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As pessoas dentro de um sistema fechado

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Um Sistema Fechado

Há pessoas que são um sistema fechado. Nada entra e nada sai, ou seja, não doam nada, não pedem nada, não recebem nada. Parecem auto suficientes. Aprendi ao longo da minha vida que as pessoas de sucesso pedem e se doam, ajudam e são ajudadas. São sistemas abertos. São transmissores. São meio, não fim.

Aprendi que devemos ser transmissores. Devemos ser apenas meios para que a energia flua. Não devemos retesar o bem que nos fazem. Temos que doar, antes mesmo de recebermos algo.

Muitos acham que a doação é só em dinheiro. A doação pode ser em tempo, em sorrisos, em um abraço, em um ouvido para escutar ou por meio de um simples elogio ou agradecimento.

Não sei qual a lei que rege tal fenômeno, mas o fato é que quanto mais você se doa, quanto mais você ajuda “sem olhar a quem”, mais sua vida prospera. Pode não ter lógica nem fundamento, mas a prática prova tal verdade como absoluta.

Também não sei como funciona a lei da gravidade, mas não é por isso que vou me jogar de um prédio só porque não acredito que ela vá funcionar para mim.

Muitas vezes não pedimos ou não elogiamos – elogio também é um tipo de doação – porque não queremos nos sentir “submissos”. Não queremos falar ao outro que podemos ser menos do que ele.

Ao contrário do que muitos pensam, acredito que só o forte consegue se doar sem afetar sua essência. Só o forte consegue entregar-se sem submissão, com a segurança de quem ele é e qual o seu real papel na dinâmica social. Só o forte consegue dizer “eu te amo” mantendo sua individualidade.

Outros têm medo de se perderem na doação e começarem a achar que eles não são tão bons quanto pensavam. Não tem a segurança da sua identidade e nem de sua própria força.

Percebo de forma prática na minha vida que quanto mais eu me doo, mais sucesso tenho. Quanto mais reparto, mais eu ganho para repartir.

Seja humilde também para receber. Permita-se receber. Peça quando precisar e ajude quando precisarem. Seja um sistema aberto. Seja um transmissor.

Muitos não pedem quando precisam por que se sentem diminuídos. Não querem mostrar nenhuma fraqueza – por puro orgulho. Sendo assim, não recebem. Muitas vezes não se sentem merecedores de receber algo.

Não deixam a corrente fluir. Não se tornam transmissores. Acham que são “fim” quando na realidade deveriam saber que são apenas um “meio”.

O conselho, então, é: se doe, ajude, procure maneiras de ajudar aos outros e verá que, quando menos esperar e de onde for menos provável, aparecerá uma mão para lhe acudir mas situações de crise. É a corrente do bem. Seja um transmissor.

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