uma vez me ajudando a encontrar o melhor caminho caminho.

  65. Americo em 16/10/13 às 15:04

    Artigo magnífico . O Conrado é. o Cara no mkt digital.Os outros são aprendizes de I-Guru !

  66. Roberto em 30/10/13 às 17:07

    Amigo, tenho aconpanhado no tempo que posso, seus artigos e cursos
    e só tenho a declarar, meu muito obrigado!!, tens me ajudado e muito
    em minhas vendas..

  67. Natanael em 15/11/13 às 11:32

    Parabens amigo, continue com essa energia de homem de bem, realizando seus sonhos e transformando vidas, você realmente é o anjo que faltava no mundo da internet, obrigado por esses conteúdos tão grandioso, Deus lhe abençoi.

  68. Jefferson Guillen em 15/11/13 às 12:53

    Parabéns grande mestre Conrado, tenho aprendido cada dia mais com vc. Tenho muito que aprender ainda, estou me esforçando a cada dia que passa e sei que vou chegar lá. Estou juntando minhas economias para fazer o curso de ijumper, caso nao de esse ano, mas o ano que vem com certeza. Obrigado e Deus te abençoe

  69. Ronaldo em 04/12/13 às 11:18

    Muito apreciador este artigo, eu estou criando um negócio na internet e o que me deixava meio incomodado era o fato da maioria dos blogs que visito de internet marketing focarem em ferramentas como a principal coisa para atingir o sucesso.
    Por mais que eu observasse isso noutros blogs sempre tive comigo que conhecer e elaborar maneiras de convencer o futuro cliente era mais importante do que ferramentas, e agora que li este artigo magnifico mando todas minhas dúvidas pro espaço sobre isso.

    Valeu mesmo!!!

  70. Leonardo em 20/02/14 às 11:31

    Parabéns Conrado pelo artigo!
    Sou diretor comercial de uma empresa distribuidora de produtos para saúde que está no mercado desde 2003 e desde 2008 trabalhamos com licenciamento de lojas virtuais.
    Com a Licença CAPPE o empreendedor tem todo o suporte operacional e administrativo da CAPPE justamente para poder focar seus esforços no marketing de seu negócio a fim de gerar faturamento.
    Sugiro aos interessados em iniciar seu próprio negócio na internet que acessem http://www.cappefisio.com.br para saber mais sobre o licenciamento CAPPE.

    Desde já coloco-me à disposição para esclarecimentos,
    Leonardo
    Diretor comercial
    CAPPE material médico-hospitalar
    http://www.cappefisio.com.br
    37 3213-2913

  71. Marli Elisa Trannin Ferreira em 11/04/14 às 22:53

    Olá, Conrado imagine se recebo um e-mail seu e não leio.
    Muito bom, continuo acompanhando todas as suas dicas e como já
    tive a oportunidade de dizer, sua didática é ótima.
    Ainda terei oportunidade de fazer o curso 8 Ps, no momento estou
    estou o seu livro. Abraço Marli

    estudando o livro. abraço Marli

  72. Rinaldo em 30/04/14 às 17:21

    Sempre show, muito didático, valeu Conrado!!!

  73. Ed Francisco em 19/03/15 às 20:23

    Perfeito!!!

  74. Athylla Bastos em 28/02/19 às 09:11

    Que conteúdo incrível!

    Claro e objetivo, muito obrigado Conrado por compartilhar esse conteúdo.

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